Terça-feira, 09.02.10
[a propósito da discussão da mailing-list dos Amigosd'Avenida, a opinião de Joaquim Pavão]
A ética do todo
Os eles, habitantes dos nossos espaços, sempre povoaram as contradições do nosso pensamento. Queremos sempre o melhor, o nosso melhor. Nada mais do que o todo. A partir daí desenha-se uma linha de pensamento. Os eles somos nós.
O todo não é democrático, bem como a estética, a luta, a revolução e talvez até a ética. Os conceitos absolutistas nascem de dentro. Contra
isso nada se pode fazer. Característica humana, essencial para a sobrevivência, a aquisição do feio, do bonito, do mau, do bom, do sinto torna a balança assente numa parte, a nossa e dispara virada para o ar. Um problema de dispersão segue ao primeiro, do eu.
Discutir é analisar e a analise uma virtude. Nos amigos d’avenida a pluralidade é a maior conquista. Cabe a cada um de nós (eles) saber mantê-la. Se um argumento é baseado na assumpção pessoal do que eu sinto, perde-se a opinião. A opinião é filha da liberdade e jamais escrava de emoções, isto bem sabiam os revolucionários franceses entre as mãos colocadas na cabeça. O depois é sempre tarde demais.
Como cidadão, músico, nada entendo de urbanismo, de arquitectura. Gosto, não gosto, umas quantas sensações. Nada demais. Não gosto de ovos, mas não vamos matar as galinhas. Talvez matemos só as feias? Viva as galinhas bonitas. Ridículo? Pois é.
A ponte teve um pertinente artigo. Gil Moreira fez uma analise e mostrou as dúvidas que merecem discussão. Vale a pena reler, pensar e analisar. Talvez valha a pena reflectir a constituição de um júri sem um único elemento politico sufragado? Se assim for, apesar da pratica comum neste pais, acho que vale. A Câmara Municipal somos nós, como tal não nos representou. Foi ocupada, refém de um todo. E o todo somos nós, sem voz.
Talvez mais do que a emoção explosiva, da amargura dos moinhos invisíveis de El Cid, seria melhor tal como Sancho olhar o obvio. No fundo não há galinhas feias ou bonitas pois não?
Joaquim Pavão


amigosdavenida às 14:14 | link do post | comentar

Segunda-feira, 08.02.10

 Notícia OLN

'Aveiro despende quatro milhões de euros por anos, no pagamento de empréstimos e na manutenção, a Câmara recusa demolir mas admite vender, noticia o Público (...)'

Link Público


Será que o Estádio de Aveiro é um problema que se pode transformar numa oportunidade (link)

JCM


 


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amigosdavenida às 18:58 | link do post | comentar

 notícia OLN

Assembleia Municipal faz atendimento público
 
2010/02/08

A Mesa da Assembleia Municipal de Aveiro abriu um serviço de atendimento público, às quartas-feiras, na sede, no edifício da antiga Capitania, a partir das 16:00h.
Os munícipes interessados devem marcar marcação através do telefone 234377030 ou pelo e-mail
am.aveiro@cm-aveiro.pt.
Para o Presidente da Mesa da Assembleia Municipal, Capão Filipe, «o Parlamento de Aveiro é o órgão máximo representativo e deliberativo do Município», pelo que esta iniciativa tem como objectivo promover a participação cívica dos aveirenses, «sustentada na afirmação da pluralidade da representação e na discussão das causas municipais».

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É de aplaudir esta iniciativa da Presidência da Assembleia Municipal de Aveiro.

JCM



amigosdavenida às 18:53 | link do post | comentar

http://www.renovaramouraria.pt/



amigosdavenida às 18:44 | link do post | comentar

Abaixo-assinado pela reponderação do ‘concurso de requalificação do vazio da Praça Joaquim de Melo Freitas’ – Exposição final

 

Ex.mo Senhor Dr. Élio Maia, Presidente da Câmara Municipal de Aveiro,

Ex.mo Senhor Dr. Capão Filipe, Presidente da Assembleia Municipal de Aveiro,

Ex.mos Senhores Membros do Executivo Municipal de Aveiro,

Ex.mos Senhores Deputados Municipais de Aveiro

 

Aveiro, 21 de Janeiro de 2010

 

A Câmara Municipal de Aveiro lançou no final do ano passado (18 Dezembro) um concurso para ‘a requalificação do vazio da Praça Melo Freitas’ (espaço antigamente ocupado pela Sapataria Loureiro), cuja contrapartida oferecida ao vencedor do concurso é a exploração publicitária do espaço, por um período máximo de cinco anos. As propostas foram entregues no passado dia 7 de Janeiro (o que perfaz um total de catorze dias úteis para a elaboração das propostas).

 

Em resposta a esta situação, e tendo em conta a importância cultural e história da Praça Joaquim de Melo Freitas, para onde se perspectiva a intervenção, meia centena de cidadãos de Aveiro subscreveram um abaixo-assinado (enviada à autarquia a 6 de Janeiro) onde se manifestava apreensão face ao objecto de concurso (arranjo do espaço público em face de contrapartida publicitária) e metodologia seguida (período curto entre Natal e os Reis), e se solicitava ao executivo municipal a ponderação de todo o processo de concurso acima referido e o lançamento de uma nova iniciativa que se afirmasse ‘como uma verdadeira oportunidade de mobilizar a energia criativa da comunidade aveirense’.

 

Em resposta a este abaixo-assinado a autarquia informou o seguinte (através de um email enviado pelo Sr. Presidente da CMA):

“O ‘Concurso de Ideias’ que referem já está a ser preparado pelos Departamentos Jurídico e Obras Municipais, de acordo com as indicações que lhes foram transmitidas há cerca de um ano. Logo que ultrapassadas todas as viscosidades legais, o concurso será imediatamente lançado.

A presente "requalificação do vazio", pretende apenas, de forma transitória, dar uma resposta mais célere à actual péssima imagem urbana do local, enquanto não for possível a intervenção que todos pretendemos seja definitiva”.

 

A adopção da metodologia proposta pela autarquia levanta-nos várias questões:

  1. O Caderno de Encargos é omisso em considerações sobre o papel do vazio e da Praça Melo Freitas na vida da cidade, questão fundamental para a orientação do projecto, e na referência a contributos (projectuais e de planeamento) que foram produzidos para aquele vazio e para a Praça, no passado recente (por exemplo, os Amigosd’Avenida, no âmbito das actividades dos 250 anos, sugeriram o conceito de ‘Jardim Vertical’).
  2. Essa ausência de reflexão sobre o conceito fragiliza o programa funcional da intervenção, que se centra, excessivamente, na preocupação cénica de tapar a empena. Teria valido a pena ter reflectido sobre outras alternativas.
  3. Esta situação é ainda agravada pelo facto da empresa fornecedora do serviço ser, ao mesmo tempo, quem vai explorar a publicidade do espaço, podendo questionar-se se esta metodologia garante a qualidade (estética e funcional) da solução.
  4. A solução provisória é proposta para um máximo de cinco anos de vigência, o que se afigura problemático já que prolongará a definição de uma solução mais duradoura, pelo que seria sensato reduzir a duração do contrato.
  5. A obrigatoriedade de apresentar uma solução projectual com contrapartida publicitária e fornecimento de equipamento/mobiliário urbana e o reduzido período dedicado para a resposta ao concurso (14 dias úteis, entre Natal e os Reis), poderá ter limitado a participação no concurso de outros projectistas e condicionado a criatividade e a diversidade de propostas, em particular de jovens profissionais e empresas locais.
  6. Para além disso, ignorando a participação cívica na sua formulação, elimina um dos potenciais de mobilização da comunidade para reflectir sobre a cidade e para participar na resolução dos seus problemas.
  7. Finalmente, ignora, na sua concepção, o ‘Manifesto por uma política de animação e qualificação do espaço público’, produzido pelos Amigosd’Avenida e que mereceu o apoio e aplauso do então e actual Presidente da CM de Aveiro, que manifestou concordância com os seus princípios e referiu que desejava ‘assiná-lo e implementá-lo com uma política transversal que, envolvendo os diferentes serviços do Município e a participação da comunidade, cumpra os princípios enunciados’ (Diário de Aveiro, 8OUT09).

 

Face a esta situação, vimos por este meio sugerir que a Câmara Municipal de Aveiro promova:

  1. Organização de uma sessão pública de apresentação e discussão do conceito de intervenção, do seu programa funcional e das propostas resultantes do Concurso lançado pela autarquia;
  2. Início da reflexão pública sobre o Caderno de Encargos (objectivos e programa funcional) do ‘Concurso de Ideias para a Praça Melo Freitas’ a lançar nos próximos meses;

 

Subscritores


1.       José Carlos Mota

2.       Gil Moreira

3.       Cláudia Luz

4.       Tiago Vinagre Castro,

5.       António Morais

6.       Joaquim Pavão

7.       Zétó Rodrigues

8.       Anabela Narciso

9.       Raquel Dora Pinho

10.   Luísa Matias

11.   Tânia Oliveira

12.   Manuel Oliveira de Sousa

13.   João Vargas

14.   João Margalha

15.   Joana Santos

16.   Fernando Nogueira

17.   João Dias

18.   Maria José Valinhas

19.   José Carlos Marinho

20.   Cristina Perestrelo

21.   Pompílio Souto

22.   Pedro Gomes

23.   Pedro Aguiar

24.   Luís Madail

25.   José Gonçalves

26.   Florbela Gonçalves

27.   João Neves

28.   Ana Martins

29.   Hugo Leite

30.   Luís Roldão

31.   Jorge Assis

32.   Pedro Neto

33.   João Marques

34.   João Almeida Mota

35.   Nuno Sacramento

36.   Gonçalo Gomes

37.   Rui Daniel Amorim

38.   Ângelo Ferreira

39.   Susana Moreira

40.   Paulo Mendes Ribeiro

41.   Nelson Peralta

42.   Mário Cerqueira

43.   Myriam Lopes

44.   Gracinda Martins

45.   Paula Maria Santos

46.   Maria Pedro Silva

47.   Maria de Lurdes Ventura

48.   Gonçalo Avelâs Nunes

49.   Ana Margarida Costa

50.   Carla Candeias

51.   Alexandra Monteiro

52.   João Paulo Cardielos

53.   Cristina Miranda

54.   Carlos Fernandes da Silva

55.   Manuel Pereira

56.   Joana Lima

57.   João Figueiredo

58.   Rosa Amélia Martins

59.   Nuno Lima

60.   Pedro Campos

61.   Gaspar Pinto Monteiro

62.   Isabel Ribeiro

63.   Ana Margarida Ferreira

64.   Carlos Teixeira

65.   Carlos Fragateiro

66.   Ana Patrícia Marques

67.   Isabel Pereira

68.   Joana Valente

69.   Rafael Silva

70.   Isabel Marques

71.   Miriam Reis

72.   José Vitória

73.   Pedro Oliveira e Silva

74.   Susana Pereira

75.   Melissa Ferreira

76.   Manuel Janicas

77.   Carlos Faustino

78.   Ronaldo Tavares

79.   Jorge Reis

80.   Daniela Ambrósio

81.   Graça Amaral

82.   Diana Lima

83.   Carlos Naia

84.   Marília Teixeira

85.   Pedro Antunes

86.   Cláudia Daniela Melo

87.   Joana do Vale Pereira

88.   Fátima Condinho

89.   César Costa

90.   M. Pedro Gonçalves

91.   Real Associação de Aveiro

92.   Jorge Silva

93.   Associação Comercial de Aveiro

94.   Maria da Luz Fernandes

95.   Clara Sacramento

96.   Conceição Lopes

97.   Ana Paula Ramos

98.   António Carlos Souto

99.   Hélder Bandarra

100.           Mário Morais



amigosdavenida às 09:16 | link do post | comentar

Domingo, 07.02.10
7551_museu de aveiro_convites.jpg



amigosdavenida às 14:39 | link do post | comentar

Aqui bem perto, o Geoparque de Arouca tem vindo a desenvolver um conjunto muito interessante de actividades. Uma notícia recente conta a história duma feliz união -  Literatura e gastronomia unem-se para contar a história do Geoparque (Notícias de Aveiro).

JCM


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amigosdavenida às 14:34 | link do post | comentar

foto do Barreiro em 1960 (fonte)

foto actual

Galopim de Carvalho propõe plano mais ambicioso para o barreiro

(notícia do Diário de Aveiro)

 

Ler artigo de opinião do Professor Galopim de Carvalho aqui

 

respigos:

'O barreiro em causa é o único e último testemunho, na região, desse tempo antigo, imediatamente anterior à grande extinção que marcou o fim da Era Mesozóica e o começo dos tempos modernos, com grandes mudanças no clima, na flora e na fauna'.

'O meu colega, Britaldo Rodrigues, na altura, professor na Universidade local e deputado municipal, promoveu uma sessão de esclarecimento,“Património Geológico de Aveiro – O barreiro da Fábrica Jerónimo Pereira Campos e a Extinção dos Dinossáurios”, que teve lugar na Biblioteca Municipal, a 22 de Abril de1999. Nesta sessão ... 'o meu colega Miguel Telles Antunes, da Universidade Nova de Lisboa, chamou a atenção para o conteúdo paleontológico arquivado nas camadas de argila e seu significado na reconstituição do ambiente que ali se viveu nesse longínquo passado'.

'Num exemplo raro de ligação íntima entre um património construído, histórico, e um outro natural, pré-histórico, que lhe deu origem, este conjunto no centro da cidade, como então e ali defendi, tem todas as condições para ser conservado e valorizado'.

'Contactos recentes com a nova Vereação (2009)  fizeram renascer a esperança neste velho projecto. O barreiro em causa bem como o “lago” (enchimento por águas pluviais, do covão que ficou da lavra) ainda ali estão, intactos e, portanto, a tempo de serem recuperados, complementando, assim, a valorização cultural e estética deste nobre espaço'.



amigosdavenida às 14:20 | link do post | comentar

Sábado, 06.02.10

Em Março, a Câmara de Aveiro lança o Plano Estratégico para o debate político na Assembleia Municipal. Trata-se de um plano de acções a desenvolver até 2020

link

 


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amigosdavenida às 13:43 | link do post | comentar

Sexta-feira, 05.02.10

link



jcmota às 19:17 | link do post | comentar

Eu acho que a participação da comunidade neste plano [PECA] é  fundamental e por várias razões. Pela relevância da 'encomenda' (estamos a pensar o futuro, a 20 anos), pelo conhecimento que poderemos ganhar sobre as oportunidades/riscos que 'afectam' o concelho, os recursos/problemas fundamentais, os objectivos para o futuro, as opções que se colocam e os projectos e iniciativas âncora/estratégicas, e, finalmente, pelos modestos contributos que poderemos dar (em cada uma das etapas atrás identificadas). 

O capital de conhecimento e de mobilização que se pode adquirir num processo participado é fundamental, pois pode contribuir para um alinhamento das posturas e projectos dos diferentes actores da cidade (não só da autarquia), mobilizando as energias e os recursos ('escassos') para o que são as opções estratégicas. 
Vamos a isso?
JCM


amigosdavenida às 14:19 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

Uma boa iniciativa da CMA!


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amigosdavenida às 13:22 | link do post | comentar


http://cartaestrategica.cm-lisboa.pt/


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amigosdavenida às 10:32 | link do post | comentar

O site 'Notícias de Aveiro' publicou uma nota que informa que na sessão pública da reunião do executivo, hoje realizada, foi apresentado o Plano Estratégico do Concelho de Aveiro que sugere 'uma estratégia de desenvolvimento no prazo de 20 anos para o concelho', tendo sido referido na ocasião que o documento se encontra 'numa fase final' de elaboração. 

No início do processo a autarquia referia que 'ambicionava conseguir despertar o interesse do cidadão sobre a forma de aproveitar as oportunidades e de repelir as ameaças atinentes ao desenvolvimento do Município' e, não menos importante, 'envolvê-lo neste plano em que se estão a traçar cenários, a definir linhas de rumo e a propor resoluções de médio e longo prazo para o Concelho' (http://www.cm-aveiro.pt/peca/).
Não consta no site da CMA qualquer informação sobre esta apresentação, nem houve comunicação prévia deste importante evento.
JCM



amigosdavenida às 09:15 | link do post | comentar

'Está marcado para esta tarde o lançamento da obra “Ecomuseu do Salgado de Aveiro”, da autoria de Énio Semêdo. Sessão marcada para as 18 horas, nos Paços do Concelho, seguindo-se depois a inauguração da Exposição Monográfica sobre o Salgado de Aveiro, na Galeria Municipal'.

link


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amigosdavenida às 09:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 04.02.10
Galitos_04.jpg


[Uma lembrança de JA]
A foto é uma peça do trabalho notável do Professor Henrique Oliveira (site Aveiro e Cultura http://www.prof2000.pt/users/hjco/hjco/Index.htm). Um excelente contributo para celebrar a República.


amigosdavenida às 23:57 | link do post | comentar

 Aveiro | 04-FEV-2010 21:12 

Plano Estratégico em fase final
'O Plano Estrategico da Cidade do concelho de Aveiro (PECA) deverá ficar concluído dentro de um mês e meio. 
A informação foi dada esta noite na reunião pública do executivo camarário por elementos da equipa responsável durante a apresentação do relatório preliminar. 
O PECA está a ser elaborado pela consultora SPI com envolvimento de técnicos municipais. 
O documento sugere uma estratégia de desenvolvimento no prazo de 20 anos para o concelho e um plano de acção em diversas áreas identificadas como "alavancas para o desenvolvimento sustentado" do território. 
Ao todo, o PECA prevê 23 projectos'.


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amigosdavenida às 21:46 | link do post | comentar

"8 Mulheres", de Robert Thomas

Adaptação do filme "8 Femmes", de François Ozon


Data: 6 e 7 de Fevereiro



Horário: sábado: 21.30 horas/ domingo: 16.30 horas

Local: CETA

Mais informações em: http://start-teatro.blogspot.com

info@cetateatro.pt ou www.cetateatro.pt


amigosdavenida às 18:44 | link do post | comentar

Congresso dos Estudos Rurais, Universidade de Aveiro (http://uaonline.ua.pt/detail.asp?c=16842 ). Livro de actas no site Sociedade Portuguesa dos Estudos Rurais (http://www.sper.pt/4cer/index.htm)

[respigos]
Nancy Duxbury - Revitalizing Rural Communities through Arts and Culture: International Trends and Insights
http://creativecity.ca/images/stories/PDFs/CCNCResearch/RuralResearch/rural-arts-summ-overview.pdf
http://creativecity.ca/images/stories/PDFs/CCNCResearch/RuralResearch/rural-communities-arts-2009.pdf
http://creativecity.ca/images/stories/PDFs/CCNCResearch/RuralResearch/rural-arts-bibliography-2009.pdf


amigosdavenida às 15:22 | link do post | comentar

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http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=39102

'A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR) e o jornal Ciência Hoje (CH) lançaram um concurso designado por “Dos 0 aos 100 – Histórias de Cientistas”, numa iniciativa conjunta que tem em vista a divulgação da história e património científico da República, recordando acontecimentos, realizações alcançadas em diversos campos científicos e, mais concretamente, evocando os seus protagonistas'.


amigosdavenida às 10:45 | link do post | comentar

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05 e 06 Fevereiro \ sexta-feira e sábado \ 22 horas \ auditório do Performas
TRINSPIRA [Companhia Erva Daninha]




TRINSPIRA nasce do cruzamento das linguagens performativas e circenses, um solo de Novo Circo que apresenta o malabarismo clássico com uma nova abordagem experimental. Da simplicidade de meios resulta um objecto poético que ancora grande parte da sua reflexão na relação estabelecida entre os diferentes elementos, sempre em constante mutação, e, contudo, umbilicalmente enraizada no espaço cénico. Como se fosse uma viagem de voos e quedas…

Para além de ser a estreia em Aveiro da Companhia Erva Daninha, uma das poucas estruturas portuguesas dedicadas ao Novo Circo, e de ser igualmente a estreia de um espectáculo com esta estética na programação do PerFormas, esta apresentação ganha contornos mais amplos a partir do momento em que o PerFormas se associa ao núcleo aveirense da Amnistia Internacional, doando-lhe parte da receita de bilheteira.

Depois do reconhecimento público, na recente gala da Aveiro FM, do relevante trabalho cultural que o PerFormas tem garantido no seu ainda curto tempo de existência, este assume agora a sua responsabilidade cívica e social partilhando recursos com instituições que promovem a solidariedade e os direitos humanos. Nos tempos que correm, haverá melhor forma de afirmar a comunidade?

+ info

http://companhiaervadaninha.blogspot.com/

http://performas.blogspot.com


amigosdavenida às 10:20 | link do post | comentar

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[reflexões sobre a cidade, Tiago Castro]
Gostava que observassem as imagens que envio como complemento ao processo de reflexão. Podemos ver a evolução das pontes dos arcos e das almas entre 1920 e 1955, ano em que deixamos de ter 2 pontes para ter uma ponte-praça (actualmente denominada praça Humberto Delgado apesar de praça não ter nada). É muito interessante o processo evolutivo em que, a meu ver, o crescente uso do automóvel condicionou, claramente, o redesenho desta área. A sua evolução foi servindo as necessidades e até considero que foi uma evolução feliz e, em certa medida, bem conseguida.
Contudo, actualmente, o tráfego no centro da cidade é, no meu entender, excessivo, principalmente nesta rotunda pelo que deveria ser repensada pois considero-a um estrangulamento urbano. Deverá manter-se como rotunda? Deverá voltar à configuração de 2 pontes? Não sei, mas creio que como está agora não serve as necessidades da população da cidade nem de quem a visita e só por isso merecia uma nova atenção.
Julgo que para uma área tão delicada como é a baixa de Aveiro não deveria haver apenas uma solução mas sim um conjunto de soluções que combinadas pudessem redefinir esta zona nobre da cidade mas sem a descaracterizar. E quando se trata de investimentos avultados é preciso muita sabedoria e bom senso onde os aplicar por forma a que a obra perdure no tempo e se adapte às exigências do futuro.
Tiago Vinagre de Castro


amigosdavenida às 10:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

' As inscrições para a sexta edição do Curso de Formação de Animadores Culturais que irá decorrer nos dias 6, 13, 20 e 27 Março, 10, 17, e 24 de Abril, 1 e 8 de Maio, aos sábados, das 10.00 às 17.00 horas, na Casa Municipal de Cultura – Edifício Fernando Távora, estão abertas até 26 de Fevereiro'.

Mais informação - site CMA


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amigosdavenida às 09:05 | link do post | comentar

'A organização do “Aveiro Moda” prepara-se para lançar mais uma edição. É um evento criado para a cidade de Aveiro com o intuito de divulgar lojas de moda do comércio tradicional, Cableireiros e todas as entidades ligadas ao ramo da moda e da imagem. Uma das vertentes deste certame é a divulgação de novos talentos. Anualmente surgem novos estilistas, criadores, bem como animadores, bandas e djs, bailarinos, coreógrafos e manequins'.

notícia Terranova


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amigosdavenida às 09:00 | link do post | comentar

[notícia 3/FEV Diário de Aveiro]

Pedipaper em Aveiro


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amigosdavenida às 09:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 03.02.10
Projecto Pontes Pedonais.jpg


Segue uma imagem para vossa análise seguindo o mesmo conceito de algumas já existentes na cidade, e para melhor servir o "povo" - jovem, adulto, sénior - das duas margens da ria.
Antonius


amigosdavenida às 21:23 | link do post | comentar

 

 

http://br.olhares.com/aveiro_foto3348021.html

 


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amigosdavenida às 21:20 | link do post | comentar

link enviado por Anabela Narciso
http://gotaspaulistas.wordpress.com/2009/09/14/engenharia-civil-versus-engenharia-urbana/


amigosdavenida às 08:24 | link do post | comentar

Apontamentos para a discussão sobre a nova ponte pedonal



As propostas do concurso de ideias para a concepção da nova ponte sobre o Canal Central resultaram, na sua maioria em objectos interessantes. Uma curta visita à exposição na Casa Major Pessoa não nos pode deixar mal impressionados. Na generalidade são peças bonitas, elaboradas com profissionalismo, apresentadas com rigor e com uma preocupação cuidada em comunicar a sua qualidade. As simulações 3D permitem-nos observar o resultado final da intervenção de uma forma muito precisa. Vale a pena a visita.



Mas então porque é que esta ponte é um problema? A questão coloca-se a montante. As equipas concorrentes responderam ao caderno da encargos dum concurso de ideias. Para isso nem sequer é necessário conhecer a cidade. Basta conhecer os termos do processo de concurso, a legislação portuguesa, e o google earth. E, por isso é que o tal caderno de encargos é fundamental. Espera-se que este resuma os princípios que se pretende que comandem a elaboraçao do objecto. Tão (ou mais) importante, este deverá estabelecer os termos que definam o papel do novo atravessamento no funcionamento daquele pedaço de cidade. E o pedaço de cidade que a ponte reorganiza (e condiciona) não é coisa pequena. Trata-se do principal canal do espaço urbano de Aveiro e elemento fundamental da relação da cidade com a ria, numa cidade que faz desta relação um dos seus recursos potenciadores de competitividade a nível regional e nacional. A intervenção numa zona desta importância não deveria ser lançada ás sortes duma proposta técnica mais ou menos interessante, mas sempre circunscrita aos termos em que a encomenda foi feita.



O caderno de encargos do concurso deveria ter sido o resultado de uma política fundamentada e discutida de intervenção no espaço urbano da cidade. Se o foi, tal não foi explicado, pelo que há um conjunto de questões que todavia urge clarificar: Porquê uma ponte entre o Alboi e o Rossio naquele sítio, quando o Plano de Urbanização do Programa Pólis a previa depois da Ponte da Dobadoura (e da curva do canal), ligando o bairro da Beira-Mar à margem sul, naquela que será uma entrada reconfigurada da cidade? O processo de concurso dá como dado adquirido que "A infraestrutura prevista (...) corresponde a uma necessidade há muito sentida, de ligação das margens deste canal (...)". Há estudos, inquéritos ou trabalhos de campo que sustentem esta afirmação? As gentes do Alboi foram ouvidas numa intervenção que alterará de forma irreversível o seu modo de vida? Foi estudada a alteração (e migração) dos fenómenos de gentrificação que esta nova travessia potenciará? Foi ponderado o impacto visual desta ponte na relação do centro da cidade com a paisagem lacustre? A resposta a estas questões é fundamental para uma discussão participada que coloque o problema da ponte nos termos que a sua importância exige.



Em boa hora (a hora a que o concurso foi divulgado), José Carlos Mota, em nome dos Amigos d'Avenida questionou os termos (e os "timmings") deste concurso. Não serviu de muito. Mas serviu pelo menos para este grupo informal de cidadãos ter a legitimidade de promover uma discussão que pretendeu que tivesse lugar no tempo certo. Mais vale tarde que nunca. E nesta questão, que terá uma importância decisiva na definição do carácter futuro da cidade, nunca é tarde.



Gil Moreira


amigosdavenida às 08:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 02.02.10

[artigo de opinião de Tiago Vinagre de Castro]

Muito se tem dito e discutido sobre a questão da nova ponte sobre o canal central. De facto, nunca se assistiu a tanta participação neste canal de discussão e acima de tudo reflexão sobre o que é, e o que queremos para a nossa cidade. É bom saber que há pessoas que se preocupam e que cresce a participação cívica em Aveiro. Espero que assim continue pois acredito profundamente que uma sociedade civil participativa e interventiva é fundamental para o desenvolvimento desta cidade e do país. E para nós é, de facto, uma nova cultura social. Uma cultura que nunca nos foi incutida mas que os tempos que correm e a nossa consciência assim o exige. Por isso, acho que nesta matéria conseguimos!
Voltando ao assunto da ponte, não é tanto a ponte, propriamente dita, que me preocupa mas sim a forma como se tem pensado e construído esta cidade nos últimos anos... Não vejo nas opções feitas grande cuidado na organização da cidade nem na correcção de problemas mesmo que isso implique mudança de hábitos:
Não há uma política clara sobre a mobilidade. Um projecto BUGA sem uma rede de ciclovias de qualidade não serve de nada. As pessoas não aderem porque não traz mais valia às suas vidas. Uma MOVEAVEIRO que se baseia num deficitário serviço de transportes e na cobrança de estacionamento. Uma rede bus enorme numa rede viária também ela enorme e deficitária tornam o uso do transporte público imprescindível apenas para aqueles que não têm outra forma de se deslocarem. Um conjunto de parques de estacionamento com taxas de ocupação na ordem dos 20% e inúmeros carros estacionados, diariamente, em cima de passeios, praças, 2ª e 3ª fila contribuindo para a degradação da qualidade de vida citadina para residentes, peões e automobilistas. E por fim, passeios muitas das vezes desadequados a uma boa circulação (estreitos, com buracos, desníveis abruptos, etc).
Não há uma política de organização das funções e uma crescente descaracterização do centro histórico | típico. Esta zona da cidade é característica pelo seu casario típico associado à casa de pescador e à arte nova da nova burguesia do início do século XX. Esta combinação de estilos com os canais da ria criaram um contexto urbano único de enorme valor patrimonial, cultural, histórico, turístico e sentimental. Contudo, e no que toca ao planeamento, dá-se uma no cravo e outra na ferradura, enquanto se recupera, e bem, um edifício como a Casa Major Pessoa, licenciam-se construções que em nada se enquadram com o casario existente, muitas das vezes com mais lojas no piso térreo. Assim será difícil de recuperar zonas comerciais com a Avenida Lourenço Peixinho ou a Rua Direita, zonas tradicionalmente comerciais que além de combaterem contra as grandes superfícies combatem também com a dispersão de lojas um pouco por toda a cidade. Não quero dizer com isto que tudo está mal. Têm-se feito coisas muito boas mas ainda assim acho que as más predominam... Finalmente, acho que o moderno pode perfeitamente coabitar com o antigo, todavia são necessários sensibilidade e bom senso no enquadramento de ambos.
A finalizar, e agora sim, abordando a questão da ponte julgo que não se considerou toda a envolvente como uma área a intervir. E a meu ver deveria ter sido feito. No meu entender, a ligação entre o Rossio e o Cais do Paraíso não só contribuiria para a ligação das duas margens como ainda impulsionaria a regeneração urbana e consolidação dessa mesma área. De salientar, que sendo a verdadeira entrada Oeste da cidade, a zona do Cais do Paraíso está descaracterizada, ainda com uma unidade industrial em funcionamento. Esta área poderia ser a recepção da cidade, com uma zona de estacionamento tanto de carros como autocarros reduzindo o tráfego no centro da cidade. Seria uma zona residencial de excelência pela sua centralidade e envolvente. É claro que tal idealização implicaria profundas alterações na estrutura e funcionamento em toda a zona central como, por exemplo, repensar-se a organização do tráfego automóvel, quem sabe até suprimir a saída ou entrada de automóveis pela Rua dos Galitos permitindo mais área pedonal e ciclável. São apenas reflexões pessoais de alguém que muito observa e se questiona como resolver de forma sensata os problemas da cidade. Poderei estar errado mas por isso mesmo partilho com vocês estas ideias. Quem sabe se um dia alguém as aplicará...
Não faltariam outras questões para falar ou até aprofundar estas mas para já, e porque o texto já vai longo, fico-me por aqui.
Nem sempre partilhamos as mesmas ideias ou os mesmo ideais e haverá sempre alguém que não gosta de bacalhau (sem querer ferir qualquer tipo de susceptibilidade obviamente!)... mas é certamente um prazer a discussão e reflexão conjuntas em prol da nossa amada cidade!
Tiago Vinagre de Castro


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amigosdavenida às 18:55 | link do post | comentar

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