Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

Como estamos num período propício a retrospectivas e a prospectivas, convido-vos a partilharem os vossos desejos para 2009, em particular no que toca ao futuro da nossa cidade.


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Fundão vai ter concertos de jazz no primeiro sábado de cada mês (Público)

 

"A partir de 3 de Janeiro, a cidade do Fundão vai receber concertos de jazz no primeiro sábado de cada mês, anunciaram os serviços culturais da autarquia. Designada MOAZZ - Ciclo de Jazz do Fundão, a iniciativa vai ter lugar no edifício da Moagem - Cidade do Engenho e das Artes, em parceria com o JACC (Jazz ao Centro Clube).

Para além de um concerto no primeiro sábado de cada mês, haverá exposições temáticas e acções pedagógicas.
No concerto inaugural, a zona lounge da Moagem acolhe a partir das 23h o concerto comentado Aprender a ouvir o Jazz com o Quarteto de Jazz da Academia Municipal das Artes da Nazaré. Este espectáculo será dirigido pelo maestro Adelino Mota. O objectivo é fazer ouvir e entender os aspectos do "funcionamento" do jazz de forma acessível a todos. 
Paralelamente, haverá duas exposições: All Free, exposição fotográfica do jornalista e fotógrafo Gerard Rouy, colaborador da Jazz Magazine (composta por fotografias tiradas entre 1973 e 2006 no decorrer de concertos ensaios ou entrevistas); e Retrospectiva, um testemunho do fotógrafo Hélio Gomes, da edição do Festival Portugal Jazz 2007.
As exposições vão estar patentes até dia 29 de Março e estarão abertas ao público de terça a domingo, das 10h às 18h".

 


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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

400 músicos licenciados no Metro de Londres (Público).

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Santa Maria Manuela regressa hoje ao mar 15 anos depois de ter sido abatido (notícia de Maria José Santana, Público)


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notícia Público

"A antiga rua dos armazéns dos tecidos está por conta de uma nova geração

28.12.2008, João Pedro Barros

A artéria está a caminho de se tornar na Rua da Galeria de Paris, parte dois. Já lá está o Plano B, e anunciam-se mais bares. Pelo meio, também surgem novos conceitos de comércio

As ruas, tal como as cidades, são organismos vivos, em constante mutação. A Rua de Cândido dos Reis é um bom exemplo disso: foi aberta nos primeiros anos do século XX, e desde essa época que há registo de armazéns de tecidos na artéria. Porém, a actividade entrou em crise acentuada na década de 90, e dos vários armazéns que aí existiam sobram apenas dois. "Quem se deslocava a esta rua vinha especificamente para comprar tecido a metro. Agora, há jovens a procurar novos negócios e a investir", admite José Alberto Ribeiro, um dos sócios da Camões & Moreira, no ramo têxtil desde 1947. Na Cândido dos Reis, vive-se um período de transição: há uma nova geração a tomar o controlo da actividade comercial, com bares e lojas de cariz urbano e cosmopolita. A partir das 18h00, este arruamento já não é um deserto.
O estabelecimento "âncora" desta nova vida é o Plano B, um projecto multidisciplinar que é bar, discoteca, sala de exposições, projecções e concertos. Aberto ao público em Dezembro de 2006, o Plano B foi pioneiro e acabou, depois, por beneficiar do movimento nocturno criado na zona envolvente, desde a Rua de José Falcão até à vizinha Galeria de Paris, onde há a maior concentração de bares. Mas a Rua de Cândido dos Reis está a caminho de ser uma séria competidora: nas próximas semanas, abre um novo bar, no belo edifício com influências de Arte Nova, no número 75. O novo projecto vai ter como referência a Tendinha dos Clérigos, ou seja, o rock vai imperar na pista de dança, situada na cave. E ainda ouvimos falar de pelo menos mais um bar, a avançar em breve.
Mas voltemos ao Plano B. O espaço, gerido pelos arquitectos Bernardo Fonseca e Filipe Teixeira e pelo artista plástico e músico João Carlos, nasceu na sequência de festas privadas e concertos organizados no antigo armazém abandonado. O álcool e a cafetaria, aberta durante a tarde, compensam o investimento na agenda artística (que pode ser vista emwww.planobporto.com). De quinta-feira a sábado, as duas salas da cave são das mais concorridas da cidade para dar um pé de dança. Os DJ são habitualmente de topo, e já por lá passaram o francês Gringo da Parada e Reuben Wu, membro dos Ladytron. O consumo mínimo ronda os 5/7 euros.
O novo cosmopolitismo da rua não se fica pela boémia. Tendo como sócios os proprietários do Plano B, a brasileira Flavia Brunetti, consultora de moda, lançou a Mezzanine, uma concept store com 250 metros quadrados de roupa de jovens criadores, marcas exclusivas em Portugal e peças vintage. Para além disso, também há mobiliário (tudo o que está na loja está à venda), objectos de design e pequenos adereços. Na mezzanine que dá o nome ao espaço está a cabeleireira Carla Neiva.
Alguns metros depois, encontra-
-se a Take Me, um paraíso kitsch e retro. Um quadro do "menino da lágrima", colocado atrás do balcão, quase dispensa mais apresentações: entrar aqui é como viajar no tempo (ou explorar o sótão dos avós) e resgatar aquilo que agora pode ser cool (um tupperware dos anos 70 ou um aparador de madeira dos anos 60, por exemplo). Papel de parede, fotografias e artesanato urbano são mais algumas das propostas. A galeria e a pequena loja da cooperativa cultural Gesto também são locais de passagem recomendada. 
O lado tradicional
Mas também há lojas que resistem à passagem do tempo. Podemos referir, no cruzamento com a Rua das Carmelitas, os Armazéns da Capela, também chamados de A Pompadour. É um estabelecimento centenário, com um belo pára-sol de ferro e vidro. Os labirínticos Armazéns Marques Soares, a caminho dos 50 anos, têm uma entrada em Cândido dos Reis. E podemos ainda falar da Biblioteca Musical, uma loja especializada em partituras, especialmente de música clássica. A casa foi fundada em 1927, e está na rua há mais de 50 anos, com azulejos a representar Beethoven e Wagner a ladear a porta de entrada.
Mas talvez o melhor exemplo de tradicionalismo seja o Club Portuense, uma associação de carácter social e recreativo fundada em 1857, por aristocratas e burgueses. O seu carácter elitista mantém-se, e foi visível na recepção à reportagem do PÚBLICO. O porteiro de serviço indicou-nos que deveríamos "endereçar uma carta à direcção" para quaisquer informações e, em jeito de aviso, frisou que as calças de ganga e as sapatilhas eram proibidas. Não enviámos uma carta, mas sim um e-mail, inquirindo sobre quais as regras de admissão. Ficámos sem reposta, mas em clubportuense.com é possível fazer uma visita virtual aos luxuosos interiores. Já o imponente exterior está à vista de todos: o Club Portuense é um dos proprietários do Palácio do Conde de Vizela, da autoria do arquitecto Marques da Silva, e que preenche todo o quarteirão leste das Carmelitas, desde 1920.
Falta apenas recordar a figura trágica de Cândido dos Reis: o almirante republicano suicidou-se na madrugada de 5 de Outubro de 1910, pensando que a revolução tinha falhado. Na rua a que deu o nome, vive-se agora uma pequena revolução, mas espera-se que o seu final seja feliz".


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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Desejo a todos os amigosdavenida um Feliz Natal!


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Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

Baixa do Porto vê nascer mais um espaço cultural. Breyner 85 reúne ensino artístico com bares, espaços para concertos, estúdio de gravação e outras valências

David Fialho e Rui Pina procuraram durante dois anos e meio uma casa que se adequasse ao sonho que mantinham. "Vimos quase uma centena de casas, casinhas e armazéns", recorda Fialho. O resultado da procura e do tempo gasto em obras está aí: o Breyner 85 já está aberto, só para "amigos". Em Janeiro deve começar a trabalhar em pleno.
Os dois sócios investiram mais de um milhão de euros na compra e recuperação do edifício, no número 85 da Rua do Breyner, no Porto. O prédio data de 1906 (era de um médico - logo à entrada ainda permanece a sala onde funcionava o consultório) e estava desocupado há cerca de quatro anos. A verba ajuda a perceber a ambição do projecto: com quatro andares, o Breyner 85 terá, ao mesmo tempo, escolas de artes (música, dança e teatro), salas de ensaios, um estúdio de gravação, várias zonas de bar, dois palcos (um deles no jardim das traseiras do prédio, com capacidade para 250 pessoas), uma livraria especializada em arte e uma loja de equipamento musical.
A ideia inicial não era esta, assume David Fialho, de 33 anos. Em 2002, tinha como plano criar um complexo de salas de ensaio com um bar de apoio e um estúdio. "Quando tinha uma banda, aos 18 anos, ensaiávamos em sítios muito esquisitos. Apercebi--me que as bandas deparam-se com essa realidade: 'Onde é que vamos ensaiar?'", recorda. 
O projecto evoluiu para algo mais completo: "Pensei que seria um investimento maior mas mais sustentável se se tentasse fechar o círculo: aqui o músico pode aprender, criar, mostrar e editar". Está prevista a criação de uma editora que aproveite a concentração de músicos e o estúdio de gravação.

Bar para mostrar música
O espaço abre portas numa altura em que a Baixa do Porto mostra um forte dinamismo. "Esta zona da cidade está a sofrer uma metamorfose positiva. Está-se a tornar um foco importante", confirma Fialho. Mas o Breyner 85 "não é um bar", faz questão de esclarecer. "O bar está cá porque faz sentido, é a parte lúdica da música". "Somos, antes de mais, uma academia de artes com várias escolas", explica. A mistura de projectos de diferentes áreas artísticas em obras comuns será um dos caminhos a seguir de uma escola que se quer mais performativa do que teórica.
Na música, a aposta vai sobretudo para o rock. Segundo os mentores, faltava um espaço no Porto onde se pudesse aprender a tocar o estilo de uma forma séria, mas não excessivamente teórica. Novamente, a ideia surgiu de David Fialho "ter sentido na própria pele as dificuldades de um músico no dia-a-dia". No Breyner 85 será possível obter formações certificadas pela britânica Rockschool, mas também pela Associated Board of the Royal Schools of Music, dedicada à formação clássica. A agenda do espaço pode ser consultada em http://www.myspace.com/breyner85. 


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A Assembleia Estatutária (AE) da Universidade de Aveiro (UA) aprovou, esta segunda-feira, por unanimidade, a transformação em fundação pública com regime de direito privado. 

Notícia aqui



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Sábado, 20 de Dezembro de 2008

 

Vai realizar-se no próximo dia 29 de Dezembro, pelas 20.00 horas, a Sessão Ordinária da Assembleia Municipal. 
Da agenda registam-se três pontos particularmente interessantes:

  • Ponto 2. - Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2009 da Câmara Municipal de Aveiro e Serviços Municipalizados de Aveiro - discussão e aprovação;
  • Ponto 6. - Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas - Adesão e aprovação dos respectivos Estatutos;
  • Ponto 9. - Avenida Dr. Lourenço Peixinho - Delimitação e declaração de Área Crítica da Recuperação e Reconversão Urbanística;

Relativamente ao Ponto 6 - adesão da CM Aveiro à Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas - era importante que a CMA aproveitasse esta oportunidade para mobilizar o envolvimento dos agentes culturais da cidade nessa Agência.

Relembro que em 13 de Novembro deste ano a Agência apresentou, em Aveiro, a candidatura que está a desenvolver no âmbito do Programa dos Pólos de Competitividade do Ministério da Economia.

 



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Na apresentação pública da região de Aveiro - Comunidade Intermunicipal - Baixo Vouga.


"no caso de Aveiro foi ultrapassada a dificuldade clássica de articulação com (e entre) as câmaras"

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"esta região é uma parceria à escala regional, a primeira em que se encontra a sociedade de um lado (e não municípios de em separado) e o Estado do Outro"

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"o caso de Aveiro não se observa em todo o território nacional... é pena que não haja o mesmo ritmo em todas as regiões do país

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"um dos dias mais felizes da minha vida no exercício das minhas funções"

Eduardo Cabrita (Secretário de Estado Adjunto da Administração Local)

 



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notícia in site CMAgueda

"O  Município de Águeda faz parte do Lighting Living Lab em parceria com a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Águeda/Universidade de Aveiro e parceiros ligados ao sector da Iluminação, electrónica e tecnologias da informação.

 

O projecto Lighting Living Lab tem como objectivo promover a inovação e o desenvolvimento de pesquisa em novas tecnologias e aplicações na área da iluminação, com enfoque nos conceitos de Iluminação Inteligente e Iluminação Eco-Sustentável, de maneira a dar origem a novos serviços/sistemas/produtos e oportunidades de negócio.

 

A necessidade do envolvimento do utilizador final é fulcral para mudar o actual paradigma da utilização da iluminação: deixar de ver a iluminação como uma conveniência (apoio às actividades humanas em contexto de baixa iluminação), e passar a considerar a iluminação como o meio para atingir fins como, por exemplo, aumentar a sensação de conforto e aumentar o grau de personalização dos ambientes. Isto comporta mudanças comportamentais pelo que a aplicação de uma metodologia de envolvimento do utilizador é fulcral para a criação de resultados visíveis".



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Sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008

Notícia LUSA

"Aveiro, 18 Dez(Lusa) - A secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos, disse hoje que "o parque de infra-estruturas culturais mudou substancialmente", sendo necessário pensar na Cultura como factor de desenvolvimento.

 

Paula Fernandes dos Santos, que presidiu à reabertura do Museu de Aveiro após obras de remodelação e ampliação, salientou que o Programa Operacional da Cultura, com um investimento de 400 milhões de euros, ao abrigo do qual as obras foram feitas, "permitiu dotar o país de infra-estruturas susceptíveis de dinamizar as comunidades locais".

"Pensar na Cultura não é só no lado contemplativo, mas como factor de desenvolvimento", salientou.

A secretária de Estado reconheceu que "há muito património carecido de intervenção", mas sublinhou que "o parque de infra-estruturas culturais mudou substancialmente".

O seu aproveitamento, disse, "implica um programa de trabalho exigente em que todos estão envolvidos, em que é fundamental captar novos públicos, desenvolver conteúdos, criar redes de programação, ter uma gestão flexível, estabelecer parcerias e essas infra-estruturas de meios humanos e financeiros".

A obra de ampliação e requalificação do Museu de Aveiro, antigo Convento de Jesus onde se acolheu a Princesa Santa Joana, obedeceu a projecto do arquitecto Alcino Soutinho, representando um investimento superior a cinco milhões de euros.

O acervo, com origem nos espólios do Convento de Jesus e de outras casas religiosas da cidade e do País extintas com a legislação liberal, abrange colecções de pintura, escultura, paramentaria, azulejo, ourivesaria, mobiliário, cerâmica com particular incidência no período barroco. Possui ainda um fundo documental dos séculos XV ao XIX".

MSO

Lusa / Fim

 



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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Notícia JN

 

 

00h30m

JESUS ZING

"A proliferação de pombos na cidade de Aveiro está a preocupar a Câmara, que vai desenvolver uma campanha de sensibilização junto da população para os efeitos nefastos nos edifícios e mesmo nas pessoas.

Distribuição de folhetos e publicidade em mupies alertando para a necessidade de as pessoas não darem comida aos pombos que estão a transformar-se numa "praga" com prejuízos incalculáveis no edificado e com repercussões na sua das pessoas, é o mote de uma campanha que a edilidade vai desenvolver.

Segundo no vereador Capão Filipe, que esteve presente na apresentação de um estudo de caracterização da distribuição e abundância da população do pombo-doméstico na cidade de Aveiro, a colocação de imagens publicitárias será feita nos dois locais mais críticos da cidade - praça Joaquim Melo Freitas, junto aos Arcos, e na rua S. João da Madeira, no Bairro de Santiago.

O estudo foi feito por António Luís, do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, que anunciou que está em curso um estudo similar sobre a população das gaivotas no aterro municipal e um outro, na área da psicologia, que deverá estar concluído entre Maio e Junho, para apurar a relação que há entre as pessoas e os animais. "Não estamos aqui para eliminar os pombos mas para conhecer a situação", disse António Luís, salientando que no início do trabalho chegou a receber mensagens ameaçadoras e referiu que a alimentação é feita normalmente da manhã. "As pessoas na sua boa fé dão comida aos pombos, mas os efeitos são negativos", salientou.

O veterinário municipal, Carlos Silva, chamou a atenção para os perigos, em termos de saúde pública, que os pombos podem trazer às pessoas, nomeadamente ao nível das doenças respiratórias, digestivas e cutâneas".


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Notícia LUSA/SOL

 

O presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro(CIRA), Ribau Esteves, reivindicou hoje «o poder regional para os aveirenses, como têm açoreanos e madeirenses»

«É preciso exigir ao governo mais descentralização, exigir regionalização. Chega que a regionalização e desenvolvimento, que a capacidade de mandar mais, sejam só privilégio de açoreanos e de madeirenses» disse Ribau Esteves.
Para o presidente da CIRA, «é importante que os aveirenses, os transmontanos, os alentejanos e os algarvios também tenham condição de gerir poder, retirando-o aqueles que se tornam lisboetas quando se trata de gerir interesses!».
Ribau Esteves falava na apresentação pública da nova estrutura associativa intermunicipal, constituída por 11 municípios ribeirinhos, que vai ter como uma das principais tarefas o acompanhamento do programa Polis Ria de Aveiro.
No entanto, os municípios da Ria querem mais e Ribau Esteves e vão continuar «uma luta não ganha pela gestão integrada da Ria e pela sua liderança».
Os projectos a financiar por fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégico Nacional(QREN), já contratualizados com a entidade gestora do Plano Operacional do Centro(PO Centro), estão entre as prioridades da associação para o próximo ano.
Reagindo à intervenção de Ribau Esteves, o secretário de Estado adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, vincou a postura descentralizadora do governo, que avançou com o novo modelo de associativismo entre os municípios, entregando-lhes mais responsabilidades e repartindo recursos.
Eduardo Cabrita destacou a criação, pelo governo, de um modelo de acção intermunicipal, em que as comunidades criadas passam a ser parceiros em tudo o que seja necessário ouvir a região, numa escala que ultrapasse as questões específicas de cada município.
«A confiança na capacidade de gestão conjunta de fundos públicos é uma reforma estrutural e um virar de página, em que passamos da retórica da afirmação regional para um efectivo trabalho responsabilizador», disse. 
Segundo o secretário de Estado, «a aposta no modelo de gestão descentralizada do QREN, foi um modelo decisivo para permitir o que é um indiscutível sucesso que se está a verificar».
«A gestão de parte significativa de um fundo de desenvolvimento regional vai ser feita pelas autarquias, não a título excepcional e relativamente a parcelas menores do programa, em duas ou três regiões do país, como anteriormente acontecia, mas será gerido, num montante que se aproxima já dos 30 por cento dos programas regionais, em todos o espaço territorial», concluiu.



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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

(comentário enviado para amigosdavenida@gmail.com por Maria Mendes)

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"Considero importante que se tenha em conta a dimensão do espaço abarcado pela definição "tecido urbano da cidade de Aveiro" que tende, actualmente, a ser delimitado por uma muralha de zonas industriais. De facto, no meu entender, é chocante  que num espaço tão restricto ainda hoje se detectem  assimetrias graves definidas pelas ausências de saneamento básico, de passeios, sinais de trânsito, transportes, estradas em boas condições etc.... Relembro que esta imagem "de uma terra descuidada" é a que se tem quando entramos pela A17, A1, a menos de 6-8km do forum. É por isso incompreensivel que perante este facto se continue a fazer e refazer obras nos mesmos locais de sempre e se discuta somente a "decoração" de um pequeno "quarto da casa".

Se tal atitude de abandono é consciente então que seja assumida , que se fechem as casas, se proibam as pessoas de viverem em locais que vão para além do Jumbo...."
 



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 Notícia ONL

Nova Região de Aveiro apresenta-se quinta-feira
2008/12/16

"Com um mandato de menos de um ano, por coincidir com o ciclo autárquico, a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro – Baixo Vouga, com 11 municípios associados, apresenta-se publicamente esta quinta-feira, 18 de Dezembro numa sessão de divulgação das Grandes Opções do Plano 2009 e os seus Principais Projectos e o Plano Territorial de Desenvolvimento e Contratualização.

A sessão começa às 10:00h, no Edifício da Antiga Capitania, em Aveiro, abrindo com o vídeo «Ria de Aveiro». Às 10:30h, são apresentadas as Grandes Opções do Plano 2009 e os seus Principais Projectos, pelo presidente do Conselho Executivo, Ribau Esteves.

Às 11:30h, o Pró-Reitor da Universidade de Aveiro, Rosa Pires apresenta o Plano Territorial de Desenvolvimento e Contratualização QREN.

O Secretário de Estado Adjunto e da Administração, Eduardo Cabrita, encerra a sessão".



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Excerto da entrevista da Dr.ª Margarida Ferreira, Directora do Museu de Aveiro

"Cada vez mais, tem importância o contributo do trabalho voluntário. Até agora, a experiência que temos tido com voluntário tem sido fantástica na área do restauro. Jovens que procuram a primeira situação real de trabalho após a conclusão dos cursos.Este novo modelo de Bolonha já não contém estágios integrados, pelo que os jovens licenciados têm, por meios próprios, que procurar oportunidades para a prática. Mas tenho esperanças de vir a ter outro tipo de voluntários, nomeadamente seniores. Pessoas com menos actividade profissional, ou já reformados, com gosto pela arte e pela história do convento e que queiram ajudar-nos. Acredito que há muita gente em Aveiro que sabe muito e que podem transmitir esses conhecimentos. Mas importa referir que os serviços essenciais de uma casa como esta têm de ser assegurados por um “staff” permanente, há funções que não podem ser alienadas nem passadas para pessoal transitório. Mas há outras funções que consomem recursos importantes e que podem ser perfeitamente desempenhadas por pessoas de fora, concretamente voluntários". 


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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

O que pensa sobre o futuro da cidade?

Envie-nos o seu artigo de opinião.

 

(leia os artigos do Dossier "Futuro da cidade")



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canal de s. roque (santo protector contra a peste e padroeiro dos inválidos e cirurgiões, diz a wikipédia)


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canal de são roque, água de veludo...


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publicado por JCM às 22:42 | link do post | comentar | favorito

 A cultura e os códigos com que se manifesta e faz registar são de diversa ordem, podendo ser de natureza material, imaterial e simbólica. Para a actualidade, existe ainda um interesse maior em tornar a cultura como um elemento ou factor de desenvolvimento económico local e regional. Este factor deverá ser capaz de gerar um novo conceito de cultura que cruze a dimensão poética, de cultura como memória e identidade colectiva, com a dimensão mais quantitativa e de cariz financeiro que responda aos desafios da competitividade e da globalização. Enfim, novos âmbitos, novos contextos e novas metodologias de intervenção de base cultural se avizinham e se preparam para que as entidades públicas e privadas se intersectem, à escala das suas capacidades, no sentido de estudarem um conjunto de novas tipologias para a intervenção cultural no território – no tecido urbano, nas áreas protegidas, na paisagem, etc.. É crescente o interesse dos municípios e do sector terciário em criarem extensões da sua acção aos domínios da cultura, gerando uma diversidade de actividades relacionadas com novas lógicas de consumo e de produção cultural. Autarcas, associações e demais grupos de interesses profissional e cívico, tais como os comerciantes e outros agentes económicos, exploram o potencial das actividades culturais para a promoção de valor económico, para a criação de emprego, para a dinamização de lógicas de participação e integração social e ainda para a valorização de tradições locais ou regionais. Cumpre às entidades públicas, e aos municípios em especial, uma outra função e que se inscreve na constante preocupação de fixar fluxos e dinâmicas populacionais em territórios ou áreas urbanas desvitalizadas, sem identidade e sem magnetes de atractividade.

O seminário “ O Futuro da Avenida – Dr. Lourenço Peixinho” recentemente promovido pelo Município de Aveiro fomentou o debate destes conceitos servindo de plataforma à participação cívica, de iniciativa municipal e resultante de uma vontade que é manifestamente a de um colectivo social ao qual me ligo.

No caso da Avenida Lourenço Peixinho, e estando eu mesma integrada nas actividades culturais da cidade pela via do cargo que desempenho como directora geral do Teatro Aveirense e ainda como elemento de um grupo de trabalho para a valorização de um acervo de Arte Contemporânea a instalar em Aveiro proveniente do Ministério da Cultura, a minha posição é a de que a Arte e os actores culturais podem ser, entre tantos outros produtores criativos, a força propulsora para a regeneração urbana desta artéria.

Conjugando o “Habitar na Avenida” com novos conceitos de residências artísticas partilhadas, em cruzamento com habitação de pequena escala – os apartamentos smart´s – e a captação de promotores do imobiliário com atitudes mais micro direccionadas para estes potenciais residentes, poderemos criar a noção e concretização de uma Avenida de Arte Contemporânea em Aveiro. Se a esta nova ocupação com novos habitantes criativos se anexar a ideia de criar um longo corredor de montras que exibam a produção artística resultante, que promovam a venda de produtos diferentes, que tragam nomes de referencia nas artes performativas em geral e ainda nos sectores da moda, do design, e da produção artística de “autor”, começaremos a ter uma lógica de produção e de consumo cultural específico que atraem e fomentam novos agentes económicos e novos fruidores / utilizadores do espaço da Avenida.

A mobilidade franca e pedonal dos utilizadores na Avenida deve ser materializada na oferta dos seguintes equipamentos:

_ passeios largos e com pavimentos “criativos” que realcem a técnica ancestral da calçada portuguesa dando o lugar a esplanadas e a palcos convidativos à representação performativa das artes;

_ acesso condicionado de carros particulares, devendo estes circular de modo controlado e na transversal ou perpendicular à Avenida;

_ utilização do Túnel inferior à Estação de Caminhos de Ferro de modo também mais criativo com intervenções localizadas de arte urbana/pública ao longo da via e no pavimento e com inserção de elementos que interpelem o quotidiano da sociedade recorrendo à comunicação em suportes multimédia;

Ainda neste sentido,

_ a ocupação do Edifício da CP com um centro coordenador de Arte Contemporânea para apoio a exposições e valorização do acervo da DGartes do Ministério da Cultura protocolado com a Câmara Municipal de Aveiro e a Universidade de Aveiro;

_ a criação de um centro documental das artes para a consulta de documentação relacionada com os vários domínios artísticos;

_ a instalação de obras artísticas resultantes de projectos experimentais realizados ao nível das novas linguagens e das artes digitais, da multimédia e afins. Estas poderiam ser instaladas em edifícios com peso estético e simbólico muito forte na Avenida, tais como: a Garagem Atlântic, o exBazar do Centro, a pastelaria Selectarte e a sede do Partido Comunista Português, a sede do Sport Club Benfica, a exCapitania do Porto de Aveiro, A Casa Paris, o café Ziz Zag, a exLivraria Vieira da Cunha, ....etc.

Esta atitude implica uma expressiva materialização de equipamentos “flagship” que se destacam pela inovação da sua ocupação e pela capacidade interventiva na vida cultural da cidade, mais do que pela interferência na sua arquitectura. A par com estas intervenções materiais e de territorialidade bem definida deverão ocorrer intervenções imateriais baseadas na realização de festivais, de exposições, de performances, etc.

Em suma, estes eventos desencadeiam e promovem a troca de ideias e experiências várias contribuindo para a regeneração urbana sendo, do meu ponto de vista, urgente a aplicação de novas estratégias de comunicação. Saliento ainda que a par com uma nova atitude de base cultural e comunicacional devemos implementar lógicas de valorização da diferenciação territorial, através de recursos endógenos afirmando novos programas de vida comunitária, de novos conteúdos sociais  e económicos capazes de reafirmar a identidade local. Estes conteúdos deverão ser associados às novas tecnologias de informação e da comunicação por forma a que a arte e a cultura gerem e motivem a adesão das populações a estes desafios.

Reforço ainda, que um Centro de Arte Contemporânea e um conjunto de residências para jovens artistas e criadores instalados ao longo deste eixo central da cidade seria um potencial elemento ou factor de competitividade e de inovação para além de ajudar a fixar novos utentes e residentes na Avenida.

Existem muitos outros programas que vão para alem do de base cultural aqui referido e que  ajudariam a fixar neste espaço outros produtores e catalizadores de vida e qualidade urbana. Os novos paradigmas da cultura funcionam em cadeia com outras dinâmicas empresariais de oferta multidisciplinar e com as quais se teriam que criar cumplicidades várias, cruzamentos e interacções fortes, que fundissem uma ligação intra urbana. Uma ligação extensível a todos os agentes locais de desenvolvimento cultural, económico, social, educativo, de bem estar, de saúde e de lazer. A união faz a força!

 

Da LUZ Nolasco Cardoso,

publicado no Jornal "O Aveiro"

Aveiro, 2 de Dezembro de 2008



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Após uma "curta" ausência a princesa volta ao nosso convívio...

 



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Transformação de sonhos em imagens pode estar próxima, Diário Digital

Serão a cores ou a preto e branco?


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Terra dos Sonhos é o mais recente projecto da empresa municipal Feira Viva, dirigida por Paulo Sérgio Pais. A quinta do castelo é por estes dias um mundo mágico, para miúdos e graúdos, Notícia Público

(…)

A Terra dos Sonhos pretende que mais novos e menos novos partilhem situações que não acontecem no dia-a-dia. É com encanto que se pode subir a uma gruta ou bater à porta do Pai Natal. E, à volta, vivem todos os sonhos. Na quinta do Castelo, espaço idílico, está a casa dos anões, do Capuchinho Vermelho, a carpintaria de sonhos. Um universo de magia com um aspecto fundamental: permitir ao visitante entrar nos sonhos e fazer parte deles.

A Terra dos Sonhos é uma procura de diferença, uma procura arriscada numa época arriscada. Mas acreditamos que, com o know-how acumulado, conseguimos criar essa dinâmica de qualidade nos projectos que desenvolvemos. Pretendemos posicionar Santa Maria da Feira de forma mais regular durante o ano, em termos de notoriedade. Depois de o Imaginarius [Festival Internacional de Teatro de Rua] ganhar uma enorme visibilidade como produto de altíssima qualidade, de a Viagem Medieval se ter tornado um ícone da Feira e uma referência nacional, sentimos necessidade de criar algo no último trimestre que tivesse a dignidade dos outros projectos. Acreditamos que há conteúdos apetecíveis e uma mobilização natural para os receber.

(…)
E apostaram na "prata da casa". Contrataram professores e companhias do concelho. 
Neste momento, duas escolas do concelho têm mais de 100 alunos inscritos nos cursos de Animação Sociocultural. É um dos resultados do processo que se foi desenvolvendo ao longo dos anos. É o que, com algum prazer, denominamos "geração Imaginarius", "geração Viagem Medieval". Hoje somos surpreendidos com iniciativas que nada têm a ver com a Feira Viva, com a câmara municipal.
(…)

Que impacto é que as actividades culturais e desportivas, como o 24 Horas a Nadar, que foi para o Guinness, têm a nível social, cultural e económico?
Com o 24 Horas a Nadar pretendemos mostrar que as piscinas não são apenas para nadar para trás e para a frente. Hoje temos 700 pessoas na hidroginástica. Na parte cultural, temos uma população que cresceu, que começou a ver o Imaginarius com 15 anos. Tentamos, em todas as iniciativas, trabalhar com o projecto "envolver", que significa não ser visitante, mas participante. Só assim se explica que mais de mil senhoras, de forma voluntária e empreendedora, se dispusessem a fazer uma colcha para colocar na Ponte de D. Luís, no Porto, e mais de mil pessoas se disponibilizassem a participar no cortejo da Viagem Medieval.
(…)

A crise não impede a Feira de apostar na cultura?
A Feira não é um oásis. A cultura desenvolveu uma economia local com algum significado, a nível da hotelaria e restauração. Recentemente, aderimos à Agência das Indústrias Criativas, porque acreditamos que é possível transformar a dinâmica local numa indústria criativa, numa indústria que produza retornos. E, cada vez mais, há capacidade de exportamos para outras realidades o know-how e todo o trabalho que tem sido desenvolvido. 
...

sublinhados meus, sonhos meus!

JCM


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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

extractos da entrevista a O Aveiro do Presidente da Associação Comercial de Aveiro

ed. 873, 12 de Dezembro de 2008

Propostas - Jorge Silva, presidente da Associação Comercial de Aveiro

...

A ACA concorda que é preciso fazer alguma coisa pela Avenida porque de dia para dia ela degrada-se. Neste momento estamos com um núcleo de comerciantes que têm interesses na Avenida a fazer um estudo que está a ser trabalhado com a ajuda de um núcleo de arquitectura da cidade. Esperamos no início do ano apresentar esse trabalho ao público e que terá a perspectiva dos comerciantes para o futuro da Avenida.

Retirar os carros nem pensar. Isso é estar a matar coisas. E nós temos de evoluir nas situações. Dou-lhe o exemplo da Rua Direita que, na nossa opinião, e apesar dos serviços das finanças e os da própria Câmara terem saído daquela zona, perdeu por estar pedonalizada. Se calhar não deveríamos pedonalizar a cem por cento. Tem de haver uma situação de compromisso entre o automóvel e o peão.

Acções de requalificação para a Avenida… Mais limpeza, passeios melhor arranjados e mais mobiliário urbano. E eu, pessoalmente, questiono muito as árvores da Avenida. É um toque antigo mas temos de evoluir. O passeio central é algo de morto e de não útil. E há que alargar os passeios laterais. São opiniões minhas mas que começam a ser transversais a muita gente.

Por minha iniciativa as árvores do passeio central teriam de desaparecer todas para se colocar árvores nos passeios laterais de uma outra maneira. Na altura própria esta ideia será explicada. Mas parece-me que tem cabimento.

Isto poderá levantar movimentos da população contra o corte? Não, até porque estaríamos a substituir árvores por árvores. Faz sentido ter árvores na Avenida mas não como as actuais cujas raízes prejudicam tudo e mais alguma coisa e cujas copas são enormes para a Avenida que temos.

A Avenida há 20 anos atrás era uma zona comercial nobre da cidade. Hoje em dia está descaracterizada em termos comerciais. As casas comerciais não são as mesmas. Na minha opinião o comércio desvirtuou-se um pouco. Há casas comerciais, nesta zona nobre, que não têm a nobreza que deveriam ter. Com o devido respeito que tenho por elas, há comércio e comércio. Uma coisa é vender baldes de plástico, outra coisa é vender roupa de classe. Tem de haver algum equilíbrio.

..

Na baixa da cidade, termos casas comerciais com um nível um pouco inferior àquilo que todos nós gostaríamos que tivessem, não abona nada. Deveríamos ter nas zonas principais da cidade a excelência do comércio. Essa é a lógica. Se isso não acontece alguma coisa está errada. Tem de haver algum cuidado a licenciar. Não se pode ter uma oficina de automóveis ao lado de uma loja de roupa e a seguir um cabeleireiro. Há coisas que chocam.

Sobre a construção de um parque de estacionamento subterrâneo? À volta da Avenida já temos vários parques para várias centenas de carros. Acho que há estacionamento mais do que suficiente para ter de se esventrar a Avenida com obras que se calhar demorariam muito tempo. E não sei se as casas comerciais teriam sustentabilidade para se aguentarem… Só se, aquando da candidatura, tiverem o cuidado de contemplarem as casas comerciais com um subsídio para que elas se possam aguentar.

 …

O comerciante deixou-se estar, foi-se acomodando à realidade e quando deu conta passou-lhe o negócio à frente. Muitas vezes tentaram-se renovar mas não é suficiente porque tem de haver um todo. Se olharmos para a cidade, em especial para o centro, vemos que as casas habitacionais estão vazias. Há uma desertificação do centro da cidade. E tem de haver habitantes para que haja vida, para que haja comércio.

O comércio tradicional está condenado à extinção? Está condenado se entendermos que as cidades vão continuar a esvaziar-se de gente. Aí sim, sem pessoas não há quem compre. Não podemos criar uma cidade e criar nela vários departamentos: no bairro x colocar serviços, no bairro y indústria, no bairro z comércio… Tem de haver um todo a funcionar. As coisas têm de ter alguma ligação, caso contrário não funcionam. E essa ligação compete à Câmara fazê-la. Numa primeira fase têm-se de criar boas condições aos comerciantes.

Como é o clima actual entre os comerciantes? Clima de tristeza, de preocupação e de dificuldade. Se calhar se as coisas tivessem outro aspecto as coisas estavam melhores. Aliás, a própria Câmara também está preocupada com isso senão não fazia os eventos que tem feito sobre a revitalização da Avenida.



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Design de informação no território

Pela mobilidade sustentável nas cidades

um projecto de tese de mestrado de Joana Santos (DECA - UA)

 

 


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Retomando a discussão sobre os três pilares para uma reflexão sobre o futuro da Avenida, com um enfoque particular na Identidade e na Comunidade, proponho mais um exemplo interessante, desta vez directamente do Chile:

 

"El Laboratorio Urbano Colaborativo (LUC) es un espacio de experimentación y cooperación entre colaboradores diversos y colectivos interdisciplinarios urbanos.

El seminario internacional “Ciudad y Deseo” apunta a abrir la discusión, el análisis y reunir diversas miradas sobre la ciudad que deseamos, en el marco de este encuentro surge un intercambio de ideas y relatos que tienen como protagonistas algunos lugares emblemáticos de la ciudad, pero especialmente a sus actores. La construcción de la “ciudad que deseamos” no puede prescindir de la historia de la ciudad que vivimos y por esto es tan importante crear espacios para la transmisión y reconstrucción de nuestra memoria urbana, en este caso desde metodologías colaborativas y experimentales en los territorios, a través de Acciones de vinculación con el lugar y sus protagonistas, conversatorios, y de proyecciones de documentos históricos, así como un espacio de trabajo en tiempo real en las salas del museo como taller abierto y (sobre)expuesto."

 

(Sublinhado meu)

Ver mais.



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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

 

Um exemplo (Atlanta, EUA)

 

Key questions to be answered:

  • What can we do now to create the Avenue we want to see in 5, 10, 25 or 50 years?
  • How can we encourage a diverse and sustainable mix of housing, employment, shopping, business, and open space?
  • How can we promote and encourage smart growth and redevelopment while protecting the neighborhood’s existing character, businesses and residents?
  • What can we do to improve the corridor’ visual character?
  • How can we encourage growth and development along the Avenue?
  • How can we create a strong positive identity and character for the Avenue corridor?
  • What are the corridor’s strengths, and what can we do to capitalize on those strengths?


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publicado por JCM às 18:56 | link do post | comentar | favorito

 



publicado por JCM às 14:00 | link do post | comentar | favorito

A dinâmica de mobilização em torno da reflexão sobre o futuro da Avenida, que teve o seu pontapé de saída com a organização, pela CMA, de um Seminário no passado dias 6/7 de Novembro, teve repercussões em vários sectores da sociedade Aveirense.

Para além da mobilização de um conjunto de cidadãos, que sobre esta matéria têm manifestado opinião nos media, a Associação Comercial de Aveiro organizou um grupo de trabalho especificamente para reflectir sobre a Avenida e encomendou um estudo que pretende abordar "o espaço físico e outros factores que interferem na sua actividade".

Internamente, e de acordo com as palavras do seu Presidente, a autarquia encontra-se a reflectir com "prudência e a recolher o máximo de contributos da população, antes de tomar decisões que podem ser irreversíveis". É uma decisão sensata. Todos os processos de transformação deverão ser pensados com cautela e bem fundamentados.

Contudo, existe o risco (de que a notícia do JN dá eco) de se instalar a ideia de que a intervenção só vai começar a produzir resultados em 2010. E o de que os resultados são, sobretudo, de natureza física – "a obra".

A avenida precisa mais do que pequenas "intervenções pontuais de manutenção das árvores e dos passeios e de limpeza". Mas também precisa mais do que um projecto urbanístico. Precisa, sobretudo, de encontrar um modelo funcional e conceptual – onde se equacionem os diferentes usos possíveis (comércio, cultura,  tecnologias…), um modelo de gestão partilhada (articulando os diferentes agentes – comerciantes, agentes culturais e autarquia) e uma metodologia para atrair os investimentos e os projectos âncora que a poderão ajudar a transformar-se (novamente) num espaço de referência da cidade.

Muita desta reflexão pode já começar a ser feita (por ex, sentando os agentes à mesa) e a produzir alguns resultados. Não será ainda "a obra", mas serão, porventura, os alicerces fundamentais para que a obra a fazer seja a mais adequada!

 JCM



publicado por JCM às 12:18 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

Notícia JN

 

00h46m

JOSÉ C. MAXIMINO*, * COM AGÊNCIA LUSA

"A Câmara de Aveiro não vai intervir no espaço público da Avenida Dr. Lourenço Peixinho, por sua iniciativa, antes de 2010. A intenção, comunicada recentemente aos comerciantes, não agrada à Associação Comercial.

A Autarquia tem de actuar com prudência e recolher o máximo de contributos da população, antes de tomar decisões que podem ser irreversíveis, explicou o presidente da Câmara, Elio Maia, em declarações à agência Lusa, que não agradaram ao presidente da Associação Comercial de Aveiro (ACA).

Para Jorge Vieira, "é grave" se não se fizer nada na avenida até 2010. "Então, vamos deixar a avenida continuar a degradar-se até lá?", questiona o presidente da ACA, insistindo em que "é preciso fazer qualquer coisa rapidamente, de preferência intervenções pontuais de manutenção das árvores e dos passeios e de limpeza". Os comerciantes, recorda-se, criaram, recentemente, uma comissão, no seio da ACA, e encomendaram um estudo para a principal avenida da cidade. Segundo Pedro Vieira, da comissão, os comerciantes não vão voltar a pronunciar-se, publicamente, até o estudo que encomendaram - e que abordará o espaço físico e outros factores que interferem na sua actividade - estar concluído .

"Contamos que ainda este mês esse estudo fique pronto e iremos comunicar os seus resultados à Câmara e à Junta de Freguesia e só depois assumiremos uma posição pública", disse, à agência Lusa, Pedro Vieira. O futuro da Lourenço Peixinho tem sido objecto de discussão pública devido à sua descaracterização, à degradação de imóveis e espaços públicos e à falta de harmonia arquitectónica que apresenta.

Montra de Aveiro por excelência, que já foi, a avenida está hoje quase despovoada. Ao longo dos anos, bancos e seguradoras ocuparam antigos cafés, houve vivendas destruídas para dar lugar a prédios de escritórios e apartamentos e lojas que fecharam, face à concorrência dos centros comerciais .

Depois do encontro de dois dias, promovido pela Câmara, em Novembro, o assunto voltou à última reunião de Câmara. O vereador Marques Pereira (PS) desafiou a maioria PSD/CDS a revelar as suas opções urbanísticas para a avenida, mas o presidente, Élio Maia, remeteu para as conclusões que forem extraídas da discussão em curso".

 


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publicado por JCM às 12:42 | link do post | comentar | favorito

"Foster Healthy CommunitiesHow a community is designed -- including the layout of its roads, buildings and parks -- has a huge impact on the health of its residents. For instance, nearly one-third of Americans live in neighborhoods without sidewalks and less than half of our country's children have a playground within walking distance of their homes. Barack Obama introduced the Healthy Places Act to help local governments assess the health impact of new policies and projects, like highways or shopping centers".

...

change.pt?



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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Performas, 10 Dez. (4ª Fª), 22.30

CARLOS "ZINGARO" 
violino, electrónica
ULRICH MITZLAFF 
violoncelo, electrónica
 



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in Público

07.12.2008, Alice Barcellos

A Digitópia é um projecto de criação musical em computador, cujo software foi produzido na Casa da Música. Qualquer um pode fazer as suas próprias composições

Não saber tocar um instrumento, cantar ou interpretar pautas já não são desculpas suficientes para não entrar no mundo da música de forma activa. O computador tornou-se num potente instrumento musical e quem quiser comprovar isto com os olhos e ouvidos pode recorrer a um projecto da Casa da Música (CM), a Digitópia - Plataforma para o Desenvolvimento de Comunidades de Criação Musical em Computador.
Para começar a desenvolver um beat electrónico ou uma escala de notas com o som de um piano não é preciso procurar muito, a Digitópia tem o seu espaço físico nos computadores localizados ao lado das bilheteiras da CM. Não chama muita atenção à primeira vista e, por vezes, pode ser encarada apenas como "12 computadores que foram postos à entrada da Casa da Música", explica o curador do projecto, Rui Penha.
Mas a Digitópia é muito mais do que isso. "A ideia é que qualquer um pode fazer música electrónica sem ter nenhuma formação adequada", explica Rui Penha, que também é músico e compositor. "Toda a gente pode e deve ter uma identidade criativa", completa o responsável. 
Para esta tarefa, o utilizador comum, que chega pela primeira vez à Digitópia, não está sozinho. O projecto, que funciona das 10h00 às 19h00 na CM, conta, a partir das 16h00, com monitores especializados, que estão aptos a ajudar os mais interessados a aprofundar conhecimentos e, quem sabe, começar uma carreira musical. "Claro que há também pessoas que experimentam e chegam à conclusão que não têm muito jeito para a música", refere um dos monitores do projecto, Nuno Peixoto. Com Ana Mendes aconteceu o contrário. Sentada num dos computadores da Digitópia e com os auscultadores aos ouvidos, esta liboeta de 26 anos começava a dar os primeiros passos no Garage Band, um dos programas de criação musical. "Conheci o projecto quando vim ver um concerto e vi um pouco de um workshop que estava a ser dado para uma escola", conta. Ana, que estudou piano durante seis anos, reconhece "que hoje é muito fácil compor música", realçando a necessidade "de existirem mais espaços como a Digitópia". Apesar de viver na capital, Ana Mendes diz que frequenta a CM com regularidade. "Falta em Lisboa uma Casa da Música", afirma.
Software da Casa
Desde 2007, altura em que a Digitópia começou a funcionar, o projecto já foi apresentado e distinguido em conferências internacionais. Este ano passou pela International Computer Music Conference, em Belfast, e pela Digital Resources in the Humanities and Arts, uma conferência em Cambrigde. O projecto envolve não só a Casa da Música, mas também a Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores e a Universidade Católica.
Os dois programas de produção musical feitos de raiz na Casa da Música, por Rui Penha, mereceram uma menção honrosa no Lomus 2008 - International Music Software Contest, organizado pela Association Française d'Informatique Musicale. Políssonos e Narrativas Sonoras são os dois softwares desenvolvidos que estão disponíveis para quem queira aprender a trabalhar com eles. Estes programas são freeware e open source, logo qualquer um pode fazer o download dos programas para os instalar no seu computador e trabalhar onde quiser. E mais, o facto de ser open source permite fazer modificações no próprio programa. "O nosso software é uma abordagem diferente do que já existe", diz Rui Penha. "O objectivo era desenvolver um programa que permitisse fazer música no computador, fácil de aceder e usar, que abrisse novas fronteiras aos utilizadores, que qualquer pessoa pudesse fazer o download do software", explica o curador da Digitópia, lamentando que "ainda haja resistência de algumas pessoas de fornecerem os seus conteúdos de forma livre". 
Narrativas Sonoras: explora a textura métrica e o timbre específico de cada som, combinando as suas prioridades.
Políssonos: inspirado nos polígonos, ilustra a relação entre música e matemática, através de uma forma fácil de criar música.
Digital Jam: também criado na Casa da Música, permite uma improvisação em conjunto, através de computadores ligados em rede.
Garage Band: com um interface simples permite sequenciar sons (loops), é muito popular entre os jovens.
Pompiloop: desenvolvido no Centro Georges Pompidou, é dirigido a crianças.
Reason: simula sequenciadores, sintetizadores, mixers e outros aparelhos electrónicos. 
a Quantas pessoas recebem por dia e quantos utilizadores já passaram pela Digitópia? O facto de não existirem respostas concretas para estas questões também é outro factor sui generis do projecto da Casa da Música.
"Há muita gente a frequentar a Digitópia, sabemos pelo número elevado de ficheiros guardados nos computadores e pelos digi reports [relatórios escritos diariamente pelos monitores]", conta Rui Penha, curador do projecto. "Não há qualquer tipo de dados concretos sobre as pessoas que usam o projecto", refere o responsável, concluindo que este é o "espírito de abertura existente na Casa da Música". "É ideia de que o espaço está vivo", completa.
"Qualquer coisa feita aqui nos computadores entra no domínio público, mas há um grande anonimato no que se está a fazer. Talvez alguma música feita aqui já tenha sido tocada em alguma festa privada ou numa rádio", supõe Rui Penha. 
O ambiente informal da Digitópia pode contribuir para que "todos os dias de trabalho sejam diferentes", diz o monitor Nuno Peixoto. Os computadores servem não só como instrumentos musicais, mas também como "ponto de encontro" ou "sala de espera". "Há pessoas que marcam encontros na Digitópia, outras que só vêm aqui para ouvir música", conta o monitor. 

Rui Penha também realça que já houve pessoas que se conheceram na Digitópia, "deram aqui os seus primeiros passos na música", não fosse um dos objectivos do projecto a criação de comunidades de música electrónica. A.B.  

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Uma forma inteligente de estimular uma comunidade criativa, seguindo o velho princípio de Auguste Gusteau... 

Aveiro também tem competências muito importantes e relevantes no domínio da música e das tecnologias. Falta-lhe, porventura, encontrar a sua receita original!  



publicado por JCM às 18:57 | link do post | comentar | favorito

 

in Público

07.12.2008, Inês Boaventura

"Estamos no mapa e não vamos sair", diz o presidente da associação empresarial, que garante que esta zona de Lisboa se tornou apetecível para as empresas de design e arquitectura

"Criar um laboratório dedicado à produção e mostra de design, promover a recuperação do Jardim Nuno Álvares e disponibilizar Internet sem fios nas ruas e esplanadas são alguns dos projectos da Associação Empresarial do Bairro de Santos. Após três anos de actividade, a associação orgulha-se de ter colocado a zona no mapa como "cluster do design", mas lamenta a falta de apoios públicos.
"Estamos cá, estamos vivos e tem valido a pena", afirmou o presidente da associação responsável pela criação do Santos Design District, acrescentando logo depois ter perdido "completamente a esperança" em entidades como o Turismo de Lisboa e a câmara municipal. "Somos muito bem recebidos, acham o projecto maravilhoso, mas o resultado é zero", constata com tristeza Gustavo Brito.
Como exemplo, o proprietário da loja Paris:Sete conta que a associação apresentou à Câmara de Lisboa um projecto, desenvolvido por um arquitecto paisagista, para a requalificação do jardim do Largo de Santos, tendo ainda arranjado um patrocinador disposto a suportar a obra e a manutenção do espaço. A proposta, lamenta Gustavo Brito, ficou sem resposta, tal como uma outra que implicava a instalação de uma antena num edifício camarário para disponibilizar Internet sem fios na zona. 
"É ingrato, mas este projecto é de tal maneira a longo prazo que se não for com esta vereação há-de vir outra", diz, sublinhando que a associação a que preside não pede "nem um tostão" à autarquia, mas apenas autorização e condições para avançar com estas e outras propostas. 
Apesar da falta de apoios públicos, Gustavo Brito não hesita em afirmar que a iniciativa que arrancou há três anos já produziu resultados concretos, nomeadamente atraindo novos clientes e empresários a Santos. "Estamos no mapa e não vamos sair", diz o dirigente associativo, acrescentando que "hoje em dia quem pensa instalar uma empresa ligada ao design ou à arquitectura equaciona sempre esta zona". 
Prova disso é a abertura no Largo de Vitorino Damásio, há cerca de um ano, da marca de mobiliário de exterior Gandia Blasco. Madalena Leite Castro, uma das responsáveis da loja, explica que a escolha desta localização foi motivada pela concentração em Santos de negócios da mesma área, possibilitando a realização de "acções conjuntas" e a criação de "sinergias"". 



publicado por JCM às 18:53 | link do post | comentar | favorito

Sábado, 6 de Dezembro de 2008

 "CLICK", sábado, às 13h30 na Antena 1

Emissão de 06/12/08



"Murtosa e Oliveira de Frades são vilas exemplares em matéria de mobilidade sustentável. No âmbito de um projecto da Agência Nacional para o Ambiente, os investigadores da Univerisdade de Aveiro definiram estratégias de desenvolvimento que se traduzem em novas oportunidades para estes municípios, respeitando o ambiente e oferecendo qualidade de vida a quem lá mora".



publicado por JCM às 00:54 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Santos Design District comemora três anos (notícia DN)

Mais informação aqui



publicado por JCM às 23:35 | link do post | comentar | favorito

Uma intervenção pensada de acordo com os princípios do "shared space" idealizada por Hans Monderman e construída numa avenida em Drachten (por onde passam cerca de 20.000 carros/dia, +/- dobro da Avenida)

 

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sugestão de reflexão do Mário Alves no Workshop "Modos Suaves que Promovem uma Mobilidade Sustentável" organizado pela Lisboa E-Nova



publicado por JCM às 23:12 | link do post | comentar | favorito

Ler tudo aqui.

 



publicado por Filipe Teles às 12:27 | link do post | comentar | favorito

O caso de New York:

 

"In all likelihood, the current economic downturn will not end quickly," said Mayor Bloomberg. "The best thing that we can do for the long haul is to continue to do what makes New York a great place to live and do business: continue to reduce crime to historic lows, make our schools the best in any big city in the nation, enhance our already great quality of life and diversify our economy. But many New Yorkers face harsh short-term problems right now. The initiatives we’re announcing today are designed to help New Yorkers tackle them. We can’t eliminate the burden many will feel and we can’t act as a substitute for failing or missing federal assistance in every case, but by creating real jobs and providing targeted assistance to small businesses, homeowners and vulnerable New Yorkers, we can provide meaningful help to those who need it most. To do it at a time when we’ve directed City agencies to tighten their belts in response to looming budget deficits, we’ve leveraged Federal, State, and private dollars, along with a significant refocusing of City spending. These are preliminary steps - as economic conditions and needs change, we’ll adjust what we’re doing to expand what is working, remove what isn’t and find ways to address problems we couldn’t anticipate. But the initiatives we are embarking on today, with the cooperation of Council Speaker Christine Quinn and our partners in the City Council, will provide meaningful assistance to many New Yorkers who need it now, as we continue to tackle our challenges together as a City."

 

Ler tudo aqui.



publicado por Filipe Teles às 10:53 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

in ONL

"

A Câmara apresentou o projecto europeu Life Cycle, a que a autarquia aderiu para a promoção da conjugação da actividade física, com o uso da bicicleta, com a rotina diária".

 

Um projecto muito interessante a acompanhar com muita atenção!

 

 

 

 



publicado por JCM às 00:08 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

"Há, em todas as grandes cidades do mundo, livrarias amplas que, no entanto, nos convidam a ficar e a regressar como a uma casa. Nessas, o espaço é vasto, mas torna-se nosso. Não afronta, não confunde, não menospreza, não desconcentra, não irrita. Aí, os livros vêm ao nosso encontro e dão-nos atenção. Por isso, lha devolvemos, levando-os para casa.

A livraria que fechou era o contrário disso. Parecia um aeroporto em que as butiques eram as estantes. Não havia solicitude, nem recolhimento, nem quietude, nem rito, nem cortesia, nem longevidade, nem sedução. Até o silêncio, quando se fazia, era insuportável como o barulho".

José Manuel dos Santos, Expresso 

...

 



publicado por JCM às 23:59 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 2 de Dezembro de 2008

Restrições ao trânsito no centro do debate, que em breve entrará em fase de discussão pública (Público)

"Em breve, os munícipes lisboetas vão ser chamados a pronunciar-se: que futuro querem para a Avenida da Liberdade. Com a discussão pública prestes a começar, o arquitecto convidado pela Câmara de Lisboa para apontar o caminho, Manuel Fernandes de Sá, optou por uma solução salomónica: menos trânsito, mas sem exageros e continuação da predominância de escritórios. Depois, diz o arquitecto portuense, é preciso dar tempo ao tempo para que o local onde dantes todos iam para ver e ser vistos - o Passeio Público - se encha outra vez de vida. Para que se torne outra vez um local de passeio, e não apenas de passagem. 
Há quem pense que as medidas preconizadas por Fernandes de Sá não chegam para resgatar à sua triste sina a principal artéria da cidade, campeã europeia da poluição, mas ao mesmo tempo uma das avenidas mais caras da Europa. Isso mesmo disse a arquitecta Helena Roseta, vereadora do movimento cívico Cidadãos por Lisboa, na passada quarta-feira, dia em que Fernandes de Sá apresentou o seu projecto na reunião de câmara. "Denoto algum conservadorismo na proposta", observou. "A avenida tem todas as condições para nos deslocarmos em transporte público ou a pé. Em contrapartida, o que lá existe é um exagero de transporte privado, e Manuel Fernandes de Sá não propõe a inversão disto".
Sem carros à superfície
Retirar o estacionamento da superfície e reduzir a largura das faixas rodoviárias laterais para cerca de metade, aproveitando esse espaço para alargar os passeios, são as facetas mais visíveis do Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zonas Envolventes, também conhecido pela pouco amigável sigla PUALZE. 
Também membro do movimento de Helena Roseta, António Elói defende que as faixas de rodagem laterais deviam pura e simplesmente desaparecer, em vez de ficarem com trânsito condicionado. A miragem de uma avenida cheia de esplanadas de cima a baixo, com o trânsito a correr apenas no meio, seduz muita gente. Peremptório, Fernandes de Sá desfaz as ilusões: "Não é possível suprimir as faixas de rodagem laterais. Senão, como é que se chegava às casas e garagens?". 
E em que consiste o condicionamento ao trânsito proposto pelo arquitecto? "A ideia é que o espaço seja partilhado por peões e automóveis e circular a uma velocidade reduzida".Uma ideia que, de resto, pode vir a ser transformada depois do período de discussão pública a que o PUALZE será em breve submetido. "Questões como a da largura dos passeios devem ficar em aberto até à elaboração do projecto de execução", advoga o vereador do Urbanismo, o arquitecto Manuel Salgado. Que lança uma hipótese radical, já posta de lado pelo estudo de Fernandes de Sá pelo menos para os próximos tempos: "E porque não tirar o trânsito do meio da avenida e ficar com ele apenas nas laterais?" "
...
Lá como cá, os problemas da mobilidade dominam o debate sobre o futuro da avenida...  Estranho que a questão da fixação/atracção das funções geradores de animação urbana (cultura, comércio...) não esteja no centro do debate.



publicado por JCM às 23:53 | link do post | comentar | favorito

Extensão aos velocípedes dos benefícios fiscais à aquisição de veículos não poluentes

Assina a petição. Mostra a amigos, conhecidos e familiares.
Vamos reunir as 5000 assinaturas e levar o assunto à Assembleia da República.
Assina a Petição aqui
http://www.petitiononline.com/IRSBICIC/petition.html
 

Mais informação sobre a petição: Transportes: simpatizante da 'bicla' inicia movimento para incluir velocípedes nos descontos do IRS 

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1351838&idCanal=92  
http://diario.iol.pt/ambiente/bicicleta-ambiente-parlamento-irs-transportes-carro-electrico/1019269-4070.html
http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=13&id_news=108457
http://quiosque.aeiou.pt/redirect.pl?fokey=ae.aeiou_news/34950
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=118550



publicado por JCM às 13:48 | link do post | comentar | favorito

in DA

"A Câmara de Aveiro vai discutir hoje, em, reunião pública do Executivo, a “delimitação e declaração da Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística” da Avenida Dr. Lourenço Peixinho".

...

Esta iniciativa poderá permitir que a CMA "exerça o direito de preferência nas transmissões a título oneroso entre particulares na mesma área", desde que isso fique referido explicitamente na propostas.



publicado por JCM às 09:40 | link do post | comentar | favorito

Notícia LUSA 

02.12.2008 - 09h23 Lusa

"Quando descobriu que um carro eléctrico pode ser descontado no IRS por ser energeticamente eficiente, mas uma bicicleta não, João Branco, que vai de 'bicla' para o trabalho, ficou chocado e iniciou um movimento para conseguir benefícios fiscais para os velocípedes.
O que me chocou na proposta de Orçamento de Estado para o próximo ano foi excluir à partida os velocípedes, não só as bicicletas a pedais como bicicletas com pequenos motores eléctricos até 250 watts, quando se sabe que são os veículos mais eficientes do ponto de vista energético", disse João Branco, cidadão sem partido político, salientando que esta é a primeira vez que toma uma iniciativa pública do género. 

Após conhecer o Orçamento de Estado 2009 (OE2009), juntou elementos num documento que enviou para grupos parlamentares e deputados, além de estar a correr por e-mail, há várias semanas, entre os amigos e os simpatizantes da 'bicla'. 

A proposta deste engenheiro aeroespacial - intitulada "Extensão aos velocípedes dos benefícios fiscais previstos para a aquisição de veículos eléctricos pela Proposta de Lei do Orçamento de Estado para 2009" - defendia "uma pequena alteração/clarificação que alargue aos velocípedes os benefícios fiscais à aquisição de veículos eléctricos, como de resto já ocorre em vários países europeus". 

O Bloco de Esquerda acolheu a ideia e propôs uma alteração ao OE2009 nesse sentido, que acabou por ser chumbada, pelo que João Branco vai agora "recolher as 5000 assinaturas necessárias para levar o assunto à Assembleia da República"". 



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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Notícia DA

...

"A Ria de Aveiro é apresentada como o elemento diferenciador da nova organização de municípios, a Turismo Centro de Portugal, mas “a paisagem é horrível”, diz Ribau Esteves, vogal da direcção, sobre o salgado e canais de comunicação no interior da laguna. Por isso, a urgência da realização de obras de requalificação através da recém-criada sociedade Polis para intervir entre 2009 e 2012. 
O salgado de Aveiro encontra-se “completamente destruído” e um circuito turístico pela Ria “não é um passeio agradável”, segundo o vogal da direcção presidida por Pedro Machado. Respondia a João Barbosa, presidente da Junta de Freguesia da Vera Cruz, que sugeriu um projecto de passeios pelas marinhas, apoiado pelo QREN". 



publicado por JCM às 22:49 | link do post | comentar | favorito

 

notícia JN

Lojistas vão propor ideias para a avenida

 

00h30m

JOSÉ C. MAXIMINO

"A Associação Comercial de Aveiro (ACA) criou, na semana passada, uma comissão de comerciantes que vai apresentar, dentro de pouco tempo, propostas concretas para requalificar a Avenida Dr. Lourenço Peixinho.

A ideia nasceu durante o encontro de dois dias, que a Câmara Municipal de Aveiro promoveu, recentemente, para discutir o futuro da avenida.

O mandato da comissão, composta por seis comerciantes estabelecidos naquela que é, ainda, a principal avenida de Aveiro, não tem prazo definido, mas deverá estudar e apresentar, dentro de um mês, um conjunto de propostas concretas e de intervenção imediata.

"Vamos fazer um estudo, elencar ideias e recolher propostas concretas, para, depois as apresentarmos ao público e à Câmara", explicou o presidente da ACA , Jorge Silva, sublinhando que "os comerciantes, como muitas pessoas, têm ideias bem definidas sobre o que querem da avenida Dr. Lourenço Peixinho".

Ciente da existência de várias perspectivas sobre aquilo que deverá ser, no futuro, a avenida ("A avenida Lourenço Peixinho não é só comércio"), Jorge Silva acautela, desde logo, que o documento que a "comissão de comerciantes" vier a produzir será tão só e apenas "o projecto dos comerciantes, aquilo que os comerciantes pensam e querem".

E nessa matéria, sublinha o presidente da Associação Comercial de Aveiro, "há toda uma série de iniciativas e acções, nomeadamente ao nível da manutenção de passeios e árvores, melhoria da iluminação e limpeza de fachadas, entre outras, que podem ser feitas no imediato, sem ficarmos à espera da grande intervenção de que tento se fala".

O dirigente da associação comercial entende, por outro lado, que não bastará intervir, do ponto de vista urbanístico, na avenida, para salvar o comércio.

"É como comprar o hardware, esquecendo que as máquinas, para trabalharem, também precisam do software", diz Jorge Silva, querendo, com isso, sublinhar que "para modificar o actual estado da avenida, os comerciantes também vão ter de se organizar, designadamente em torno dos horários, da promoção, divulgação e valorização do comércio tradicional"

"Mas aí, a iniciativa tem de ser dos comerciantes", diz o dirigente associativo.

O papel da associação comercial neste processo "será de catalizador, no sentido de alavancar aquilo que forem as propostas dos seus associados", diz Jorge Silva, repetindo que, nesses aspecto, "a ACA será aquilo que os associados querem que ela seja".

A comissão integra os proprietários de estabelecimentos: "Versátil", "Antoine", "Farrapo", "Azuleto" e "Galerias do Vestuário" e "Novelo"".



publicado por JCM às 09:21 | link do post | comentar | favorito

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