Terça-feira, 31 de Março de 2009

notícia Diário de Marília - Marília,SP,Brazil

 A fase municipal do Mapa Cultural Paulista já está com suas inscrições abertas para os artistas da cidade

A fase municipal do Mapa Cultural Paulista já está com suas inscrições abertas para os artistas da cidade. As modalidades propostas são: artes visuais (artes plásticas, desenho de humor, fotografia e vídeo), música (canto coral e música instrumental), literatura (conto, poesia e crônica), dança (clássico, contemporâneo e outros) e teatro (crianças, adulto e de rua).

As informações foram prestadas pela secretária municipal da Cultura, Iara Regina Pauli, que está entusiasmada com a proposta apresentada pela Secretaria de Cultura do Estado. “Já estamos realizando um amplo mapeamento para ver as características de cada artista mariliense. É uma boa oportunidade para eles apresentarem seus trabalhos não só em nível de cidade como também em todo estado”.

Para a secretária, “esta fase municipal pode revelar novos talentos que posteriormente serão projetados em todo Estado de São Paulo. Então venha e faça sua inscrição até o próximo dia 15 de maio”. Outras informações a respeito podem ser obtidas na Rua São Luis, 248, ou pelo fone 3402-6600.

Posterior a fase municipal, com a escolha de seus trabalhos vencedores, serão também outras duas fases: a regional e a estadual. “A fase estadual ocorrerá em 2010. Marília tem excelentes artistas e não tenho dúvidas que faremos bonito nesta fase do ano que vem. Por isso peço a todos que façam, o quanto antes, suas inscrições em Marília”.

 



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 CONVITE


Reunião com agentes culturais e criativos de Aveiro

 

No seguimento de um conjunto iniciativas que se tem vindo a promover no âmbito das comemorações dos 250 anos da cidade de Aveiro, os Amigosd’Avenida, um grupo de cidadãos de Aveiro (http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/), vêm por este meio convidar todos os agentes culturais e criativos de Aveiro a participar numa reunião de trabalho a realizar no próximo dia 31MAR09, terça-feira, pelas 21:30 no CETA, com o objectivo de discutir o seguinte conjunto de questões:

 
 
  • programa de animação do espaço público da cidade de Aveiro
  • divulgação da actividade cultural e criativa de Aveiro
  • coordenação da programação cultural da cidade e região
  • participação dos agentes culturais e criativos de Aveiro no âmbito da Agência para o desenvolvimento das Indústrias Criativas (http://www.addict.pt/)

 

Por razões de ordem logística, agradecemos a confirmação da vossa presença para o email amigosdavenida@gmail.com (ou para o tlm. 961152270/919656514).

Para finalizar solicitamos a divulgação deste email a todos os potenciais interessados.

Agradecendo a vossa atenção,

Com os melhores cumprimentos


P’los Amigosd’Avenida



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(Pedrod'Oliveira)

CONVITE

 

Bom dia!

Gostaria de convidar os meus amigos e companheiros a reenviarem o convite da minha exposição de pintura para os vossos contactos e amigos, estado certo que assim darei a volta ao mundo em menos de 80 dias!

Como os bancos entram em falência todas as semanas e as casas são compradas nos Estados Unidos a menos de 1000 dólares, não estando eu na condição de os oferecer porque gastei nos materiais, resta-me, além da venda, trocá-los por refeições em restaurantes, uma prancha de surf (usada), um K1 ou K2,  um fim-de-semana em hotel ou pousada, compras na mercearia da esquina, calças de ganga ou sapatilhas do meu agrado, bicicleta com bom design (nova ou usada),  gasolina ou revisão para os meus carros (preciso de dois pneus novos para o Skoda), tijolos, telhas, louças de casa de banho e alumínios para a casa nova(!), serviço de jardinagem, bem como o projecto do arquitecto paisagístico porque pasmem-se, já os troquei por serviços de limpeza!...Acho que as empregadas são cada vez mais cultas e modernas (sei que tinha vivido em França)!

Conheci um caso em que o pintor trocou o seu trabalho por peixe fresco para muitos meses (chama-se a isso pagar em prestações suaves) e sei que ambos estavam satisfeitos com o negócio! (Por mim até pode ser carne!)

Abraço

pedro d'oliveira



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Estudo do Observador Cetelem mostra apego a veículos e reacções pouco favoráveis

Ciência Hoje



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 Is cycling the 'frucool' alternative to grim gyms and transport costs?

On your bike for a frugal and cool revolution on wheels

Guardian 31MAR09


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(fonte)

Desafio

A exploração de sal é uma actividade muito antiga em Aveiro. "Suis terras in Alauario et Salinas" é a primeira referência conhecida de Aveiro. Data de 959. Desde sempre habituámo-nos à presença na paisagem aveirense de montes de sal acumulado junto às salinas.

Contudo, estes montes têm diminuído ao longo dos anos. No século XV existiam cerca de 500 marinhas na Ria de Aveiro; há cerca de 50 anos, cerca de 270 marinhas produziam sal e no ano de 2006, apenas 8 marinhas estavam em exploração.

Mas o sal de Aveiro é, hoje, “muito mais do que sal”. Além da sua larga utilização na alimentação humana, é a base para outros produtos da cosmética e da higiene corporal -  sabão e sais de banho. E poderá ser muito mais…

A 3ª edição da Feira de Sal de Aveiro irá decorrer nos dias 18, 19 e 20 de Julho, das, 10.00 às 19.00 horas, no Largo do Mercado Manuel Firmino.

No sentido de complementar este evento e de sensibilizar as pessoas para a actividade do sal tradicional de Aveiro, que “sal” podem os Amigosd´Avenida colocar na Praça Joaquim Melo de Freitas no sábado? Dê-nos a sua ideia.

Raquel Dora Pinho

 

Sabia que:

 

O sal de Aveiro, a par com o salgado de três países, pode estar a um passo de ser reconhecido com a Indicação Geográfica Protegida e Denominação de Origem Protegida.

A Associação de Produtores e Marnotos da Ria de Aveiro tem também em mente um plano para aumentar a produção de sal tradicional para as 10 toneladas por ano.

(Fonte)

 

Existe a canção “Sal de Aveiro", composta pelo Prof. Severino Vieira, ainda hoje cantada pelos grupos culturais da cidade:

 

 

Oh linda ria de Aveiro

 

De beleza sem igual

Dás à cidade o letreiro

Veneza de Portugal!

Para matar o desgosto

 

Que ao coração nos traz mágoas

Vamos mirar nosso rosto

No espelho das tuas águas...

SAL DE AVEIRO, SAL DE AVEIRO

 

DE TODOS O MELHOR SAL!

SAL DE AVEIRO ÉS O PRIMEIRO

O MELHOR DE PORTUGAL!

Nós somos da beira-mar,

 

Vivemos ao pé da ria

Nela sempre a lutar

Pelo pão de cada dia...

Sal de Aveiro é o produto

 

Do nosso intenso lidar...

Sal de Aveiro é o fruto

Dos homens da beira-mar!

(Fonte)



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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

DIVULGAÇÃO

Academia de Produtores Culturais tem o prazer de anunciar a vinda do irreverente e insubmisso Comunicador e Gestor Cultural Toni Puig (Barcelona) para ministrar dois seminários em Lisboa, nos próximos dias  5 e 7 de Maio. 

 

O convite dirigido pela Academia de Produtores Culturais ao “guru das cidades”, prende-se com o desígnio de facultar aos responsáveis por equipamentos culturais -produtores, directores ou programadores- do sector público e privado, bem como às organizações socioculturais do terceiro sector, um conjunto de abordagens teóricas e práticas que consideramos úteis, eficazes e críticas no horizonte da produção e das práticas culturais contemporâneas.

Mais informações: http://tonipuig-em-lisboa.blogspot.com/

 


 



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notícia Diário de Aveiro

 

A terceira livraria do grupo Buchholz foi inaugurada em Aveiro. A existência do pólo universitário e de um forte sector empresarial pesaram na escolha

A Buchholz inaugurou a sua terceira livraria no sábado passado, na Praça Marquês de Pombal, em Aveiro. Com um espólio inicial de cerca de 20 mil livros, espalhados por uma área de 120 metros quadrados, os livros estrangeiros importados são um dos pontos fortes deste novo espaço, que “não quer fazer concorrência directa às outras livrarias da cidade, mas sim destacar-se pela diferença”, destacou José Ribeiro na inauguração do espaço. Disponível ainda uma secção alfarrabista de livros antigos, uma área de literatura portuguesa, outra infanto-juvenil, além do espaço dedicado às edições e autores do grupo editorial e livreiro Fundação Agostinho Fernandes (cerca de 100), constituído, além da Buchholz Livreiros e da livraria Sá da Costa, pelas editoras Portugália, Sá da Costa e, mais recentemente, Cavalo de Ferro.

 

Presença de potenciais leitores

A escolha da cidade de Aveiro para receber a terceira livraria Buchholz é justificada pelo director José Ribeiro: “Pesou na nossa escolha a presença de um pólo universitário na cidade, mas também o forte incremento do sector empresarial, dotando Aveiro de potencialidades de consumo de livros”, explicou ao Diário de Aveiro, reconhecendo, simultaneamente, a vontade do grupo querer sair de Lisboa e descentralizar o seu conceito de livraria.

 

Relativamente à oferta da Livraria Buchholz, José Ribeiro afirma destacar-se pela diferença no que respeita à oferta literária. Por outro lado, “todos ganham se aumentarmos o gosto pelos livros e, consequentemente, o número de leitores”.

 

Livros só o são… depois de lidos

“Somos um país com memória curta, rapidamente nos esquecemos dos artistas e dos escritores”, disse, prosseguindo: “Os livros representam a memória de um povo e daí a sua importância para não esquecermos quem somos”.

Rendido ao encanto dos livros, afirmou ainda que “nenhum país vai longe sem eles e sem pessoas de valor”.

A Câmara fez-se representar pelo vice-presidente, reconhecido pela escolha de Aveiro para o alargamento da rede de livrarias da Buchholz. “É a aposta no conhecimento e o investimento na cultura e na ciência”, afirmou Carlos Santos, referindo-se ao espaço como uma máquina do tempo onde as fronteiras não existem e o conhecimento não tem limites de nenhuma espécie.
Sandra Simões

 



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(azulejos de aveiro)

O azulejo constitui uma expressão bastante notória da arte, história e cultura aveirense. Os painéis de azulejos, policromáticos ou azuis e brancos, embelezam, ainda hoje, as paredes da cidade, contribuindo para uma imagem mais colorida e luminosa.

Os primeiros trabalhos em azulejos existentes nesta cidade, remontam ao século XV, coincidindo com o arrancar da actividade cerâmica como actividade económica de relevo para a região.

Com um objectivo lúdico-pedagógico em familiarizar o contacto com o azulejo e promover o interesse pela pintura em azulejo, os amigos d´avenida pretendem dinamizar o workshop “Pintar em azulejo” na praça…para todos. 

Se é pintor em azulejo e está disponível em apoiar este workshop, contacte os amigos d´avenida. Pelo azulejo…pelas pessoas…pelos 250 anos da cidade…por Aveiro!

Haverá ainda espaço para integrar outras actividades relacionadas com a divulgação do azulejo. Envie-nos a sua ideia.

 

Raquel Dora Pinho

Amigosd'Avenida

Amigosdavenida@gmail.com

 

 

Alguns azulejos de Aveiro:

http://www.av.it.pt/aveirocidade/pt/monumentos/azulejos/azulejos.htm

http://www.prof2000.pt/users/secjeste/Arkidigi/Aveilej01.htm 

 

 



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Domingo, 29 de Março de 2009

 

O arauto António Morais anunciando, no passado sábado, a actividade cultural do fim de semana. 



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bancos na Praça Melo Freitas



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“Começou esta semana a X Bienal de Havana que escolheu o tema “INTEGRAÇÃO E RESISTÊNCIA NA ERA GLOBAL” porque considera importante o papel da arte no mundo globalizado.

Com predomínio dos países latino-americanos, como Caribe, México, Colombia, Argentina, Chile, Venezuela, Haiti, Àsia, África, Brasil, também tem a participação de África do Sul, Nigéria, Zimbabwe, bem como propostas de Itália, China, Coreia, Japão, Espanha e pela primeira vez exibir-se-á uma proposta do Alaska. Os norte-americanos, canadianos e europeus, também participarão embora em menor escala.

Apesar do embargo económico imposto ao povo cubano, estas bienais têm-se configurado como uma das grandes mostras  de artes visuais no mundo contemporâneo.

Todas as galerias de arte, instituições e centros culturais e museus terão as suas portas franqueadas para mostrar o que de melhor se produz e cria neste mundo virtual das ARTES.

Pois esta festa de cor, de alegria, de dança, de música, de magia, de encontros, de formas, classificada como a maior galeria do mundo a céu aberto, também está aberta e aposta na criatividade de muitos artistas jovens que esperam a possibilidade de entrar nos grandes circuitos do mercado da arte internacional.

Desde o dia 27 e até 30 de Abril Havana estará engalanada para receber mais de 300 artistas vindos de cerca de 50 países.

(...)

Destacamos dois artistas, dos mais importantes da actualidade Cubana, Kcho e Tania Bruguera, que terão um papel importantíssimo nestas festividades por serem responsáveis pela maior parte de eventos colaterais à Bienal, tais como encontros teóricos, mostras de vídeos, curadoria de exposições, palestras e conferências e orientação de atelliers de trabalho.

(...)

Com um forte programa colateral à Bienal, toda a cidade se preparou e abriu para recolher as mais diversas e distintas exposições”.

 

José Sacramento

galeriasacramento@galeriasacramento.com.pt

(artigo publicado no Diário de Aveiro)

 

 



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A Câmara Municipal da Murtosa levará a efeito, no próximo dia 19 de Abril, pelas na Ribeira de Pardelhas, um evento denominado “Primavera Ciclável”, onde, para além de outras actividades, está previsto um Encontro/Exposição de bicicletas antigas.

Assim sendo, convidam-se todos as pessoas que possuam bicicletas antigas – as chamadas “pasteleiras” – para que as tragam consigo à Ribeira e participem nesta actividade de promoção da bicicleta, inserida nas dinâmicas do Projecto Murtosa Ciclável.

Mais informações CMM



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Sábado, 28 de Março de 2009

 

Gordon Torr acha que as empresas matam a criatividade, que as ideias novas aparecem apesar dos gestores e que é preciso ter mais recursos, mais tempo, mais espaço e mais liberdade do que é estritamente necessário, se queremos estimular a criatividade

notícia Público



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(publicado Diário de Aveiro)

 

Hoje em dia quando se começa a discutir o funcionamento e a organização das actividades culturais, não é preciso esperar 5 minutos para se falar em redes. Pelo sim pelo não, fui ver ao dicionário o que era isso de “rede”?

Obtive as seguintes respostas, que me apetece comentar.


a) “Tecido de malhas de variável largura para apanhar peixes, etc.”

Ficamos então a saber que rede é um tecido de malhas variáveis em largura. Essa dimensão das malhas está dependente da dimensão do peixe que queremos apanhar. Parece-me uma douta definição que na cultura dará muito jeito. Antes de falarmos em construir redes, vamos caracterizar as dimensões do peixe que queremos apanhar, para poder definir as dimensões da malha. Se for muito larga foge o peixe miúdo todo, está bom de ver…

 

b) “Tecido de arame (para vedações, etc. )”

 

Esta definição merece-nos todo o cuidado! Será que quando uns falam em rede para apanhar peixe, os outros agentes estão a pensar em tecido de arame para encerrar ideias mais ousadas ou espíritos mais rebeldes?

c) “Leito balouçante feito de malha e que se suspende de dois ganchos nas extremidades”

Não tenho dúvidas que em muitas reuniões, daquelas bem chatas, a bendita palavra “rede” nos transporte, não para a apanha de peixe, muito menos para qualquer galinheiro, mas sim para um leito balouçante feito de malha. È talvez o significado da palavra que reúne mais adeptos…

 

d) “Totalidade dos circuitos e dispositivos de comutação que permitem a ligação entre os equipamentos terminais de dados”


Nestas reuniões da cultura começa a ser normal (felizmente) a participação de pessoas da tecnologia que, ao ouvirem falar em rede, vibram com a ideia de os circuitos e dispositivos de comutação permitirem a ligação entre os equipamentos e os terminais de dados. Seria pois fundamental que no espaço da cultura assim fosse.



e) “Conjunto de linhas-férreas, telegráficas, telefónicas, etc.”

Estou convencido que só uma pequena minoria ainda sabe as linhas de caminho de ferro em Portugal. A rede telefónica já não é o que era e que o diga o Bill Gates!

 

 

f) “Cilada

 

Agora é que a coisa começa a complicar! Quando alguém quer simplesmente pescar, ou repousar num leito balouçante, outros podem interpretar a mesma palavra como cilada. Começo a perceber porque é tão difícil os portugueses entenderem-se.

g) “Compilação de coisas tecida pela intriga”

 

Julgo que não podia terminar melhor. Uma rede poder ser, não uma forma superior de colaboração e entendimento, mas sim uma compilação de coisas tecidas pela intriga., Justifica cientificamente porque é que existe uma incompatibilidade lusitana, vertida na língua que nos une, de trabalharmos em conjunto.
É por isso que qualquer que seja a definição de rede ela depende de nós, e os “nós”, depende de quem os saiba e queira dar, ou seja de Nós.

Só nos resta ir tentando dar esses nós, aqui e ali, onde houver pontas de imaginação e de criatividade soltas. Quanto mais de Nós atarem essas pontas de cidadania, mais malhas da rede se vão fazendo, e talvez um dia, quase sem dar-nos por ela, a rede ampare a nossa queda nos dias em que não nos sentirmos felizes.

A semana passada, ao sair de casa perto da meia noite, para ir ver Galerias senti-me apanhado por essa rede, e gostei!

 

 

Este homem que pensou

Com uma pedra na mão

Transformá-la num pão

Transformá-la num beijo

 

Este homem que parou

No meio da sua vida

E se sentiu mais leve

Que a sua própria sombra

 

António Ramos Rosa



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"A proposta a seguir é de um jardim vertical (e não um jardim suspenso, ao qual nada tenho a opor…) que “arrase” aquela empena!!

A imagem foi “plagiada” da Caixaforum, Madrid, da dupla de arquitectos suiços Herzog e de Meuron".

César Costa



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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

 

Inauguração Livraria Buchholz Aveiro / 28 de Março

16h na Praça Marquês de Pombal n.º 3


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 Projecto "Se esta praça tivesse ... 250 anos"

 
#2, dia 28MAR09, sábado às 15h
O Arauto anunciará a programação cultural do fim de semana
(envie a sua informação para: amigosdavenida@gmail.com)
 
#3, dia 4ABR09, sábado entre as 15 e as 17h
Escola Musica.com
 
Contamos com a sua presença, todos os sábados
 

Zétó Rodrigues, João Margalha, António Morais, Gil Moreira, Pedro Gomes, Mário Trilha, Raquel Pinho, Paulo Batista, José Mota, Cláudia Luz, Tânia Oliveira, Tiago Castro, Luísa Matias, Manuel Sousa, Rosa Rufino, Ana Pereira, Joaquim Pavão, João Vargas, Lina Letra, Joana Santos, César Costa

Informações: 961152270

 
 


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Gostariamos de os convidar a participar na Bicicletada mensal de Aveiro esta 6ª feira dia 27 Março, com ponto de encontro na Praça Joaquim Melo Freitas pelas 18h30 e saída às 19h para debater ideias e fazer um pequeno percurso na cidade, utilizando as ciclovias. 

Seria uma boa oportunidade para debatermos estes e outros assuntos, para fazer um pouco de exercício e, para alguns de vós, voltar a participar na MC.

Ana Jervis Cunha

Jorge Pinto 



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O Festival Intermunicipal de Músicas do Mundo - Festim, arranca a 29 de Maio com o espectáculo de Manecas Costa, em Estarreja. Ao todo são 20 concertos, em sete municípios da região de Aveiro

notícia aqui


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"A Ideia Biba, empresa de organização de eventos que opera em Aveiro desde 2001, assinou um contrato de exclusividade com a cadeia de centros comerciais alemã Metro Group". 

notícia aqui


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"Many community achievements

were brought to fruition by

patching together funds

from a variety of public and

private sources".

pag. 83


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página 75

 

Aveiro, ...?

 



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página 65



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página 39



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outros amigosdeavenidas

Documento aqui



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Quinta-feira, 26 de Março de 2009

das reuniões do Grupo de Trabalho dos Amigosd'Avenida

(para participar envie um email para amigosdavenida@gmail.com)


"... transformar aquela empena despropositada num objecto de intervenção urbana mutável. ....que tal inaugurar o dito cujo  "jardim vertical" ?"

Gil Moreira/César Costa



"Acho que a ideia do jardim suspenso (da praça) poderá resultar em algo muito simpático, apelativo, colorido e quem sabe numa nova maravilha...a ideia de convidar a participação de todos é realmente importante.."
Raquel Pinho

"Acho uma excelente ideia o tema da primavera, das flores…. Dá cor à praça e à nossa vida numa época em que a conjuntura económica nos faz ver tudo a preto e branco…

O jardim vertical poderia ser um desafio para os amantes da jardinagem, substituindo assim as imagens.

Não sei se terá muito cabimento, mas porque não fazer um desafio a voluntários jardineiros, empresas do ramo ou outras entidades para, por algum tempo, transformarem aquela parede tão sem graça no belo cenário florido ou apenas numa vegetação natural que tenha a ver com o que há na região?

Ou então porque não o desafio de se transformar por um fim de semana a Praça Melo Freitas num tapete florido à semelhança de iniciativas do género noutras cidades europeias??..."

Cristina Perestrelo




"Parece ser consensual a adopção da solução do andaime, uma "instalação" como intervenção urbana colectiva"

Gil Moreira


"O andaime é uma óptima ideia. Aliás com vários andaimes poder-se-á criar uma estrutura, que poderia dar a alusão de volume urbano, como se fosse um edifício a ser construído dando mais espaço para outras telas. Poderia ainda contribuir para o fim do estacionamento abusivo nas traseiras do palco".
Tiago Castro

"tem que se envolver os proprietários das empenas"
 
Amigosd'Avenida
 

 



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notícia DN

O DN publica hoje, na íntegra, a proposta que Manuel Maria Carrilho enviou no início do ano à Fundação Res Publica, a instituição do PS dedicada a discutir os pensamentos e as políticas públicas, sobre a necessidade de um debate alargado sobre as prioridades culturais no actual contexto de crise económica em que vivemos.

Documento aqui



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 A START-TEATRO convida-o a comemorar o Mundial do Teatro assistindo à 

apresentação da Peça:

 

"Dorme devagar", de João Tuna

"Uma pequena cave de um prédio.
Caixotes com livros, uma cadeira velha.
Algumas telas pintadas. Um violino.
Um homem. Uma mulher.                      
Lá fora... um terramoto a qualquer momento.
Cá dentro... muitos tremores a todo o instante.
Será possível amar apesar do individualismo e dos medos da sociedade actual?
Esta questão é o epicentro desta história, e a vibração que ela produz, é mais do que um tremor de terra, é um abalo da própria existência humana."

Ficha Técnica:

Direcção artística - Cláudia Stattmiller

Interpretação - Luís Moura e Raquel Santos

Produção - START-TEATRO

Data: 27 de Março

Horário: 22h00

Local: Auditório do Mercado Negro

Apoio: Divisão de Juventude da Câmara Municipal de Aveiro


 



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 notícia Zerohora (Brasil)

"Referências arquitetônicas da Capital cabem na gaveta da sua cozinha. Ou na mala de um viajante parisiense, se depender da intenção das designers do grupo Estampampa. A engenheira civil Chames Augusta Pianca, a arquiteta Beatriz Correa, a bióloga Maria Inês Bello e a bibliotecária de formação e empresária Maria Rita Webster querem criar um acervo arquitetônico para portar. Assim os visitantes podem carregar uma pitada da cidade consigo.
Para criar estampas para toalhas, descansa-pratos, pega panelas e peças de uso pessoal, o quarteto se imbuiu do espírito e subiu naquele ônibus turístico que causa inveja a quem se dirige para o trabalho e passa por esvoaçantes grupos de turistas. Alguns passeios de barco e pesquisas da história e do patrimônio cultural material e imaterial depois, as designers tinham um banco de imagens e de ideias para transformar em criações.
Para descobrir uma cidade, sua alma, sua identidade é preciso percorrê-la – afirmam as designers, que têm em comum, entre outras características e habilidades, o fato de terem feito um curso de estamparia com a baiana Góia Lopes, reconhecida no metier. Mas o trabalho atual veio à tona anos depois dessa experiência. São três os vieses da atual produção do grupo: imaginário gaúcho, cidades e projetos especiais, estes executados sob encomenda, dentro da linha criativa das quatro mulheres.

Fragmentos arquitetônicos viram traços serigrafados
Para formatar a linha de Porto Alegre, à mão ou com a ajuda do computador, cada uma passou a gerar propostas para a coleção em tecido estampado com serigrafia que inaugura a série de peças criadas a partir de uma cidade. Outras virão, mas por ora cada uma das quatro designers canta parabéns pelos 237 anos de Porto Alegre a seu jeito.
E tem mais: sucederão essas primeiras imagens da linha outras na boca do forno, como fragmentos de portas do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) e das calçadas da Capital. Vejo cúpulas de abajures e porcelanas estampadas pelo Estampampa, mas essas visões não se materializaram. Se quiserem ver de perto as peças reais, o quarteto dará uma palhinha do acervo, em visita ao Monumento ao Expedicionário, no Brique da Redenção, neste final de semana".


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 Há 277 municípios a precisar de recursos humanos. E famílias de grandes cidades a quererem mudar de vida. O projecto Novos Povoadores é o ponto de encontro.

ver notícia DN



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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

enviado por Raquel Pinho 



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documento aqui

enviado por Raquel Pinho



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Convite para lançamento do livro

"Amor, Luto e Solidão" 4ABR, 17h, Oficina Livro - Glicínias Aveiro

da autoria do Professor José Eduardo Rebelo

 

 



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Organização da ADERAV e Câmara de Aveiro

 
Concurso de trabalhos escolares  até 25 de Abril 
No âmbito das comemorações dos 30 anos da ADERAV e integrado no programa dos 250 anos da cidade, está a decorrer um concurso de trabalhos, ensaio e artes plásticas, dirigido a estudantes do ensino básico.
O concurso tem como objectivos o reforço dos valores da defesa do património e o conhecimento e interesse pela história de Aveiro.
No site www.aderav.com encontra-se o regulamento e ficha de inscrição.



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"O Dia Seguinte" e "O Urso" 
26 e 28 de Março - "O Dia Seguinte"
27 de Março - "O Urso"
2, 3, 4 e 30 de Abril - "O Urso" 
16, 17, 18, 23, 24 e 25 de Abril - "O Dia Seguinte"
1e 2 de Maio - "O Urso"
às 22h00m 
"O Dia Seguinte" - encenação de Rui Lebre 
"O Urso" - encenação de José Fino 
  

Nota: Para mais informações: info@cetateatro.pt ou tel. 234 425 497.
   
Saudações teatrais


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Pinos perigosos para proteger ciclistas dos carros na Universidade de Aveiro (SIC)



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Terça-feira, 24 de Março de 2009

notícia INESC Porto

 

"Representar o Porto através de sons é o desafio proposto pela Escola de Verão em Design de Interacção Sonora, uma iniciativa de âmbito europeu que este ano decorre na Cidade Invicta, numa organização liderada pelo INESC Porto - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto, com a colaboração da Casa da Música e do Grupo em Tecnologia Musical da Universidade Pompeu Fabra (Barcelona). Ao longo de quatro dias, estudantes do Ensino Superior com interesse em Arte Sonora têm a oportunidade de aprender com investigadores seniores a comunicar, transmitir emoções ou fazer arte e investigação científica com os sons do Porto. Além de palestras e tutoriais técnicos personalizados, os alunos tomarão contacto com o conceito de redes sociais nesta área, através de uma plataforma que permite a edição, categorização e partilha de gravações entre os utilizadores. 

Os sons do Porto, desde as ruas às pessoas, dos locais mais emblemáticos até a qualquer espaço nocturno, são, de 18 a 21 de Julho, a matéria-prima principal da Escola de Verão em Design de Interacção Sonora, terá lugar nas instalações da Digitópia na Casa da Música. Esta iniciativa percorreu três cidades europeias ao longo dos últimos quatro anos (Génova, por duas vezes, Barcelona e Estocolmo) e chega agora a Portugal pela mão do INESC Porto, com a colaboração da Casa da Música e do Grupo em Tecnologia Musical da Universidade Pompeu Fabra (Barcelona).

A Escola está aberta a estudantes do Ensino Superior que pretendam aprofundar competências na área de design de interacção sonora, uma área do saber que explora o som enquanto veículo de informação, catalisador de emoções ou representação estética. Estimula-se também a produção de projectos de cariz científico ou artístico sobre as mais recentes tecnologias de registo, edição, descrição, recuperação e interacção sonora sob a supervisão de 11 especialistas internacionais. Para além da vertente formativa assegurada por investigadores seniores através de palestras, a Escola de Verão em Design de Interacção Sonora pretende ainda dar voz à nova geração de jovens investigadores que são encorajados a dar a conhecer as suas ideias, discutir os principais desafios actuais desta área bem como a partilhar conhecimento através do Freesound.org, uma rede social quepermite a editar, categorizar e partilhar dos conteúdos sonoros. As candidaturas para esta Escola devem ser submetidas através do sitehttp://smcnetwork.org/summerschool/porto2009 até 24 de Abril.

Esta iniciativa conta com o apoio da Acção COST IC0601 Sonic Interaction Design, financiada pela European Science Foundation".


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publicado por amigosdavenida às 20:44 | link do post | comentar | favorito

notícia Ciência Hoje 

 

A directora do Centro de Estudos de Jazz (CEJ) da Universidade de Aveiro (UA), Susana Sardo, acha que "ainda é cedo" para fazer um balanço da actividade deste organismo pioneiro, criado em 2004, mas encara o futuro com optimismo. A instituição prevê um novo impulso à investigação do jazz. 
Nestes "cinco anos de arranque", o CEJ, que integra o pólo de Aveiro do Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos de Música e Dança, funcionou ainda "sem qualquer financiamento externo", disse Susana Sardo. Em 2008, na avaliação efectuada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, o Instituto de Etnomusicologia obteve a classificação de "Muito bom"
"Agora, já temos a possibilidade de candidatar projectos de investigação aos financiamentos externos", segundo a directora do CEJ. 
O Instituto de Etnomusicologia, com sede na Universidade Nova de Lisboa, abrange os pólos da congénere de Aveiro e da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. Os investigadores da UA Luís Figueiredo e Hélder Bruno Martins participam, quinta e sexta-feira, na Conferência Internacional de Jazz de Leeds, na Inglaterra. 

Jazz na área de investigação 
Os dois especialistas e o seu colega Rui Paulo Simões são os três primeiros doutorandos da Universidade de Aveiro na área do jazz. "O jazz é uma área extremamente emergente e está a entrar com força nas escolas", declarou Susana Sardo. 
Na sua opinião, a UA "tem um trunfo na mão", por ter sido "a primeira universidade portuguesa a enquadrar o jazz como área de investigação de facto", estando agora "perfeitamente integrada nas tendências internacionais". 
Os espólios particulares de José Duarte e Carlos Martins, relacionados com o jazz, integram o acervo do CEJ, sobre o qual trabalham mestrandos e doutorandos. 
Duas "master classes" com o pianista Mário Laginha e o fórum de discussão«Sons & Saberes Jazz» foram algumas das actividades que o centro organizou em 2008. 



publicado por amigosdavenida às 09:00 | link do post | comentar | favorito

Na região estão a promover-se projectos relevantes no domínio da promoção dos modos suaves de deslocação - Life Cycle em Aveiro e o Cicloria na Murtosa, Ovar e Estarreja.

Da Nova Zelândia  vem um exemplo estimulante...


"A cycle network could stimulate the economy, help transform tourism, bolster rural communities, improve the environment, make many Kiwis fitter and enhance our national sense of purpose.

Experience at home and abroad suggests the potential is so great. For example, the 152km Central Otago Rail Trail, our best- established route, attracted some 12,000 end-to-end users last year, plus others taking shorter excursions.

The visitors helped support a growing range of economic activity in small communities along the way, according to a survey last year by Carla Jellum and Arianne Reis, two PhD students in the Department of Tourism at the University of Otago.

The 109 businesses responding to the survey employed some 90 fulltime and 240 part-time staff in summer, and 80 fulltime and 150 part-time in winter.

Moreover, the more amenities the trail has developed since it opened in 2000, the more it has attracted older and less experienced cyclists.

Today, a typical tour group is three or four riders, aged between 36 and 50, and from the North Island, the researchers found. This suggests that a wide range of people will use well-constructed, easy to ride and well-supported routes. A cycle network could also help transform international tourism. Even before the global recessions cut forecast arrivals, the sector was experiencing a downturn in two of its key performance measures: length-of-stay and spend per stay, particularly from North American and European visitors.

Potentially, a well-developed cycle network would encourage more of the best sort of tourists - the long-staying, high-spending, independent traveller, as opposed to the short-stay package tour visitor. A long cycle tour would give them a richer experience. And the scenic and adventure attractions of cycling here are already well known overseas.

While we would want to put our own distinctive style into our network, there is plenty of overseas experience to draw on. In the UK, Sustrans began in 1977 as an advocate of national cycling and walking routes. The National Cycle Network is now more than 16,000km long and growing.

Even grander is the EuroVelo initiative aiming for 12 pan- continental routes and a network of 40,000km in total. Economic benefits abound. For example, Austria's Danube River route generates some $90m a year of revenues for tourism businesses along its way.

Similarly, the US has 29,000km of trails on abandoned rail tracks alone (www.railstotrails.us) and Canada has completed 70% of its 21,500km network (www.tctrail.ca). One of the keys to its rapid building was the devolution of responsibility to local volunteer organisations under the guidance of a national body.

But the crucial word is network. A simple cycleway from one end of the country to the other, proposed at the Job Summit and championed by the prime minister, would be a welcome start, but would deliver far fewer benefits.

Thus, a single cycleway is unlikely to meet two criteria the government set for summit proposals: it won't create or preserve many jobs in the short- term. It will take time to plan and begin building even a single north- south route that incorporated some existing tracks and ideally, local volunteer groups will do much of the work.

Moreover, we would get the bigger, long-term strategic benefits to the economy, tourism and communities only if the cycleway were the catalyst for developing a national network over, say, the next decade.

The key to success, though, is how the massive project is executed. While some co-ordination and strategy needs to be set at a national level, a sense of local ownership is vital. For example, the often-sensitive issue of negotiating a route is best left to local volunteer groups working with their neighbours owning the land.

Devolving responsibility to locals will give them the chance to develop the most effective network for their needs. Knitting those into a national network would be relatively easy if online geographic information systems are used to map the country. Promoters of each route would be able to add their piece to the puzzle and record useful information such as width of the track and type of surface.

Such a GIS platform already exists. It is the national broadband map run by the State Services Commission and open to public use, www.broadbandmap.govt.nz/map/. Once the telcos agreed to map their broadband cables and equipment for all to see, the map became an invaluable tool.

Designating a national north- south route will be tricky. It will need to pull in the most scenic and practical terrain and the best array of visitor attractions and accommodation. No doubt there will be fierce competition from localities for the route to come their way. But handled well, the combination of competition and local pride will deliver the best route.

There is already deep knowledge out there.

Well before the idea popped up at the summit, various groups such as the Cycling Advocates Network, Living Streets and the Hikurangi Foundation were working on creating the NZ equivalent of the UK's Sustrans. Since the summit they have joined others such as Bike NZ and Cycle Touring Operators of New Zealand to form the National Cycleway Advisory Group. Meanwhile, the government has wisely chosen the Ministry of Tourism to pull in ideas, write cabinet papers and draft policy.

But while government must be a key facilitator, we will build and benefit from a national network only if communities across the country take ownership of it.

And we need to act boldly. The main routes should be built for recreational riders of limited experience. This means hills no steeper than 1 in 12, a hard-packed all-weather surface similar to the Otago trail's but not concrete, hot mix or other road surfaces, which would be too expensive to lay and maintain.

And it should be as wide as a single-line railway so two cyclists chatting as they ride side-by-side, can pass a pair going the other way.

Oh, and they should have fibre- optic cables running along side them. Riders will need the broadband to check ahead on trail conditions, visitor attractions and accommodation and to stay in touch with their mates.

Imagine, the marketing power, for example of a middle-aged rider sitting by the side of the route in a gorgeous part of the country making a video Skype call back to her friends in China".



publicado por amigosdavenida às 00:29 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 23 de Março de 2009

 

noticia em pdf



publicado por amigosdavenida às 21:52 | link do post | comentar | favorito

Agradecemos a atenção e divulgação da seguinte:

NOTA 01/09 do Núcleo da Aveiro da URAP em anexo.

Convidam-se também a marcar presença na sessão pública de homenagem a Mário Sacramento a realizar no dia 27 de Março pelas 21h 30m na Biblioteca Municipal de Aveiro.



publicado por amigosdavenida às 14:00 | link do post | comentar | favorito

(publicado no Diário de Aveiro 20MAR09)

Desde há muito que defendo que se passam nas nossas escolas muitas coisas positivas que nos devem encher de orgulho. Se na escola existir o mais pequeno problema, ele é notícia, e muitas vezes até abre telejornais. É nesta altura que é muito fácil começar a dizer mal dos jornalistas, dos jornais, da televisão, e quase de imediato, do Governo, da oposição, da Europa, da América, e qualquer dia, dos chineses e dos indianos. Enfim, fica lançado o mote para realizar aquela catarse tão portuguesa de dizer mal de tudo e de todos.

É por isso que todos os que sabemos que existem professores dedicados, alunos motivados, políticas exigentes, mas certas, temos obrigação de as tornar públicas, remando assim contra o “tsunami” da contestação pela contestação.

A história que eu vou contar, é da participação no concurso “Na senda de Darwin”. Para comemorar os 200 anos do nascimento de Charles Darwin e os 150 da publicação do seu livro «A Origem das Espécies» que têm lugar em 2009, o jornal Ciência Hoje lançou, com o apoio do Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica -,  um concurso dirigido aos estudantes que em Setembro de 2008 estejam no 10º, 11º e 12º anos das escolas de todo o País.

Como todas as histórias tem protagonistas, que passo a apresentar:

 

Escola Secundária c/ 3ºciclo Dr. Jaime Magalhães Lima

Nome da Equipa: Bivalves; Elementos; Pedro José Santos Grilo Diogo, Ricardo Jorge Santos Barros, Frederico Alberto Abreu Carpinteiro. Professora: Maria Conceição Andrade.

 

Escola Secundária de José Estêvão.

Nome da Equipa: Selecção Racional; Elementos: Mafalda Saraiva Santos, Maria Beatriz Ferreira, Teresa Queirós C Amaral. Professora: Ana Paula Pereira Morgado Lino.

 

Nome da Equipa: Inaptas; Elementos: Inês Santana de Oliveira; Mariana Costa Cruz Santos; Sara Margarida Leonardo de Oliveira. Professor(a): Ana Paula Pereira Morgado Lino.

 

Escola Secundária Dr. João Carlos Celestino Gomes

Ílhavo; Nome da Equipa: Especialistas; Elementos: Inês Isabel Silva Pinheiro, Daniel Almeida Matos, João Henrique Picado,  Madalena Santos. Professora: Alcina Maria Parracho Mendes.

 

Escola Secundária Homem Cristo

Aveiro; Nome da Equipa: Fantásticas; Elementos: Marta Crisitina Neves Aguiar,Ana Bárbara Santos Pereira, Maria Gillies Mota: Professora: Graziela Ferreira.

 

Nome da Equipa: Pimkies. Elementos: Inês Rosa Flores,Tatiana Xavier de Oliveira, Joana de Vasconcelos Vieira. Professora: Rosa Maria Geraldo Braga Correia Dias.

Mas que chato, pensarão alguns, mas porque é que temos que saber o nome de toda esta gente? Isto nunca seria notícia em lado nenhum!

A resposta é simples. Porque estes professores e alunos encontram tempo, energia e motivação para se apresentarem voluntariamente às seguintes 6 provas (apresentadas em seguida) e isso é uma grande notícia:

Prova 1: «Sabe quem foi Charles Darwin?» (Vídeo)
Prova 2: «O que Darwin viu nas Galápagos» (Texto)
Prova 3: «Um dia a bordo do Beagle» (Vídeo)
Prova 4: «Chegada de Darwin a Londres» (Audio)
Prova 5: «Explica-me A Origem das Espécies como se eu fosse muito burro» (Texto)
Prova 6: «Julgamento» de Darwin (Vídeo)

Que eu saiba, nem os professores progrediram na carreira, nem os alunos por este trabalho adicional tiveram melhores notas. Houve certamente muitos outros sectores nas suas vidas onde todos progrediram; no gosto de trabalhar em grupo, na sua formação cultural, na capacidade de encarar um problema e construir um proposta de solução, na alegria de construir uma escola atractiva, etc…

A prova final realizou-se no sábado passado, com pompa e circunstância no Casino da Figueira da Foz, e não é que a nossa região esteve representada na final pela Equipa das “Inaptas” (ele há nomes que enganam muito) da Escola Secundária de José Estêvão. Não ficaram em primeiro lugar mas para mim foi como se tivessem ganho! Ganhou a Escola Viriato de Viseu. Os meus parabéns!

Como se adivinhasse, o presidente da Câmara de Viseu esteve presente, e ganhou.

Quem apoia a cultura e educação ganha sempre.

 

 

“Razão, irmã do Amor e da Justiça,
Mais uma vez escuta a minha prece.
É a voz dum coração que te apetece,
Duma alma livre, só a ti submissa”.

 

Antero de Quental



publicado por amigosdavenida às 13:25 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 22 de Março de 2009

notícia Diário de Aveiro 

No âmbito das comemorações dos 250 anos de Aveiro, os Amigosd'Avenida desafiam os agentes culturais a dinamizar a cidade

 

 

É esse mesmo o objectivo de um grupo que se intitula de Amigos d’Avenida: Fazer com que a Praça Joaquim de Melo Freitas se encha de música, poesia, teatro, artes plásticas, enfim, transborde de cultura. 
Ontem, o CETA - Companhia Experimental de Teatro de Aveiro e a Oficina de Música de Aveiro foram os primeiros a atrair curiosos ou simples transeuntes que andavam pela cidade. 
João Margalha, dos Amigos D’Avenida, conta que a “ideia partiu de um grupo de pessoas que quer discutir a avenida e a cidade” e, para além disso, pretendem “trazer para a rua actividade culturais e estimular mais criativos e criadores a virem para a rua”. 
Em resumo, João Margalha refere que o projecto “Se esta Praça tivesse.. 250 anos” “não é mais que uma actividade cultural ao ar livre” para a qual foi instalado um palco que, de acordo com a organização, “vai crescer na sua forma e vai atrair outros agentes culturais e assim ajudar a animar a cidade”. 
O palco vai ali ficar durante seis meses - aos sábados, das 15 às 17 horas, até 21 de Setembro, e ali será possível mostrar dotes e capacidades e promover os agentes culturais que o desejarem. 
O grupo pretende, com esta iniciativa, estimular a aproximação dos aveirenses à sua cidade, convidando-os a ir para a rua, a conhecê-la e a participar na criação e fruição de um conjunto de actividades de animação cultural e artística em espaço público. A iniciativa é encarada como uma oportunidade para ajudar a criar novos hábitos culturais nos aveirenses e uma forma de mostrar a elevada qualidade e diversidade dos recursos culturais de que a cidade dispõe. 
Tal como o nome do grupo indica, sublinha João Margalha, “a avenida é o nosso grande objectivo e estamos a acompanhar a discussão pública que está a decorrer e vamos promover mais reflexões”. “O que queremos mesmo é discutir o futuro da cidade”, acrescenta. 
“A cidade não tem falta de actividade cultural mas falta trazê-la para rua, articulá-la e promovê-la melhor”, conclui. 



publicado por amigosdavenida às 09:15 | link do post | comentar | favorito

Sábado, 21 de Março de 2009

As fotos da festa...


O arauto (António Morais - CETA) apresenta a festa e anúncia a programação cultural do dia (hoje particularmente preenchida -  Inauguração de exposição das Galerias do Gravito, Peças de teatro no CETA, Teatro Aveirense, Estaleiro Teatral - Efémero, Centros de Congressos e Mercado Negro, Leitura de Poesia na Biblioteca, inauguração de Livraria na Praça do Governo Civil, Espectáculo no Performas)... 


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Os nossos artistas convidados - a Oficina de Música de Aveiro "comandada" pelo Zétó Rodrigues.


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A meio da actuação surgiram os "convidados" surpresa, jovens artistas vindos de Braga que se juntaram à festa...


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Foi um óptimo princípio de tarde! Para a semana há mais...

Um agradecimento final especial ao Zétó (Oficina de Música) e ao António (CETA)!

 



publicado por amigosdavenida às 18:37 | link do post | comentar | favorito

 

Também diria eu que, a Arte não se mede pela quantidade nem pelas medidas, mas sim pela qualidade, sem criatividade não há Arte!

São mais de quatro dezenas de obras de arte expostas a partir de hoje na Galeria Nuno Sacramento arte contemporânea em Aveiro.

Como a inauguração é hoje pelas 22 horas estão todos convidados para esta vernissage.

Normalmente, as inaugurações são encontros culturais porque as pessoas que frequentam estes meios, são interessantes e acaba por ser um encontro de artistas, coleccionadores, jornalistas, críticos de arte e todo um público em geral, onde se interage todas as conversas possíveis e imaginárias.

Um convívio são e sobretudo habitado por gente jovem e menos jovem, porque também os artistas a expor são muito jovens.

Entre eles poderá ver obras de Alexandra Pinho, Bruno Balegas de Sousa, Capote, Carla, Faro Barros, Carlos Lança, Cristina Troufa, Diogo Ramos Moreira, Duarte Vitória, Duma, Elizabeth Leite, Frederico Martins, Gil Maia, Gustavo Fernandes, Isabel Lhano, Isabel Padrão, João Noutel, José Fonte, Manuel D’olivares, Marco Fagundes, Maria, João Franco, Mário Vitória, Moema Quintas, Nuno Raminhos, Paulo Pina, Pedro Figueiredo, Pedro Tavares, Rico Sequeira, Rita Melo, Romeu Bio, Rui Macedo, Sobral Centeno, Sofia Areal e Teresa Bravo.

Com várias dezenas de obras mágicas expostas, onde se pode observar toda uma espécie de temas, dos mais variáveis possíveis, entre fotografia, escultura, pintura, desenho, acrílicos e óleos, onde todos ou quase todos, têm um denominador comum: o formato.

Denominador esse que, são as medidas das obras a expor isto é, todas elas têm as mesmas dimensões, ou seja, todas elas têm 80 X 80 centímetros.

Foi este o desafio lançado pelo jovem galerista Nuno Sacramento aos artistas da sua galeria com quem trabalha há já alguns anos e, a outros convidados para, sem qualquer obrigatoriedade de tema, pudessem participar.

As obras foram surgindo e todas elas encerram muita magia difícil de ver de uma só vez.

Há que ter tempo para aprecia-las.

De várias posições e de várias perspectivas.

De vários ângulos e de vários lados.

quanto mais observamos, mais vamos descobrindo coisas novas, novas mensagens, novas belezas, novos encantos, encerando muitas histórias e segredos, carregadas de personagens e simbolismos, criando efeitos ópticos no espectador e sentimentos que só ele pode ajuizar, gostar ou não gostar.

Estes jovens que agora se expõem, alguns desconhecidos do grande público, também como denominador comum a qualidade e o esmero que colocaram na produção artística, nas imagens que criaram e nos proporcionam, todo um sistema artístico de “arte por arte”.

É hoje fundamental estabelecer certos parâmetros do que é realmente a Arte!

Todos nós sabemos que o conceito que temos de tal palavra está cada vez mais a evoluir para tipologias tão diversas e para concepções tão distintas que, não há dúvida, temos que nos interrogar, mais vezes, onde é que isto vai parar?

Os velhos conceitos que temos já não são os mesmos do século XX. E o que nos trará o século XXI?

Também hoje pelas 22 horas será inaugurada na galeria má arte em Aveiro uma exposição do fotógrafo João Leal com trabalhos extraídos das séries “My own place” e “Endless”.

Baseado nas informações que recebemos desta exposição, transcrevemos o seguinte: “Em “My old place”, partindo do pressuposto que a fotografia pode ser vista como uma “máquina de medir o tempo”, as imagens servem de “leitmotifs” para a realização de buscas “fast forward” e “fast rewind” no “mecanismo” cerebral. No entanto, a medição do tempo baralha-se. As referências dadas são contraditórias. Em Roma a memória do passado impõe-se de uma forma majestática. O cariz cosmopolita da cidade convive harmoniosamente com o que, apesar de já não “existir”, teima em sobreviver. O presente de hoje não resistirá como este presente de há mais de dois milénios, pelo menos não neste estado físico, presencial, palpável. O nosso presente é mais volátil, por vezes parece existir não para ser apreciado mas para ser registado e visto mais tarde. É um involuntário (embora consciente) mecanismo de criação de falsas memórias. As “memórias” deste trabalho são de um tempo que ainda não chegou, sobre um presente de existência duvidosa com imagens de um passado persistente.

Na série “Endless”, e em jeito de homenagem ao filme “Profissão: Repórter”, de Michelangelo Antonioni (1975), tanto o dinamismo estático do fotográfico como a imobilidade activa da imagem sequenciada, enaltecem o perturbador movimento sem termo aparente. Nos sete minutos do plano sequência de Antonioni muito acontece, tanto dentro como fora de plano. O quase imperceptível movimento para a frente transporta quem está a ver para o núcleo de um ciclone que, pela instabilidade que vinha revelando, não augurava um desfecho agradável. Em “Endless”, a linha que percorre a imagem mantém-se perfeitamente nivelada. O suporte da imagem cria uma inesperada ilusão de declive. Ou seja, a instabilidade vem de fora, não está intrínseca como em “Profissão: Repórter”.

João Leal nasceu no Porto em 1977. Licenciou-se em 2005 no curso de Tecnologia da Comunicação Audiovisual do Instituto Politécnico do Porto, com especialização na área de Fotografia.”Para além de ter várias vezes exposto quer individual e colectivamente é também detentor do prémio Pedro Miguel Frade do Centro Português de Fotografia (no ano de 2005).

Também na galeria Kompass – Art Gallery em Aveiro será inaugurada hoje pelas 22 horas uma exposição colectiva com os artistas da galeria.

Com estas três exposições em simultâneo, mais uma vez a Rua do Gravito em Aveiro está em festa e à espera de todo o público que queira partilhar com estes artistas uma noite de cultura e animação.

 

José Sacramento

galeriasacramento@galeriasacramento.com.pt



publicado por amigosdavenida às 00:20 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 20 de Março de 2009

E porque não fazer isto ao ar livre... na cidade real? Porque não transformamos as nossas cidades no espaço de aventura e experimentação que o vídeo fala? 

 



publicado por amigosdavenida às 23:05 | link do post | comentar | favorito

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