Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Imagoteca | arquivo fotográfico do Museu da Cidade de Aveiro

Projecto de recuperação, tratamento e organização de acervos documentais

Aprovação de candidatura apresentada à Fundação Calouste Gulbenkian


A candidatura apresentada pelo Museu da Cidade de Aveiro ao concurso de projectos de recuperação, tratamento e organização de acervos documentais promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian foi aprovada.

O projecto intitulado Imagoteca | Arquivo fotográfico do Museu da Cidade de Aveiro, assenta em duas vertentes essenciais à protecção e valorização do património cultural que se complementam entre si. Em primeiro lugar pretende proceder à organização, segundo normas arquivísticas, do acervo fotográfico da CM Aveiro reunido no Museu da Cidade, procedimento este seguido da acções tendentes à difusão do mesmo acervo junto de grande público com recurso às tecnologias da informação e da comunicação.

O projecto visa, assim, organizar e estruturar o arquivo com o intuito de preservar e salvaguardar os originais, garantir uma difusão geral do seu conteúdo e qualificar o próprio serviço.

A candidatura surgiu da conciliação de interesses do Museu da Cidade de Aveiro, do Grupo dos Amigos d'Avenida e da Universidade de Aveiro tendo como mote a Comemoração dos 250 Anos de elevação de Aveiro a Cidade [2009], no sentido de mobilizar os agentes locais a contribuírem para a evocação da efeméride com iniciativas de valorização e divulgação patrimonial.

Com uma duração total de doze meses, o projecto tem coordenação geral, museologia e gestão patrimonial da responsabilidade da equipa do Museu da Cidade ficando a coordenação científica e organização arquivística a cargo da Universidade de Aveiro | Departamento de Comunicação e Arte.

A Imagoteca [arquivo fotográfico do Museu da Cidade | CMAveiro] reúne cerca de 80.000 imagens em diversos suportes e formatos [do vidro à película de filme, dos cartões estereoscópicos à fotografia digital]. Desde a sua abertura, no ano 2000, presta serviço ao público permitindo a consulta e reprodução de imagens que, pela sua natureza, são representativas da identidade local e um testemunho do património documental de Aveiro.



publicado por amigosdavenida às 15:30 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
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Se apreciam e gostam de Música Coral, aqui está uma boa oportunidade para assistir ao Concerto do 27º Aniversário do Coral Polifónico de Aveiro, a realizar no Claustro do Museu de Aveiro, no próximo sábado, dia 4 de Julho, a partir das 21,30 horas, participando como especial Coro convidado o Grupo Coral de Queluz (Sintra).
Aceitem este nosso Convite e venham com Familiares e outros Amigos.

A vossa presença será um estímulo para continuar a trabalhar pela Cultura em Aveiro.

Esperamos pelo vosso incentivo e apoio.

Divulguem esta iniciativa integrada na programação das Comemorações da celebração de Aveiro250anos.


publicado por amigosdavenida às 23:21 | link do post | comentar | favorito

'É  necessário questionar e compreender os novos hábitos das pessoas para que se possam adaptar a esses novos hábitos, novas realidades culturais, comerciais, residenciais e de mobilidade. Quando soubermos aquilo que os Aveirenses anseiam então podemos partir de uma forma mais segura para fazer uma Avenida para o século XXI'.

Jorge Greno, Enguia Fresca



publicado por amigosdavenida às 01:15 | link do post | comentar | favorito

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Quem não pôde ir ontem à noite ao auditório do Mercado Negro perdeu muitas coisas importantes.
Perdeu um concerto magistral do músico e compositor Joaquim Pavão, onde este executou, entre várias peças, e pela primeira vez, a obra musical do documentário 'Avenida;
Perdeu a possibilidade de ouvir a Tânia Oliveira (da Senso Comum, empresa que produz o documentário) explicar o que leva uma empresa privada a envolver-se num 'projecto cultural', sem apoios financeiros garantidos, numa atitude notável de responsabilidade social para com os cidadãos de Aveiro e a sua cidade;
Perdeu a possibilidade de perceber que este projecto, desenvolvido pela parceria entre Joaquim Pavão e a Senso Comum, mobiliza já um enorme conjunto de instituições e personalidades (Grupo Cénico e Etnográfico das Barrocas; José Geraldo e Helena Faria, da Companhia Camaleão; Prof.ª Rosa Maria Oliveira; fotógrafos José Oliveira e João Margalha; e o arquitecto Gil Moreira) que têm vindo a oferecer o seu saber e disponibilidade ao desenvolvimento deste 'sonho'.
Perdeu a possibilidade de constatar como o projecto está já a ganhar forma e movimento e como este pretende (ainda antes de se concluir) abrir-se ao envolvimento e participação de todos 'os que queiram partilhar estórias sobre a Avenida'.
Perdeu a possibilidade de escutar o Gil Moreira explicar como os Amigosd'Avenida têm procurado incutir na sua comunidade um espírito de inquietação relativamente à sua cidade, às suas dinâmicas e vivências urbanas e às opções que se colocam ao seu futuro.
Finalmente, perdeu a possibilidade de perceber como, num momento de crise, uma comunidade se pode mobilizar para pensar colectivamente o seu futuro, identificar projectos, mobilizar recursos e energias para a sua concretização, 'ousando apenas trabalhar em soluções sem parar nos problemas'.


publicado por amigosdavenida às 01:10 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 28 de Junho de 2009
aniVercenario-5.jpg


CONVITE
junto envio convite para a nossa festa de aniversário, no próximo sábado, dia 4 de julho.
haverá uma experiência náutica...
compareçam
A direcção
H. Ventura


publicado por amigosdavenida às 22:42 | link do post | comentar | favorito

Notícia enviada pelo Bruno Martins
"Envio um artigo bastante curioso que descreve que a plantação de flores e a sua manutenção, poderá ser um método criativo para combater o crime nas cidades".
o link é o seguinte: http://www.tvi24.iol.pt/acredite-se-quiser/assaltos-flores-toquio-ladroes-bairro-tvi24/1069787-4088.html


publicado por amigosdavenida às 22:27 | link do post | comentar | favorito

Notícia Diário de Aveiro

'As lojas podiam fechar e voltar a abrir depois das obras de requalificação da Avenida Lourenço Peixinho. Como se fosse a inauguração de um centro comercial 

 

O presidente da Associação Comercial de Aveiro (ACA), Jorge Silva, defende o encerramento dos estabelecimentos comerciais enquanto durarem as obras de requalificação da Avenida Lourenço Peixinho e a sua reabertura quando estiverem terminadas. Depois, com a avenida renovada, o novo espaço seria inaugurado. “Abriria como se de um ‘shopping’ se tratasse”. A ideia do presidente da ACA implicaria custos, mas Jorge Silva diz que os comerciantes seriam “subsidiados”.

 

A intervenção do líder dos comerciantes na reunião de anteontem da Assembleia Municipal foi uma das várias dedicadas ao debate da principal artéria da cidade. Os Amigos d’Avenida pretendem “dar um sentido de lugar e de comunidade” numa actuação em várias vertentes, mas sem “pressa de chegar às soluções”, ideia partilhada pelo presidente da Câmara, que deseja uma acção com “serenidade”. A atitude é apoiada por Manuel Coimbra, da bancada do PSD, que entende ser necessário “dar tempo ao tempo, vendo a exequibilidade de ideias” e recusando “medidas avulso”, exemplificando com o túnel sob a estação e dois prédios da avenida.

 

Não é a mesma opinião do presidente da Junta de Freguesia da Vera Cruz, João Barbosa. “Basta” de debate, disse, pedindo “trabalho”. Aquele autarca disse ainda estranhar que o projecto do Parque da Sustentabilidade não incluísse a avenida, perdendo assim uma fonte de financiamento. Também na bancada do PS, Pires da Rosa disse que “já é tempo de começar a fazer algo em concreto”.

 

Nelson Peralta, do Bloco de Esquerda, disse que o túnel “faz entrar trânsito rápido, há menos árvores, a avenida é menos acolhedora”, entendendo que a requalificação deve ser acompanhada de combate à especulação imobiliária”. Miguel Fernandes, do CDS-PP, sugeriu que a avenida deve atrair “marcas consagradas” e João Pedroso, do PS, pediu uma “ideia política da Câmara”.

 

António Regala, da CDU, criticou a iniciativa do debate considerando-a mais um “fogacho”, e neste caso tem notado que a acção da autarquia não tem levado “ao que é necessário”.

 

Mas o debate incluiu ainda a participação de engenheiros e arquitectos, sobressaindo uma ideia de Estrela Esteves que propôs uma nova travessia do Canal Central com anulação da passagem de automóveis sob um dos lados da Ponte-Praça, criando um novo espaço público.

 

 

30 princípios

 

 

O assessor António Soares apresentou as conclusões do seminário sobre o Futuro da Avenida”, realizado em Novembro último, contendo “30 princípios”, dizendo tratar-se do penúltimo passo de um fase que deverá encerrar até final do ano.

 

O relatório concluiu da necessidade de uma “intervenção global”, dada a descaracterização, ser uma zona não atractiva e comercialmente desarticulada.

 

As conclusões foram publicadas em livro, não acessível a jornalistas, apenas distribuídas anteontem aos membros da Assembleia.

 

Mas ainda foi possível saber que o relatório defende edifícios com um máximo de cinco pisos, um nível de intervenção para cada um, garantia da predominância do uso habitacional, concessão de  apoios à reabilitação, benefícios fiscais (IVA a 5 por cento) e  isenção do IMI e IMT e taxas de ocupação espaço público. Os apoios financeiros estão em ponderação.



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Sábado, 27 de Junho de 2009
Notícia Público 27.06.2009




"A A sombria Rua do Almada ganha hoje uma nova vida, com a festa Alma da Rua, uma iniciativa do clube de fotografia Embaixada Lomográfica. Jorge Taveira, um dos organizadores, conta com uma "rua a transbordar" até à meia-noite, nesta segunda edição do evento. Na iniciativa participam algumas das novas lojas da Rua do Almada, como a Retrato do Que Vejo, que abriu em Fevereiro. A proprietária, Margarida Valente, mostra-
-se entusiasmada com a oportunidade de divulgação e com as propostas arrojadas, como o espectáculo de transformismo. A Inktoxica Tattoo vai ser inaugurada em plena Alma da Rua
Na Lost Underground actuam os Aspen às 19 horas. A organização destaca a projecção do último filme de Emir Kusturica, Promise me this, que será exibido às 22h na galeria da Embaixada Lomográfica/Louie Louie, com entrada gratuita".


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in Notícias de Aveiro

"O presidente da Junta de Freguesia da Vera Cruz acusou a Câmara de Aveiro de ter perdido “oportunidades” de reabilitar a Avenida Lourenço Peixinho durante os quatro anos de mandato. 
João Barbosa estranhou que a principal artéria da cidade não tenha sido envolvida, entre a estação e a Ria, no projecto do “Parque da sustentabilidade” já com financiamento aprovado pelo QREN. 
“Em quatro anos nada de fez com argumento de dificuldades financeiras e agora que há uma candidatura não se inclui a avenida”, lamentou. 
O autarca do PS falava na Assembleia Municipal extraordinária realizada esta sexta-feira em que se discutiram propostas para a reformulação daquele acesso citadino central apresentadas por convidados, nomeadamente a Associação Comercial de Aveiro, o grupo informal Amigos d'Avenida, o delegado local da Ordem dos Engenheiros e dois arquitectos da cidade. 

João Barbosa criticou, ainda, a demora na tomada de medidas concretas por parte da Câmara que se limitou na sessão a dar conta das conclusões do seminário organizado há oito meses. “O presidente tem de assumir a vontade política e uma ideia base”, desafiou". 



publicado por amigosdavenida às 20:02 | link do post | comentar | favorito

Q. Como nasceu a ideia de criar um documentário sobre a avenida?

A cidade morre e ressuscita. São as feridas que a tornam interessante. A concretização do espaço, a arrumação lógica das necessidades, os sonhos desmesurados, a falta de ambição, todo o devir ao longo do tempo é um olhar sobre características perenes da sociedade. E que mais se pode fazer do que combater a apatia de uma sociedade, do “eu não existo” enquanto força mobilizadora.

Assim, a primeira reunião pública dos “amigos da avenida” foi o catalisador da vontade. Passado uma semana retirei da gaveta quatro folhas de rascunho de uma futura obra para guitarra sobre Aveiro e numa breve reunião surge o primeiro esboço de uma curta metragem.

O que jamais suspeitaria é que numa primeira investigação surge a história e estórias de gentes que eram donos da sua própria vida, que do desconforto perene à condição em que se encontravam, agiram, que a semelhança do presente com o passado não era apenas um facto curioso. É o agir que dá origem ao documentário. Era preciso mostrar a fantástica história de uma avenida que não é nada de mais quando comparada com tantas outras, mas é o produto da vontade férrea de um homem (Dr. Lourenço Peixinho), de uma sociedade, da cidade onde escolhi habitar. Por isso tornou-se imprescindível prestar homenagem ao cidadão, mostrar que a cidade não é pertença de ninguém. É produto de um colectivo. Para uma cidade melhor, é vital reivindicar, tornarmos consciente o nosso papel e exigir.

 

Q. Em que consiste esse documentário?

Consiste e pretende entregar a vontade de agir ao desejo de melhorar. Custa-me ver um país, uma cidade que se entrega ao fatalismo de uma magna força, poderosa e sem rosto. É a crise, é o passado, são os outros. Todos eles agentes externos, os culpados desta nossa condição.

O que achei curioso é que ao olhar para a Aveiro em 1918 encontro uma grave crise económica, um período entre guerras, uma republica pueril e turbulenta, emigração em busca de uma vida melhor e um poder local sem margens financeiras para agir. Um homem ousou e apenas trabalhou em soluções sem parar nos problemas. As crises só são graves quando são ideológicas, de resto são a força necessária para trabalhar, para ousar. Avenida é composto de camadas. Do passado nostálgico e conturbado, do presente de discussão e inquietação, constrói-se um futuro que não pretende projectar um cenário provável ou possível. O mesmo é encarado como um estimulo à imaginação, apropriando-se da linguagem artística para estimular um mundo inexistente, procurando abrir consciências, sentidos, possibilidades, potencialidades sobre o amanha.

 

Q. Quem esteve envolvido?

Este projecto está a ser realizado em parceria com uma empresa Aveirense, a Senso Comum que assumiu a produção do documentário e permitiu que as minhas ideias adquirissem forma. Se não fosse o profissionalismo, capacidade de iniciativa e dedicação desta empresa este documentário não seria possível. A investigação foi assumida pela Drª. Rosa Maria Oliveira, autora do livro “O discurso da cidade: Leituras da Av. Dr. Lourenço Peixinho”. A nível de fotografia conta com José Oliveira e João Margalha e ainda com o espólio fotográfico do Henrique Ramos e também da Imagoteca. O arquitecto Gil Moreira assina alguns trabalhos de modelação 3D e cenografia. José Geraldo e Helena Faria, da Companhia Camaleão, são os actores que nos levam a conhecer o presente e futuro no documentário. O passado foi fielmente recriado a nível de vestuário e maneirismos da época pelo Grupo Cénico e Etnográfico das Barrocas.

As entidades envolvidas até ao momento são naturalmente os “Amigos d’Avenida”, a Câmara Municipal de Aveiro e a Associação Comercial de Aveiro.

 

Q. Qual a duração?

O projecto já conta com 60 minutos idealizados, mas como ainda se encontra uma dinâmica de obra aberta a duração final dependerá dos contributos que vamos colhendo, na participação activa da população e do financiamento disponibilizado.

 

Q. Quanto custa este projecto e como é financiado?

Este projecto já foi orçamentado para uma situação ideal, ou seja quanto é que cada elemento deveria receber justamente pelo trabalho que desenvolveu e ainda se propõe a desenvolver. No entanto, e como ainda não conseguimos financiamento de nenhuma entidade externa, o que temos concretamente é o investimento de cada um, do seu tempo , dos recursos que consegue mobilizar, da responsabilidade social enquanto elemento activo na sociedade. Mas a reunião de vontades, não é suficiente e para isso temos a experiência da Senso Comum na produção audiovisual para conferir profissionalismo, impor rigor e ritmo.
Não posso deixar de fazer um paralelismo entre este projecto e a história da vontade do próprio Dr. Lourenço Peixinho que apesar das diversas contrariedades económicas e sociais persistiu. Acredito nas estórias que descobri, do poder de um colectivo. Gostaria que este documentário fosse de todos, uma partilha do mesmo espaço de reflexão e empenho, uma acção conjunta.

O documentário é ambicioso, a nível técnico, artístico e até ao momento não foi a falta de apoio financeiro que o deteve. No entanto, não posso deixar de reconhecer a importância que o financiamento tem para a continuidade de projectos deste tipo, daí aproveitar para apelar ao sentido de responsabilidade social das entidades, que apoiem a criação artística e este projecto em concreto.

 

Q. O que vão fazer com ele? Vai entrar em algum circuito comercial?

Avenida é um objecto multifacetado. Pensando numa projecção por fases que irá compreender diversas abordagens e suportes. Nesta primeira fase iniciamos já o concurso a diversas linhas de apoio e financiamento para viabilizar a sua realização, paralelamente iniciamos a sensibilização para o projecto e apresentação publica em concerto da obra musical composta desvendando já alguns momentos do vídeo, como é o caso deste sábado no Mercado Negro.

Está em fase de desenvolvimento o site do documentário onde iremos disponibilizar informação sobre o projecto, alguns vídeos inéditos e abrir à discussão e participação pública alguns temas pertinentes.

Mais para o final do ano está prevista a participação em circuitos de festivais e concursos nacionais e internacionais enquanto fazemos a apresentação do documentário em salas Portuguesas. Posteriormente está previsto lançamento de um DVD que entrará em circuito comercial.

 

Q. Que contributo pensa que pode dar para o futuro da avenida?

Que contributo poderia um músico dar? Qualquer que ele fosse era empírico e sem grande valor se falarmos em planeamento urbano ou arquitectura. Apenas posso escrever umas notas, tocar outras tantas e tentar que ambas criem um discurso. Posso realizar um documentário, posso não estacionar em segunda fila, não mandar papeis para o chão, andar de Buga no centro da cidade. Posso apenas ser um cidadão que é confrontado com um determinado espaço, que o respeita e usufrui.

 

Q. Como avalia o trabalho q tem sido desenvolvido pelo movimento amigosd’avenida?

Extraordinário! É incrível a dinamização de um grupo que não é mais do que um conjunto de cidadãos que querem agir e questionar. Têm diferenças, as expõem sem qualquer problema, discutem e arranjam soluções. Um conjunto de pessoas que procura no debate, respostas às suas inquietações e não pretendem nada mais do que exigir e usufruir da cidade que habitam.

Não somos apenas um movimento. Somos cidadãos que se interessam pela sua vida. E assim, espero que todos os outros amigos e inimigos façam soar outras vozes e ideias. As cidades silenciosas são campos vazios.



publicado por amigosdavenida às 12:45 | link do post | comentar | favorito

 

Diário de Aveiro, 27JUN


Joaquim Pavão realiza documentário sobre a principal artéria de Aveiro. Obra pode entrar no circuito comercial e dar origem a um DVD

“Era preciso mostrar a fantástica história de uma avenida que não é nada de mais quando comparada com tantas outras, mas é o produto da vontade férrea de um homem (dr. Lourenço Peixinho), de uma sociedade, da cidade onde escolhi habitar”. Desta forma, explica Joaquim Pavão, o realizador, nasceu “Avenida”, um documentário sobre a principal rua de Aveiro, que é hoje apresentado pela primeira vez (Mercado Negro, 21.30 horas). 
O projecto insere-se no conjunto de actividades que o movimento cívico Amigos d'Avenida tem vindo a organizar em prol da dinamização daquela artéria. 
O filme foi inicialmente cogitado como uma pequena peça. “Passada uma semana após a primeira reunião pública dos Amigos d'Avenida, retirei da gaveta quatro folhas de rascunho de uma futura obra para guitarra sobre Aveiro e surgiu o primeiro esboço de uma curta-metragem”, clarifica Joaquim Pavão. 
Mas o projecto rapidamente evoluiu para um documentário (já vai em 60 minutos e ainda está inacabado), após uma pesquisa sobre a “história” da avenida e as “estórias” da sua gente. “Avenida” procura “recriar fielmente” o passado desta artéria com o auxílio de actores e do Grupo Cénico e Etnográfico das Barrocas, esclarece o cineasta. 
“O que achei curioso é que ao olhar para a Aveiro em 1918 encontro uma grave crise económica, um período entre guerras, uma República pueril e turbulenta, emigração em busca de uma vida melhor e um poder local sem margens financeiras para agir”, diz. Lourenço Peixinho, porém, “ousou e apenas trabalhou em soluções sem parar nos problemas”. Por isso “tornou-se imprescindível prestar-lhe homenagem”. 
As dificuldades em financiar a obra não têm travado o seu avanço. “Não posso deixar de fazer um paralelismo entre este projecto e a história da vontade do próprio Dr. Lourenço Peixinho, que apesar das diversas contrariedades económicas e sociais persistiu”, realça Joaquim Pavão. “Acredito nas estórias que descobri, do poder de um colectivo. Gostaria que este documentário fosse de todos, uma partilha do mesmo espaço de reflexão e empenho, uma acção conjunta”, acrescenta. 
O documentário é “ambicioso a nível técnico e artístico” e comporta custos elevados. “Até ao momento não foi a falta de apoio financeiro que o deteve. No entanto, não posso deixar de reconhecer a importância que o financiamento tem para a continuidade de projectos como este”, refere, salientando que “Avenida” já foi submetido a “diversas linhas de apoio”. 
Para já, e depois da apresentação, hoje, de alguns trechos do filme e da sua banda sonora (composta propositadamente, também por Joaquim Pavão), será criado um sítio na Internet com informação sobre o projecto, vídeos inéditos e fóruns de discussão. 
Mais para o fim do ano está prevista a participação do documentário em festivais nacionais e internacionais e a sua entrada no circuito comercial em salas portuguesas. Para mais tarde está previsto o lançamento de um DVD. 

Rui Cunha 



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Sexta-feira, 26 de Junho de 2009


publicado por amigosdavenida às 23:59 | link do post | comentar | favorito

A ‘Avenida’ que hoje pretendemos repensar, foi idealizada e construída num período de grande crise nacional.
Tal circunstância não limitou a ousadia dos responsáveis autárquicos (em particular o Dr. Lourenço Peixinho) e a sua construção traduziu-se num projecto mobilizador da comunidade aveirense.
 
(Pavão, Joaquim, ‘Avenida’, 2009)
 

 



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Debate hoje na Assembleia Municipal (20h)

Amigosd'Avenida apresentam propostas!



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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Avenia MN.jpg
Vai realizar-se no próximo dia 27 Junho (sábado), pelas 21:30, no Mercado Negro a primeira apresentação do projecto 'Avenida'.

Este projecto insere-se no conjunto de actividades que o movimento cívico Amigosd'Avenida tem vindo a apoiar e a dinamizar e consta de um documentário sobre a Avenida Lourenço Peixinho (e respectiva banda sonora) realizado pelo músico e compositor Joaquim Pavão e produzido por Tânia Oliveira da Senso Comum.

Este projecto resulta de um trabalho de pesquisa e recolha de dados e materiais que a equipa de investigação, produção e realização tem estado a desenvolver sobre o espólio fotográfico e documental da Avenida e procura reflectir sobre três momentos distintos do seu desenvolvimento: o passado, o presente e o seu futuro.

O projecto não está ainda concluído, pelo que se pretende com esta primeira sessão fazer uma breve apresentação do projecto e recolher eventuais testemunhos (orais ou documentais) ou sugestões sobre o documentário 'Avenida'.

O programa da sessão será o seguinte:

Os amigos da Avenida| Gil Moreira (e outros amigos)

O projecto Avenida| Tânia Oliveira /Senso Comum

A História da Avenida | Rosa Oliveira

Concerto | Joaquim Pavão (realizador e compositor) Avenida I - Passado II - Presente III - Futuro Sobre Paredes - II andamento ""Verdes Anos" Medeia - III Andamento - Jasão Ignorâncias I (re)Volta e Meia A Sesta

 

Convidam-se todos os aveirenses a participar na apresentação e discussão do projecto 'Avenida'.

Os Amigosd'Avenida http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/



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 Foi você que pediu NADA? Não!? E se alguém o convidasse para ir ver NADA, para fazer NADA, aceitaria? Provavelmente esta é a proposta mais radical que terá recebido nos últimos tempos. É exactamente esta a sugestão que o CETA – Círculo Experimental de Teatro de Aveiro – lhe apresenta para dia 4 de Julho, às 21horas. Fazer uma visita ao NADA! Tal ida será certamente uma experiência única e absolutamente irrepetível. Ir até ao NADA, que é o Não-Lugar e o Não-Tempo, ou seja, aquilo que não existe absolutamente, é a utopia das utopias. É sem dúvida nenhuma o sonho de todos os cientistas e filósofos de todos os tempos. É a viagem mais alucinante que podemos imaginar, porque seria regressar ao momento anterior ao Big Bang, à criação do tempo, do espaço e do nosso universo. Alguém poderia, porventura, estar fora do tempo e do espaço que são as dimensões que formatam o nosso cosmos? Não, absolutamente, não! A proposta é precisamente essa: a visita ao impossível, ao absurdo, ao paradoxal, ao que não existe. Mas se não existe, logicamente não o poderemos visitar. Deixemos então a lógica de parte e visitemos os vários departamentos do Nada, ao seja: OS NADAS. O Nada remete-nos para a ausência, a falta de… O silêncio é a ausência de qualquer som, a escuridão é a total falta de luz, o vazio aquilo que se encontra sem conteúdo, o frio a inexistência de calor, o absurdo o sem sentido. Nós somos habitantes do SER. A não-existência aparece à luz de todas as filosofias como a mais absoluta imperfeição. Será mesmo? Tenho grandes dúvidas!

E você? Seria capaz de visitar o que não têm entidade ontológica? Seria, porventura, valente até ao ponto de suportar o NADA?

Outra questão: Se NADA irá acontecer porque razão devo ir? A resposta é simples: não deve ir! O espectáculo não estará ao seu dispor, apenas a ausência dele…apenas o NADA.

Este Festival Internacional do NADA pode ser lido desde vários pontos de vista: como uma provocação ontológica, como uma metáfora sócio-político-cultural, como uma reflexão intelectual sobre o mundo e/ou sobre a vida, como um simples divertimento erudito ou como o preenchimento de um espaço não ocupado pelo espectáculo. Faça a sua escolha! Todas elas são certas e erradas. Paradoxal? Claro! Sempre!

Agradecemos a sua presença para ver o que não existe, ou o absurdo, assim como agradecemos a sua ausência ou o teu NADA neste NADA induzido e assumido por nós!    

E o NADA, acontecerá no CETA no dia 4 de Julho pelas 21 horas!!!

 

CETA

http://www.cetateatro.pt/



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MASSA CRÍTICA BICICLETADA :: ANDA DE BICICLETA TODOS OS DIAS, FESTEJA UMA VEZ POR MÊS!
Aveiro -18h30 - encontro no Forum ao lado da Capitania (novo ponto de encontro experimental!) - 19h - saída para passeio activista
Sugestão de temas a debater: mobilidade em 2 rodas para a nova Avenida; produção de t-shirts da Massa Crítica; visita às BACAs ...

Participe na Bicicletada mensal esta 6ªF dia 26 Junho. Basta aparecer num meio de transporte dito "suave" e não poluente, é aberta a todos e o trajecto acessível. A Bicicletada é um espaço activista de debate sobre mobilidade, cultura ciclística ... para além de um passeio pela cidade. Leve na sua bicicleta os cartazes disponibilizados no material de divulgação das Informações do site e ajude à festa!

Para receber as news de informação sobre a Massa Crítica Aveiro e eventos, enviar mail para massacritica.aveiro@gmail.com

Já conhece o Blog TransAveiro do Emanuel Barros com informação georeferenciada dos transportes públicos de Aveiro, incluindo BUGAs?


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"Decorre hoje, dia 25 de Junho,durante a manhã, o Worskhop "Construindo uma Cidade + Amiga das Crianças" no Pequeno Auditório do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro.
Organizado pela Câmara Municipal de aveiro, com o apoio do Departamento de Ciências de Educação da Universidade de Aveiro, o 
Workshop é  subordinado à temática “Construindo Uma Cidade (+) Amiga das Crianças ...o necessário reconhecimento de Actores-Chave no processo”, com a participação do Doutor Manuel Sarmento, especialista na área da infância".

mais info



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No dia 26 do mês de Junho, sexta-feira, com início às 20.00 horas, vai realizar-se uma Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Aveiro na sede, na Avenida Dr. Lourenço Peixinho n.º 4, em Aveiro, com a seguinte definitiva

Ordem do Dia:

Ponto 1. – A Avenida Dr. Lourenço Peixinho;

 

Ponto 2. – Parceria Pública entre o Estado Português e o conjunto dos Municípios de Águeda, Albergaria-a-Velha, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Murtosa, Oliveira do Bairro, Ovar, Vagos e Sever do Vouga.



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publicado por amigosdavenida às 14:05 | link do post | comentar | favorito

Notícias de Aveiro
http://www.noticiasdeaveiro.pt/?c=noticiario&i=4375
A partir de Agosto os turistas que chegam a Aveiro podem usar um equipamento áudio para visitar os alguns dos principais motivos de interesse da cidade.
Uma ferramenta útil que levará os visitantes, pelo seu próprio pé, a conhecer as marinhas e ouvir um marnoto a explicar a safra do sal ou a descrição dos edifícios 'Arte Nova', onde assume relevo a chamada Casa Major Pessoa, exemplar restauro pelo município local com fins museuológicos.
O Guia Independente de Percursos Pedestres Audíveis (GIPPA), que foi apresentado publicamente esta terça-feira, disponibilizará, numa versão inicial, informação em português, espanhol e inglês.
O projecto foi desenvolvido por duas empresas locais ligadas à animação turística e telecomunicações, respectivamente a Tempos & Eventos e a RN2S, tendo merecido o apoio da Turismo Centro de Portugal.
O sistema funciona num leitor MP4 incluindo na fase experimental seis percursos temáticos (Sal, Beira Mar, Arte Nova, Barroco, Arte Contemporânea, Azulejo) e ainda um complementar vocacionado para crianças.
O equipamento com conteúdo informativo áudio estará disponível por 40 a 50 euros, bem como para aluguer (preço ainda a determinar).
"O visitante fica com liberdade para fazer os seus percursos sem andar em voltas que seriam mais cansativas", destacou Cristina Perestrelo, gerente da Tempos & Eventos, sem querer adiantar o investimento envolvido..
Pedro Machado, presidente da Turismo Centro Portugal, gostaria de ver o GIPPA operacional até ao final do ano também nas cidade de Viseu, Castelo Branco e Figueira da Foz, acreditando que este tipo de parceria tecnológica "pode ajudar a resolver o problema da sazonalidade" que afecta a actividade.
Os conteúdos a incluir no MP4 permitem dispensar o guia para visitas tendo programados percursos até 2:00 que garantem três dias de permanência na cidade de Aveiro.
O GIPPA, que deverá evoluir futuramente para uma soluçao geoferenciada, está em fase final de testes, devendo fazer a estreia em Agosto para ser "o companheiro dos viajantes".


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The UT Austin|Portugal Program, in partnership with Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo and the City of Lisbon, are proud to present the launch of the “Network of Creative Cities”.
Tuesday, July 7, 2009
Pavilhão de Portugal, Parque das Nações
Lisbon, Portugal

Cities, according to Richard Florida (see http://www.creativeclass.org), are decisive actors in a country’s economy. According to Florida, conglomerates that invest in creativity will be those that, in the big picture of the economy of knowledge, will gain more relevance.

In Portugal, the subject of the creative cities has been drawing more and more attention in many towns and regions. The university of Aveiro is, in fact, organizing a contest of ideas that has drawn multiple teams of high school students (seehttp://cidadescriativas.blogs.sapo.pt/).

This event aims to explore the experiments of the local governments, cultural agents, creative industries and the universities of cities such as Amsterdam, Austin, Barcelona, Helsinki and Lisbon.

See the schedule and register to attend.

http://creativecitieslisbon.org/


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Quarta-feira, 24 de Junho de 2009


publicado por amigosdavenida às 23:36 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

http://www.22barcelona.com/
Um exemplo de projecto que assumiu o risco de inovar nas funções subjacentes a um processo de revitalização do centro da cidade


publicado por amigosdavenida às 23:35 | link do post | comentar | favorito

(contributo)
Os sinais que surgem globalmente em círculos de "novos urbanistas" resultantes de preocupações de sustentabilidade do planeta, da ineficácia de políticas sociais de alojamento, de colapsos económicos alicerçados em especulações criadoras de riquezas virtuais, de uma uniformização global de modelos de redesenho de cidades e de modas passageiras,
resultantes em suma da necessidade de nos redesenharmos a nós próprios no que diz respeito ao consumo, às escolhas habituais no quotidiano, ás referências do que consideramos sucesso e reconhecimento.
Esses "novos urbanistas", onde se incluem neri oxman ou alexandre manu, ela médica e arquitecta ele designer e filósofo, são de opinião e eu também, que, actualmente, alicerçar investimentos de revitalização de cidades ou áreas de cidades em mobilidades onde o automóvel é o centro das questões é um velho erro.
Pensar a cidade de Aveiro, nomeadamente a Av. Lourenço Peixinho e o seu papel na Nova Cidade de Aveiro ´deverá
ser um desafio á própria identidade de Aveiro enquanto polo de inovação". Senão, a inovação de que se fala não passará de mais um slogan entre tantos outros, que se gastam e diluem com o tempo, acentuando a derrocada das ilusões que não passam de sound bites e mega bites.
Portanto, deverá ser colocado no centro das preocupações do que será a nova avenida, as pessoas, os utentes, presentes e futuros. E esses utentes não poderão ter "toda" a liberdade. É utópico pensar que a liberdade é uma conquista ilimitada. Logo, viver como cidadãos responsáveis implica estar disponível e ser capaz de abdicar da nossa própria liberdade, logo que começam a sentir-se outras humanidades.
Podemos começar por criar estruturas ligeiras de transporte, público e privado, e, em função de novas e reformuladas
funções, Podemos também pensar que um único nivel de relacionamentos espaciais numa avenida que fisicamente cresceu em altura, já é pouco e redutor para o séc. XXI.
Por isso gostei tanto da ideia dos jardins verticais. E hortas verticais e outras verticalidades que se poderiam estudar , como exercício imaginativo, para a avenida. Mas como disse ao almoço de terça (no Necas), o cerne da questão está nas funções, na sua complementaridade e diversidade, e na capacidade versátil dos espaços.
Vamos começar pela função urbana. O que acontecia se se fechasse a avenida, e só se pudesse atravessá-la? ( os automóveis, claro).
Helder Ventura


publicado por amigosdavenida às 23:34 | link do post | comentar | favorito

Não sei se ainda envio em tempo util, mas para ajudar à reflexão sobre um dos mais importantes espaços públicos da nossa cidade acho interessante que se consiga ter em conta alguns dos principios do desenho deste tipo de espaços que se encontram no seguinte site: http://www.pps.org/. Numa síntese de toda a informação que aqui se pode encontrar envio em anexo o chamado diagrama do lugar (place diagram) no qual encontramos as características que deviamos encontrar na nossa avenida.
Em termos de exemplos, o site pps tem a particularidade de elencar os melhores e os piores espaços públicos, nas suas diferentes tipologias. No site http://www.rudi.net/node/19724 pode-se fazer download de um documento interessante que, apesar de dar um enfoque ao desenho urbano, também apresenta no final a importância desse desenho para a apropriação dos espaços.
A Avenida Lourenço Peixinho tem de ser palco de uma "pequena revolução" para que possa realmente ser um espaço âncora das actividades de dinamização da cidade. Tem de ser querer estar e não apenas passar pela avenida...o que só se consegue se houver um redesenho do espaço e um trabalho de mobilização de todos os proprietários de áreas comerciais, residentes e agentes culturais para definir papeis e possibilidades de articulação para a criação de um programa de actividades apelativo e direccionado para diferentes públicos.
Susana Loureiro


publicado por amigosdavenida às 23:30 | link do post | comentar | favorito

Divulgação

"A importância que a água assume no quotidiano das populações e de cada um dos cidadãos impele-nos a estar muito atentos a tudo o que diz respeito à sua captação, distribuição e utilização.
Por isso mesmo, entendemos que os processos de alteração das entidades gestoras da água de consumo público devem ser exemplares, no que diz respeito ao esclarecimento dos principais interessados - os cidadãos - e da participação dos mesmos nos mecanismos de tomada de decisão em matéria tão sensível.
Consideramos igualmente que qualquer decisão de importância estratégica para o futuro do Município - o que é o caso - não pode ser deliberada à pressa, num qualquer final de mandato, tendo ainda em conta que o programa eleitoral sufragado maioritariamente no Concelho de Aveiro, em 2005, não previa as medidas que agora, precipitadamente, se procuram tomar.
Assim sendo, os peticionários, cidadãos eleitores de Aveiro, dirigem-se à sua Assembleia Municipal, requerendo:
a) Que qualquer decisão referente à saída da gestão da água dos Serviços Municipalizados de Aveiro para qualquer outra entidade, seja remetida para os Órgãos Autárquicos que resultarem das eleições autárquicas, que se irão realizar em breve (Outubro ou Setembro);
b) Que, em qualquer caso, a decisão seja precedida de formas de esclarecimento e participação da população do Concelho, que evidenciem de que forma as soluções propostas correspondem, em simultâneo, ao interesse nacional e ao interesse local".

http://www.peticao.com.pt/gestao-da-agua-em-aveiro


publicado por amigosdavenida às 23:29 | link do post | comentar | favorito

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TEATRO AVEIRENSE





AGAIN FROM THE BEGINNING

De Sofia Dias e Vítor Roriz. Produção Espaço do Tempo.

Ciclo Dança Fora de Horas

Dia 24 Junho l Quarta-feira l 22H30 l Sala Estúdio

Site. http://www.teatroaveirense.pt


publicado por amigosdavenida às 10:30 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

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Le Vent du Nord vai soprar no festim!Do Canadá francófono, para grandes momentos de festim!
"Le Vent du Nord" ou o folk celta transatlântico!
http://www.festim.pt/
http://www.myspace.com/leventdunord

Sáb 27 Junho, 22h00 | Parque Urbano de Sever do Vouga| entrada livre



Le Vent du Nord retrata a excelência da actual música folk do Québec, com fortíssimas influências da música celta irlandesa e da Bretanha francesa. Assistir a um concerto destes quatro virtuosos é deixar-se envolver numa teia de raízes sonoras em constante viagem entre a herança europeia e o velho Canadá francófono, onde a percussão com os pés é imagem singular. 'Le Vent du Nord', cuja curta carreira conta já inúmeros prémios, representa o mais genuíno e empolgante folk do Atlântico Norte!

http://www.dorfeu.pt/
http://dorfeu.blogspot.com/


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"Festival Internacional do NADA"

Dia 4 de Julho | 21 horas

no CETA - Círculo Experimental de Teatro de Aveiro





Peregrinos vindos do reino do SER procuramos o nosso reino originário e ancestral: o NADA. Se TUDO já foi experimentado de todas as formas e maneiras, tentaremos experienciar uma visita ao NADA. Não sabemos o que lá poderemos encontrar pois é um território inexplorado que nunca recebeu peregrinos do SER. Este será o Primeiro Festival (Mundial) Internacional do NADA. Venha ver o que ocorre quando NADA acontece!!!


Para mais informações:

www.cetateatro.pt ou info@cetateatro.pt


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Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Visita guiada pelo ParqueCaso não consiga visualizar correctamente esta newsletter clique aqui.


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Apresentamos-lhe o espaço na internet do Centro Regional de Excelência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável da Área Metropolitana do Porto.


www.creporto.blogspot.com


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Temos gosto em convidar V. Ex.ª para a sessão de apresentação do livro «A Caminho do Nunca? – ou minha loucura outros que me a tomem» de Jaime Gralheiro, que terá lugar esta quarta-feira, dia 24 de Junho, pelas 18h00, no Auditório da Livraria da Universidade de Aveiro. A apresentação será feita pela Dra Teresa Soares, vogal da comissão de gestão do CIFOP e coordenadora do programa da formação em serviço na UA.

Mais informações em http://uaonline.ua.pt/detail.asp?lg=pt&c=15120&ct=60


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Envio fotografias de actividades realizadas na Praça no dia 13 de Junho.
Daniel Oliveira
Nova Acrópole Aveiro


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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

tags: ,

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Domingo, 21 de Junho de 2009
http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Aveiro&Option=Interior&content_id=1267512
notícia JN
"As bicicletas náuticas já circulam na ria de Aveiro desde a semana passada, depois de no ano transacto terem tido uma utilização experimental. É um projecto que tem tido sucesso e que a Câmara defende e acarinha".


publicado por amigosdavenida às 14:32 | link do post | comentar | favorito

notícia Público Local

"É inspirado no famoso Portobello e é o novo mercado da Baixa do Porto. A partir de agora, nas tardes de todos os sábados, podem-se descobrir aqui, na Praça de Carlos Alberto, artigos assumidamente vintage. Espalhados pela praça, os comerciantes da Porto Belo ainda se tentam ambientar com alguma timidez. Na mesa de José de Almeida encontramos edições de O Século Ilustrado, máquinas fotográficas dos anos 30 e telefones que raramente se vêem. José é reformado e participou por curiosidade e pelo convívio. "Não sou um coleccionista, gosto é de comprar e vender", esclarece. Há um cheirinho a S. João, com sardinhas e manjericos, anunciando a festa popular que se avizinha.
Inês e Gustavo Magalhães já percorreram meio mundo: Tunísia, Tailândia, China, América Latina e Nova Zelândia. Mas foi mesmo Londres, especialmente o sítio onde viviam - Portobello Road -, que os fez voltar a Portugal e tentar recriar a atmosfera daquele que é um dos mais carismáticos mercados de rua. Inês, vitrinista e designer de moda, explica que sentiram falta de algo do género no Porto e que "há muitas lojas escondidas na cidade, com coisas antigas maravilhosas, mas que não existia um mercado assim, oficial e à tarde". "Queríamos", prossegue, "dar alma ao centro da cidade, que está cada vez melhor". Carlos Alberto é um local especial no percurso entre os Clérigos e Miguel Bombarda, mas "é também uma praça lindíssima, que foi reabilitada há pouco tempo e que merecia, de facto, esta vida", justifica Inês.
Maria da Glória e Célia Lopes, mãe e filha, já são habitués nestas coisas. Viajam para cidades como Londres e Amesterdão e para Célia as feiras são uma "terapia", "um bicho que vicia". Maria Fernanda Vieira, da Livraria Vieira, tomou conhecimento da criação do mercado pelos jornais e foi a tempo de participar: "O que mais adoro", reconhece, "é mesmo fazer feiras." De baixo de um calor abrasador, o horário foi mesmo o mais discutido. Há quem prefira a manhã, a tarde ou à noite. O que importa é que para a semana há mais. À tarde!"


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Segue em anexo o programa da conferência de dia 22 e 23 de Junho Contemporary Society and Cultural Shifts in Public Policy, a realizar na Universidade de Aveiro (Secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas - SACSJP), onde também vai ser apresentado o caso dos Amigosd'Avenida.
Programa em http://uaonline.ua.pt/upload/med/med_1175.pdf


publicado por amigosdavenida às 13:39 | link do post | comentar | favorito

Sábado, 20 de Junho de 2009
http://www.cm-olb.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=30788


O Ciclo de Cultura Musical da Bairrada marcará presença de 20 a 28 de Junho, com um "Ciclo de Guitarra".
Programa 21 de Junho | Dom 21.30h

Salão Nobre dos Paços do Concelho de Oliveira do Bairro

- Joaquim Pavão por Joaquim Pavão

- André Madeira


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http://www.urbansketchers.com/



publicado por amigosdavenida às 18:31 | link do post | comentar | favorito

http://www.facebook.com/srch.php?nm=amigosdavenida



publicado por amigosdavenida às 13:54 | link do post | comentar | favorito

A Direcção da Banda Amizade com o apoio da Câmara Municipal de Aveiro, vai organizar este sábado, dia 20 de Junho, a partir das 20.00 horas, "A festa dos Vizinhos no Bairro do Alboi"
Com a colaboração dos comerciantes do bairro, todos estão preparados para promover a festa que pretendecelebrar a vivência sã e cordial com os vizinhos, que seja, também, festa  uma forma digna celebrar Aveiro e as suas gentes nos seus 250 Anos. 

Durante uma noite, a Banda Amizade vai dar vida a um dos bairros mais tipicos e acolhedores da Cidade.



publicado por amigosdavenida às 12:41 | link do post | comentar | favorito

Estudo de finalistas de Gerontologia ajuda a caracterizar as necessidades de cidadãos idosos que continuam a ter vida activa na zona urbana de Aveiro.
http://www.noticiasdeaveiro.pt/?c=noticiario&i=4371


publicado por amigosdavenida às 10:27 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

(sugestão de leitura de Anabela Narciso Ribeiro)


 

Não sei se conhecem ou já leram, mas existe um trabalho de uma escritora e poetisa Aveirense que ‘abraçou’ algumas questões do urbanismo na sua dissertação de mestrado.

Chama-se ’Discurso sobre a cidade: Leituras da Av. Dr. Lourenço Peixinho’. A escritora é a Rosa Maria Oliveira. Podem ver um resumo, bibliografia e índice em:

http://dited.bn.pt/29176/209/1001.pdf

Penso que nos poderá ajudar a conmpreender a Avenida com maior profundidade.



publicado por amigosdavenida às 18:55 | link do post | comentar | favorito

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publicado por amigosdavenida às 17:15 | link do post | comentar | favorito

 

Um filme alegre, fresco e malicioso, Teatro Avenida em Aveiro (1962)

(bilhete em leilão aqui)

 



publicado por amigosdavenida às 14:09 | link do post | comentar | favorito

A toda a equipa do Diário de Aveiro um abraço de parabéns pelo aniversário.

 



publicado por amigosdavenida às 13:41 | link do post | comentar | favorito

Museu Santa Joana

Exposição de Arte Contemporânea 2008-2009 - U.A.

18 a 28 de Junho - das 10h00 às 17h30 - Museu de Aveiro



Exposição do Mestrado de Criação Artística Contemporânea 2008-2009, do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.


publicado por amigosdavenida às 00:48 | link do post | comentar | favorito

MANIFESTO POR UMA POLÍTICA DE ANIMAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO (documento em pdf)

 

Subscritores (actualização 19JUN):

1-      Raquel Pinho, planeadora do território

2-      Gil Moreira, arquitecto

3-      Pedro Gomes, geógrafo, investigador UA

4-      António Morais, actor/CETA

5-      Zétó Rodrigues, músico/Oficina de Música de Aveiro

6-      Cristina Perestrelo, lic. Turismo, empresária Tempos e Ventos

7-      João Margalha, planeador do território, docente UA

8-      Tiago Castro, lic. turismo/actor

9-      José Carlos Mota, planeador do território, docente e investigador UA

10-   Mário Marques Trilha, músico e investigador da UA

11-   João Vargas, politólogo e investigador da UA

12-   Joaquim Vargas, planeador fabril, actor/encenador

13-   Luísa Sacchetti Matias, lic. NTC/projecto na área das doenças crónicas

14-   João Rosa, estudante UA

15-   José Filipe Pereira, Director Artístico Acto - Performas

16-   Tânia Oliveira, Gestora de projectos de conteúdos

17-   Tiago Castro, Gestor

18-   Elisabete Figueiredo, socióloga, docente UA

19-   Fernando Nogueira, planeador do território, investigador
na UA, vice-presidente da APPLA

20-   Jorge Silva, gestor

21-   Paulo Trincão, investigador e docente da UA

22-   César Costa, arquitecto/gestor

23-   Joaquim Pavão, músico/compositor

24-   Luís Souto, investigador da UA, presidente da ADERAV

25-   Anabela Ribeiro, planeadora do território, docente da UC, 'amadora praticante' de teatro

26-   Pompílio Souto; Arquitecto; Aveiro

27-   Manuel Oliveira de Sousa, docente, director da Escola Secundária Dr João Carlos Celestino Gomes (Ílhavo),

28-   Alexandre Brito, investigador na UA

29-   Gonçalo Santinha, planeador do território, docente e investigador da UA

30-   Maria de Fátima Soares Godinho, Professora de História, Ílhavo

31-   Carlos Manuel Duarte - Reformado - Foto/Jornalista (free-lancer), Ílhavo

32-   Jorge Miguel da Silva Tavares, Lic. Relações Internacionais, empresário O Cicerone

33-   Rui Bela, empresário e realizador

34-   Paulo Ricardo Lopes Batista, Planeador do Território

35-   Maria Teresa Lopes Ramos, docente do Agrupamento de Escolas de S. Bernardo

36-   Rita Capucho, estudante UC (Mestrado Estudos Artísticos), direcção GPA e gestora de conta

37-   Joaquim Macedo Sousa, Investigador UA

38-   Filipe Manuel Lázaro Santos Monteiro, lic. Química Analítica (U.A.),
Acrylic Technology Manager, Sanitana, SA.

39-   Helder João Ventura, arquitecto/cultura náutica; Ovar

40-   Lina Letra, Designer

41-   Joana Ivónia, designer

42-   Maria Manuel Baptista, Professora Universitária, Aveiro

43-   Paulo Jesus               , Gestor

44-   Jose Ignacio Leguina, Biólogo, Madrid

45-   Túlio Paiva,               Engº Ambiente,               Aveiro

46-   António Paulo Dumas, Planeador do território/ jornalista

47-   Carlos Manuel Rocha, Administrativo Esgueira – Aveiro

48-   António Granjeia, Presidente Clube dos Galitos    

49-   Rui Dias, Aluno Mestrado UA, Aveiro

50-   Ana Seguro, Planeadora do Território, Lisboa

51-   João Bernardo de Castro, Geógrafo, Lisboa

52-   Diogo Carquejo, Estudante (Escola Dr. Mário Sacramento), Aveiro

53-   Margarida Isabel Almeida, Relações Públicas, Universidade de Aveiro

54-   Maria José Curado, Arquitecta Paisagista, Docente Universidade do Porto

55-   Maria do Rosário B.S. Fardilha de Girardier, Socióloga

56-   Sandra Silva, membro da ONG PANGEA e investigadora UA, Aveiro

57-   Susana Loureiro, Consultora, Aveiro

58-   João Lourenço Marques, Planeador do território, docente e  investigador da UA

59-   Rui Marques Vieira, Investigador e Docente da UA

60-   Gracinda Martins, Assessora Principal, Reitoria - Universidade de Aveiro

61-   Nuno Sacramento, Galerista de Arte Contemporânea

62-   Carlos Eduardo Ferreira, Geógrafo, Braga

63-   Sandra Silvestre, coordenadora de projectos de intervenção social, Coimbra

64-   Ronaldo Martins Tavares, Teatrus

65-   Maria Manuel Monge Santos, Engenheira, Aveiro

66-   João Rebelo Dias de Figueiredo, Músico/Professor/Compositor, Aveiro

67-   Ana Cristina Ferreira da Silva, Técnica Superior, Aveiro

68-   Mário J. Alves, Consultor de Transportes e Mobilidade, Lisboa

69-   Cátia Furtado, Geógrafa, Coimbra

70-   Maria João Antunes, Professora, Aveiro

71-   Mário Oliveira, Engenharia Cerâmica e Vidro-UA, Vagos

72-   Susana Sardo, Professora, Aveiro

73-   José Carlos Cruz Dias Marinho, Médico, S. Bernardo – Aveiro

74-   Luis Miguel Correia Lavrador, Monitor/ Dinamizador e Formador do Espaço Internet Municipal de Aveiro

75-   R.J.Ventura da Cruz, Arquitecto, Aveiro

76-   Margarida Maria Pimentel Silva Matos, médica em Aveiro

77-   João Aidos, Director Artístico do Teatro Virgínia e Assessor para a cultura do Presidente da Câmara Municipal de Torres Novas

78-   Claudia Ferreira, docente e investigadora UA, Aveiro

79-   António Augusto Neto Mendes, professor universitário, Eixo-Aveiro

80-   Gonçalo Nuno Cabral de Almeida Avelãs Nunes, Docente Universitário/Advogado

81-   Sérgio Bento, Planeador do Território, Aveiro

82-   Alexandra Monteiro, Professora convidada no DAO-UA, bolseira de pós-doutoramento, Aveiro

83-   Joana Valente, Bolseira de doutoramento, Aveiro

84-   Liliana Oliveira, assessora de imprensa, Esgueira

85-   Filipe Teles, investigador e docente UA, Aveiro

86-   Natália Martins, Professora Universitária, Aveiro

87-   Dinis Magalhães Santos, Professor, Universidade de Aveiro/Instituto de Telecomunicações

88-   Fernando Leão, Biólogo, Montes de Azurva



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