Domingo, 28 de Fevereiro de 2010
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'A LM - Galeria de Arte Contemporânea e o Lisbon Marriott Hotel têm o prazer de convidar V. Exa. e família para a inauguração da exposição antológica de Michael Barrett (1926-2004), dia 10 de Março de 2010, quarta-feira, a partir das 19 horas, no Marriott Hotel, Avenida dos Combatentes, Lisboa'.
http://www.lm-arte.com/
http://www.nunosacramento.com.pt/intro/


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'A tradição já não é o que era nas tascas de Aveiro. As vontades continuam mas os tempos mudaram. De mais de duas dezenas há três décadas, hoje existem muito poucas. Com um outro sinal antigo, mas todas cada vez mais "modernizadas"'.

notícia aqui

 


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[respigos da Assembleia Municipal de 26 FEV]

A última Assembleia Municipal foi um momento importante da intervenção cívica dos Amigosd'Avenida.

Para quem não sabe, o regimento da Assembleia Municipal permite que os cidadãos possam intervir no período inicial da sessão, um pouco antes do Período Antes da Ordem do Dia. É então reservado um período de trinta minutos aos cidadãos que queiram fazer intervenções e obter posterior resposta ou comentário por parte dos membros da assembleia ou do executivo. Contudo, é pena que posteriormente aos esclarecimentos não seja dada a oportunidade do contraditório, do pedido de esclarecimento suplementar por parte do cidadão. Julgo que a democracia local só teria a ganhar com isso.

A sessão foi muito marcada pelo tema da Ponte Pedonal do Rossio e as respostas e os desafios lançados foram nesse sentido.

Acontece que o assunto da Praça Melo Freitas foi somente parcialmente respondido. Soubemos que já está em andamento um novo concurso público para a área central da cidade (sem se saber em que moldes irá ser lançado). Contudo, sobre o resultado do concurso de ideias que a autarquia lançou no início do ano, e que irá 'moldar' a praça nos próximos cinco anos, nada foi dito. 

Era importante que fossem dados esclarecimentos sobre que propostas foram apresentadas, qual a sua natureza e conteúdo.

Os mais de cento e cinquenta cidadãos que manifestaram um receio sobre a forma como o processo foi lançado merecem ser esclarecidos.

JCM

 



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[proposta enviada no dia 26FEV]

Na sequência do desafio lançado na reunião da Assembleia Municipal de 25FEV, os Amigosd’Avenida produziram uma ‘Carta Aberta pela ‘reflexão sobre a Ponte Pedonal do Rossio e Praça Melo Freitas’ que enviaram à Presidência do Executivo e à Assembleia Municipal e deram dela conhecimento público.

Nesse documento, os Amigosd’Avenida sugerem a criação de uma ‘Comissão Técnica de Avaliação da Ponte’ com o objectivo de analisar as questões/dúvidas colocadas (e outras que se venham a identificar) e de propor um conjunto de recomendações.

Foi sugerido que essa Comissão Técnica seja constituída pelas instituições parceiras do Parque da Sustentabilidade e um representante do Núcleo de Aveiro da Ordem dos Arquitectos, da Delegação Distrital da Ordem dos Engenheiros e da Associação Portuguesa dos Planeadores do Território. Os Amigosd’Avenida disponibilizam-se a participar nessa comissão.

Os Amigosd’Avenida aguardam pela resposta do executivo à proposta enviada.

 



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Sábado, 27 de Fevereiro de 2010

 

a proposta

   'Quando se questiona sobre o que queremos só podemos responder que queremos que a Ponte (e o seu processo de planeamento e concepção), mais do que uma oportunidade para unir territórios, seja uma oportunidade para unir os aveirenses. Neste sentido, propomos que se inicie um processo expedito de avaliação técnica e política das questões levantadas, demonstrando disponibilidade para participar nessa tarefa, sugerindo o envolvimento dos diversos agentes da cidade, em particular dos parceiros do Parque da Sustentabilidade, dos representante das corporações profissionais da Ordem dos Arquitectos, dos Engenheiros e da Associação Portuguesa dos Planeadores do Território (todas com sede ou delegação em Aveiro) e de outros membros da comunidade em geral'.



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O documento 'Carta Aberta pela reflexão sobre Ponte Pedonal do Rossio e Praça Melo Freitas' foi enviado oportunamente ao Executivo e à Assembleia Municipal.

Aguarda-se resposta à proposta efectuada.

Amigosd'Avenida

 



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 notícia Diário de Aveiro

'A Câmara de Aveiro pediu propostas para uma ponte sobre o Canal Central e os Amigos d’Avenida sugerem a participação de vários especialistas
O movimento cívico Amigos d’Avenida chama os arquitectos, engenheiros e planeadores para participarem num processo de apresentação de propostas alternativas à ponte sobre o Canal Central, em Aveiro, atravessando a Ria, unindo os bairros do Rossio e Alboi. 
Numa carta aberta, intitulada “Reflexão sobre a Ponte Pedonal do Rossio e Praça Melo Freitas”, assinada por José Carlos Mota, Gil Moreira, Joaquim Pavão, Tiago Vinagre Castro, Cristina Perestrelo, Elisabete Figueiredo e Pedro Gomes, é proposto um “processo expedito de avaliação técnica e política das questões levantadas, demonstrando disponibilidade para participar nessa tarefa, sugerindo o envolvimento dos diversos agentes da cidade, em particular dos parceiros do Parque da Sustentabilidade, dos representantes das corporações profissionais da Ordem dos Arquitectos, dos Engenheiros e da Associação Portuguesa dos Planeadores do Território (todas com sede ou delegação em Aveiro) e de outros membros da comunidade em geral”. 
Para já, dizem na carta que falta saber o “número de pessoas previsto e tempo ganho que justifiquem a necessidade da ponte”, assim como desconhecem “a forma como está a ser pensada a integração da ponte na Rua dos Galitos e o carácter do túnel na Ponte da Dubadoura”. 
(Ler notícia completa na edição em papel) 



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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010

4 Maio 09 - Notícia da intenção

6 Julho 09- CM Aveiro lança concurso

20 Julho 09 - Alerta para necessidade de reflectir sobre a ponte (1, 2 e 3)

20 Novembro 89 – Entrega das propostas

22 Janeiro 10 – informação sobre vencedor e Abertura da Exposição com Propostas 

18 Fevereiro 10 – organização da Tertúlia sobre Ponte e Praça (o debate surge menos de um mês depois de conhecida a proposta vencedora)




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A Câmara Municipal de Aveiro promove, no dia 18 de Março, o Seminário Internacional “A Cidade a Pé”, no Centro Cultural e de Congresso de Aveiro, entre as 9.00 e as 18.00.

Mais informações aqui!


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notícia JN

 


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artigo opinião JN


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Mais informações: http://www.salinas.pt/node/3385



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Foto Rui Monteiro

Ponte

 


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Dois dias de espectáculo onde o dia principal (dia 27, sábado) constará de um espectáculo com variados artistas (todos locais), entre eles o nome "grande" do Manuel Freire.
Cumprimentos
P'lo grupo da AI
Alexandra Monteiro


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Workshop sobre práticas de democracia participativa e processos de ordenamento do território
Aveiro, 05 de Março 2010
Centro Cultural e de Congressos de Aveiro > Sala Polivalente


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Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010

Carta Aberta pela ‘reflexão sobre a Ponte Pedonal do Rossio e Praça Melo Freitas’

25 Fevereiro 2010

 

1.       Um grupo de cidadãos que, há cerca de dois meses, tem vindo a manifestar preocupação face ao modo como a autarquia está a planear o futuro da sua cidade (em particular a Praça Melo Freitas e a Ponte Pedonal do Rossio), promoveu, na sessão da Assembleia Municipal de ontem à noite, a apresentação dos argumentos e dúvidas que esses processos levantam.

2.       Estas dúvidas têm sido objecto de vários documentos escritos (disponíveis no seguinte link http://www.slideshare.net/amigosdavenidaaveiro), de tomadas de posição pública e de vários pedidos de audiência ao executivo e convites que não foram respondidos (email 7/1 – Abaixo Assinado Praça Melo Freitas; email 24/1 – Exposição Final Praça Melo Freitas; email 11/2 – Convite para tertúlia ‘Ponte Rossio e Praça Melo Freitas’).

3.       São dúvidas quanto ao processo e ao conteúdo das propostas, que são partilhadas por muitos cidadãos de Aveiro e por vários deputados municipais (ver notícia ‘Câmara pressionada a mudar local da ponte pedonal’, DA, 25FEV e intervenções na A.M. de ontem).

4.       As detalhadas explicações dadas pelo Executivo à Assembleia e aos cidadãos, em particular no que concerne ao Parque da Sustentabilidade (PdS), remetem-nos para um conjunto de informações sobre o Parque (e sobre um significativo envolvimento institucional, que obviamente não questionamos e enaltecemos) e sobre o traçado esquemático da Ponte (sobretudo em sede de boletins municipais), nunca sobre o projecto da Ponte que só agora tivemos oportunidade de conhecer. Aliás, o único evento organizado para apresentar a Ponte – Exposição das Propostas – não teve qualquer possibilidade de intervenção do público.

5.       Por isso, é importante que fique claro que para nós a participação pública dos cidadãos tem de ser mais do que a informação ‘por via de edital ou boletim’. Tem de permitir que os cidadãos possam expressar a sua opinião. E para isso tem de haver informação detalhada e oportunidade para o fazer.

6.       Foi por isso que os Amigosd’Avenida entenderam organizar uma tertúlia. Para criar a oportunidade para os cidadãos se pronunciarem, com a informação possível, tendo convidado a autarquia a estar presente (o que infelizmente não aconteceu). Dessa tertúlia resultaram um conjunto de dúvidas que entendemos, nesta altura, partilhar publicamente com o Executivo e Assembleia Municipal, e que foram bem acolhidas por deputados de todas as bancadas.

7.       Por isso, quando somos desafiados a apresentar uma proposta (projectual) concreta só podemos responder que não é esse o papel que cabe aos cidadãos. Essa é uma função da autarquia, que tem os meios e legitimidade para o fazer. Aos cidadãos cabe reflectir sobre os princípios que devem estar presentes no planeamento da cidade, avaliar os processos utilizados e discutir as propostas concretas, colocando questões.

8.       Sobre os princípios de fazer cidade, temos dúvidas sobre o entendimento da intervenção da ponte como um projecto e não como uma intervenção de planeamento (por ex: o estudo urbanístico do PdS não contempla o Rossio); temos receios sobre as implicações que a Ponte poderá ter no Alboi, em particular pelos riscos de repetir o excesso da monofuncionalidade (comércio de bares e afins) existente na Beira-mar (e os conflitos que frequentemente gera).

9.       Sobre os processos, questionamos se a cidade deve ser construída com base em concursos de ideias, sem qualquer discussão prévia, num processo de encomenda projectual (de arquitectura ou engenharia), quando o que precisamos é um ‘projecto de vida’ para a cidade ou para uma parte da cidade, que tem de ser construído com a comunidade.

10.   Sobre as propostas, faltam-nos dados quantitativos (número de pessoas previsto e tempo ganho) que justifiquem a necessidade da ponte; desconhecemos a forma como está a ser pensada a integração da ponte na Rua dos Galitos e o carácter do túnel na Ponte da Dubadoura; tememos o impacto visual da ponte e das suas rampas; desconfiamos da pertinência de um investimento de mais de meio milhão de euros na Ponte, quando por ex. o Rossio, que a ponte ligará, não terá qualquer investimento.

11.   Por isso, quando se questiona sobre o que queremos só podemos responder que queremos que a Ponte (e o seu processo de planeamento e concepção), mais do que uma oportunidade para unir territórios, seja uma oportunidade para unir os aveirenses. Neste sentido, propomos que se inicie um processo expedito de avaliação técnica e política das questões levantadas, demonstrando disponibilidade para participar nessa tarefa, sugerindo o envolvimento dos diversos agentes da cidade, em particular dos parceiros do Parque da Sustentabilidade, dos representante das corporações profissionais da Ordem dos Arquitectos, dos Engenheiros e da Associação Portuguesa dos Planeadores do Território (todas com sede ou delegação em Aveiro) e de outros membros da comunidade em geral.

 

José Carlos Mota, Gil Moreira, Joaquim Pavão, Tiago Vinagre Castro, Cristina Perestrelo, Elisabete Figueiredo, Pedro Gomes

http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/


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[divulgação de convite da CM de Aveiro]

Exmos.(as) Senhores(as),

Mais um importante passo foi dado na construção do Plano Estratégico do Concelho de Aveiro.

Gostaríamos de o convidar a analisar criticamente este documento e apresentar as sugestões, projectos, ideias, que possam contribuir, por um lado, para o enriquecimento deste Plano e, por outro, para o desenvolvimento económico e social que todos desejamos para o nosso concelho. 

Afirmar Aveiro enquanto cidade pólo de uma região alargada, assumindo-se como um espaço solidário, sustentável e com qualidade de vida, exigindo uma aposta forte na dinamização económica, empreendedorismo, investigação e inovação, apoiado numa crescente cooperação de agentes e instituições, é o mote do Plano e é a missão para este projecto, que a SPI - Sociedade Portuguesa de Inovação tem vindo a realizar, em conjunto com a autarquia e com o envolvimento de toda a comunidade.

O Vosso contributo na construção deste Plano tem sido um factor de enriquecimento, pelo que gostaríamos de poder contar com a vossa opinião sobre o Relatório Preliminar do PECA que poderá ser consultado no link que se segue:   PECA

Aproveito, ainda, para o convidar para o Workshop de Apresentação do Relatório Preliminar do PECA, que terá lugar no próximo dia 2 de Março, no Auditório do Edifício da Antiga Capitania, pelas 18h30.

Na expectativa de que possa contar com a vossa colaboração, despeço-me com os melhores cumprimentos

Élio Maia

 

 



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ÉLIO MAIA DESAFIA AMIGOS D'AVENIDA A APRESENTAREM PROPOSTA CONCRETA (notícia terranova link)

 

Câmara desvaloriza críticas à nova ponte pedonal (Notícias de Aveiro)

 

Élio pede alternativas à Ponte (OLN)


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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

Intervenção na Assembleia Municipal (na sequência da Tertúlia sobre ‘Praça Melo Freitas e Ponte do Rossio’ organizada pelos Amigosd’Avenida - http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/)

José Carlos Mota, Gil Moreira, Tiago Vinagre Castro

24 de Fevereiro 2010

 

[Enquadramento – porque entendemos vir a esta Assembleia Municipal]

A Câmara Municipal de Aveiro está a promover o desenvolvimento de um conjunto de projectos em áreas muito sensíveis da cidade que, no nosso entender, deveriam ter sido antecedidos por um conjunto de reflexões e debates públicos.

Estes debates teriam sido úteis por dois motivos: porque era uma forma de envolver e comprometer os cidadãos na tomada de decisões e porque teria sido uma oportunidade para promover uma adequada discussão do seu enquadramento programático e estratégico (princípios, funções, o papel de cada espaço na cidade).

Como a autarquia não tomou essa iniciativa os Amigosd’Avenida lançaram, em tempo oportuno, um conjunto de chamadas de atenção, fundamentadas em documentos escritos enviados à autarquia e tornados públicos para que a comunidade aveirense pudesse ser informada e chamada a participar no processo.

Essas posições públicas eram alertas relativamente a questões que, no nosso entender, poderiam (e podem) comprometer o futuro da cidade. Por isso, entendemos dar mais alguns passos e organizámos, na semana passada, uma tertúlia pública, para a qual convidámos a autarquia e que teve mais de sessenta participantes, onde se debateu a Praça Melo Freitas e a Ponte do Rossio (documento síntese entregue aos membros da Assembleia).

 

Desse debate e da reflexão que produzimos sobre o mesmo regista-se o seguinte)

[sobre a Praça Melo Freitas]

1.       No debate/tertúlia houve um grande ‘consenso’ quanto à necessidade de dotar o vazio da praça (o local da antiga Sapataria Loureiro) de um novo edifício;

2.       Foram lançadas ideias programáticas de actividades ligadas à arte, cultura e tecnologia (aproveitando o potencial de actividades ligadas ao design/cluster das tecnologias, em que Aveiro se destaca), à habitação e ao comércio/restauração e foi também sugerido que o edifício pudesse ter um carácter multifuncional;

3.       Contudo, atendendo ao seu elevado valor simbólico, houve apelos para que a intervenção a desenvolver neste espaço venha a ser exemplar;

4.       Foram também feitas recomendação para um maior estímulo ao desenvolvimento da oferta habitacional no centro da cidade e um alerta para o significativo número de edifícios devolutos na cidade, sobretudo na Beira-mar e na Avenida;

[sobre a ponte]

1.       A construção da Ponte do Rossio não é nada consensual. 

2.       Foi referido na tertúlia que a ideia da Ponte apareceu como sugestão dos comerciantes, tendo alguns dos presentes reconhecido a sua utilidade;

3.       Contudo, foram levantadas várias dúvidas quanto à real necessidade da Ponte e às sérias implicações que trará para a cidade e foi questionada a oportunidade da sua execução, tendo em conta o seu elevado custo ( 560 mil euros) e as debilidades financeiras que o município atravessa;

4.       No que se refere à necessidade da ponte as dúvidas centraram-se na ausência de estudos que comprovem o número de potenciais utilizadores da Ponte e os ganhos de tempo que ela poderá permitir;

5.       Para além disso, foi referido que a proposta da Ponte prevista pelo Parque da Sustentabilidade entra em contradição e altera a proposta prevista em sede do Plano de Urbanização do Pólis Aveiro (um dos poucos planos da cidade publicados em Diário da República), que vincula a administração nas suas propostas;

6.       No que concerne às implicações da Ponte foram salientados os problemas de impacto visual no coração da cidade e os problemas e os riscos do excesso da monofuncionalidade (comércio de bares e afins) existente na Beira-mar (e os conflitos que frequentemente gera) e a possibilidade da Ponte poder induzir uma tendência semelhante no Alboi;

7.       Para além disso, a Ponte que ganhou o concurso levanta algumas dúvidas de natureza global (anteriormente referidos, nomeadamente quanto ao seu impacto visual e localização) e de natureza específica – penalização das pessoas com necessidades especiais e repercussões na área envolvente (Rua dos Galitos e túnel da Dubadoura);

 

[Conclusão]

Os Amigosd’Avenida são um grupo de cidadãos comprometidos com o futuro da cidade, atentos à forma como ela está a ser planeada. Queremos ser parceiros desse processo, e consideramos que o governo autárquico deverá ter uma atitude pró-activa com os movimentos cívicos para que, de forma construtiva, possam contribuir para o enriquecimento e qualificação deste processo colectivo de fazer cidade. E como verdadeiros amigos, procuraremos sempre, não só identificar os problemas mas acima de tudo contribuir para as soluções. Afinal, que outra coisa se espera dos Amigos?

Para finalizar, aproveitamos esta oportunidade para deixar algumas dúvidas para reflexão nesta casa da democracia local:

[sobre a praça]

·         Que propostas resultaram do concurso lançado em Dezembro para a Praça Melo Freitas?

·         Quando e como pretende a autarquia iniciar o processo do novo concurso de ideias para a Praça Melo Freitas?

·         Que respostas pode o PECA (Plano Estratégico do Concelho de Aveiro) ajudar a dar para discutir o programa estratégico da intervenção na Praça Melo Freitas/Beira-mar?

[sobre a ponte]

·         Qual a razão que leva a autarquia dar prioridade a um investimento tão significativo numa Ponte (mais de 500 mil euros, num momento de tão grande constrangimento financeiro quando existem outras necessidades de arranjo do espaço público, por exemplo do Rossio?

·         Porque se optou por aquela localização quando o PU do Polis previa uma outra diferente? Qual a postura relativamente à eficácia do PU do Pólis na definição daquele troço de cidade, que será a nova Porta Poente de Aveiro?

·         No que concerne à ponte que ganhou o concurso de ideias que estudos técnicos (contagens ou inquéritos) foram produzidos para sustentar a solução? De que maneira é que ela se integra no desenho viário de fluxos cicláveis e pedonais entre Rossio, o Parque da Sustentabilidade e a Universidade? Porque é que a solução em rampa penaliza as deslocações das pessoas com necessidades especiais de mobilidade? Como está estudada a implicação da Ponte no espaço envolvente (Rua dos Galitos e Ponte da Dubadoura)?



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O blogue dos Amigosd'Avenida está disponível para publicar os artigos de opinião que queiram produzir sobre a Ponte do Rossio, a Praça Melo Freitas ou outro assunto de interesse para a cidade.

JCM


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'A ponte pedonal que a Câmara de Aveiro escolheu para atravessar o Canal Central entra esta quarta-feira à noite no debate político, na sessão da Assembleia Municipal com início às 20:30h'.

ler notícia em OLN


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[Artigo de opinião publicado hoje no Diário de Aveiro]


A nova Ponte sobre o Canal Central – Um projecto para demolir

Alberto Souto de Miranda

  

1- O Canal Central: a memória urbana central

A construção de uma nova ponte sobre o Canal Central tem vindo a suscitar um interessante debate cívico e a concitar críticas várias. Não é para menos: efectuar uma intervenção com o grau de agressividade imagética que esta tem, no coração da nossa memória identitária, é um acto de enorme responsabilidade, que aconselhava toda a prudência, exegese arquitectónica muito criteriosa, uma justificação muito sólida e uma inspiração muito feliz. Infelizmente parece que nada disso aconteceu e Aveiro está prestes a profanar, chocantemente, o seu espaço público mais querido. Não se sabe em nome de quê (Parque da Sustentabilidade ???), não se sabe para quê (um alegado movimento de comerciantes do Alboi ???), mas sabe-se que é uma violação urbana contra a harmonia que o passado nos legou. Há obras de ruptura que criam futuro. Mas também há obras que apenas o tornam mais feio e absurdo. Ainda estamos a tempo de evitar cometer um erro de lesa património.

2- Legitimação formal e mandato para destruir o Canal Central

Este executivo tem toda a legitimidade formal para construir várias coisas. Mas o povo não lhe deu legitimidade para destruir o Canal Central. Ninguém sufragou isso. E recomendaria o bom senso e o sentido de responsabilidade, que este processo tivesse sido amplamente participado por todas as pessoas interessadas, pelas mais qualificadas, pelas entidades com massa crítica para poderem ajudar, enfim, já não é pedir muito, que a própria oposição tivesse tido oportunidade de acompanhar o processo desde o seu início, de reflectir amadurecidamente sobre ele e não apenas o de o votar numa única sessão…É uma temeridade adjudicar uma ponte destas, neste local, sem submeter as propostas e a própria decisão de a construir ali, a fóruns mais alargados e com outra capacidade de avaliação, do que aquela que demonstrada pelo reduto circunscrito da decisão camarária. Preferiu-se, mal, o segredo dos gabinetes e dispensou-se, muito mal, o conselho de pessoas avalizadas. Muitas vezes tive que deixar na gaveta algumas ideias minhas,  porque não passaram no crivo de pessoas mais avisadas do que eu. E nem o facto de se ter realizado concurso público desculpabiliza e obriga: algumas vezes tomei a decisão de não adjudicar, quando a qualidade das propostas não era aquela que a sensibilidade dos locais exigia. Nem a tecnocracia tem sempre razão, nem os políticos a devem dispensar. Mas, às vezes, decidir não fazer, pode ser a decisão mais sábia.   

3- A localização e o planeamento. A importância das pontes.

Uma cidade que tem o privilégio de ter canais, tem a obrigação de saber construir pontes de qualidade. Não está em causa a necessidade de mais uma ponte ligando o Rossio e Beira-Mar à zona da Universidade. Ligar mais a Glória à Vera Cruz é reforçar dinâmicas de vivência do espaço público que só valorizam a comunidade. Nos oito anos em que estive na Câmara construíram-se, lançaram-se ou planearam-se várias novas pontes (cinco entre a Capitania e o Lago da Fonte Nova, três no Canal de S. Roque, uma sobre a eclusa do Canal das Pirâmides). Mas, quando pensámos no Canal Central não ousámos estragar: estudámos, estudámos, estudámos e optámos por  localizá-la no Canal das Pirâmides. Essa localização está aprovada pelo Plano Pólis e em vigor.  A ponte que agora se quer construir sobre o Canal Central vai ao arrepio dos intrumentos de planeamento aprovados. Não digo que seja ilegal. Mas estando em vigor uma opção de localização que responde às mesmas necessidades, esta nova ponte é dispensável, é incoerente e é uma excrescência de planeamento, além de um crime urbanístico. À escala do Canal Central, ela representa o mesmo tipo de crime que o viaduto sobre o IP-5 significou, então, sobre o Canal das Pirâmides; mas mais grave, porque é uma punhalada no coração da cidade.      

4- O projecto escolhido

Só um arquitecto muito inspirado poderia ter conseguido o prodígio de uma nova ponte sobre o Canal Central sem o estragar. O projecto vencedor é uma derrota para a cidade. Não sei se  não merecia ganhar, mas este é um ganho que Aveiro dispensa. O projecto, em sim mesmo, tem uma parte boa – o atravessamento - e duas partes más – as rampas de acesso; mas, como não há projectos meio bons, o conjunto é todo mau. O resultado é uma espécie de colete de forças, uma ferradura de betão que querem calçar a Aveiro, salvo seja, “rectius” , uma verdadeira “chave inglesa” a torcionar as duas margens…Esta ponte não tem de ter mais do que a altura das velhas pontes (não é a altura das lanchas turísticas que deve condicionar a altura da ponte, mas sim a altura das pontes a condicionar a altura dos barcos: v.g. os “bateau mouche” de Paris, Estraburgo, Amesterdão, etc.) e esta ponte não tem de ter aquelas horrorosas  rampas para acesso a pessoas com mobilidade reduzida. A ponte não deve ser construída, mas se, contra todo o bom senso se obstinarem na sua construção, cortem pelo menos as duas rampas: a ponte ganharia em leveza e perderia boa parte do seu impacto negativo. Há outras soluções para as pessoas com mobilidade reduzida…

5 – Construir o futuro sem construir a ponte

Estamos a tempo de evitar um atentado contra a nossa sala de visitas, contra o núcleo mais irredutível da nossa identificação urbana, contra a sustentabilidade do património que apregoamos querer defender. Estamos a tempo. Era mais difícil mudar um aeroporto. Não sou daqueles fundamentalistas que, em nome de defesa do património, impedem, com os seus excessos e pruridos, qualquer intervenção no “staus quo”. Por vezes as cidades e a natureza apodrecem em nome dessas cartilhas. E sou dos que acreditam que é preciso criar edificado de qualidade para deixar património para o futuro. Mesmo provocando algumas rupturas. Mas construir o futuro pode passar por se ter a humildade de não construir obras tão duvidosas, em locais tão sensíveis. Este atentado é gratuito e é muito caro: não há nenhuma urgência que o justifique e vamos pagar um preço muito elevado pelo desfear da cidade. Somos todos responsáveis se este crime se perpetrar. Pela minha parte não o cauciono. E ainda tenho esperança que o Sr. Presidente da Câmara, alertado por tantas vozes mais descomprometidas do que a minha, saiba parar para reflectir e possa mandar parar o projecto. Aveiro ficar-lhe-ia muito grato. O património que herdámos  (o nosso canal central) é uma ponte para o futuro.  Em nome desse futuro, este novo projecto deve ser demolido.     

Aveiro, 20 de Fevereiro de 2010


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Próximas actividades da START-TEATRO
CoMo cOntAr hiStóRias: “Histórias endiabradas para mães desesperadas”

Contar histórias é uma das formas de arte mais ancestral, uma forma de unir as gerações com a força da palavra, estabelecendo laços de confiança entre adultos e crianças. Ouvir histórias estimula a criatividade, o gosto pela leitura e o desenvolvimento de outras expressões artísticas. Os livros serão o ponto de partida para o desenvolvimento de técnicas relacionadas com a arte de ler e contar histórias, que permitam tornar estes momentos mais lúdicos e dinâmicos. O olhar a voz e o corpo integram-se na própria história e geram diálogo com o ouvinte, provocando-o e convidando-o a mergulhar no mundo dos livros.

Este será um momento ideal para quem gosta de ler, ouvir, partilhar e sonhar.



Data: 6 de Março, sábado, das 10h00 às 18h00.

Mais informações: http://start-teatro.blogspot.com

Contacto: 964 272 948

BAU.UAU - Artes


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Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

Abertura da "Galeria da Pedra", depois das recentes obras do Museu de 2006-2008.

 

 



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No seguimento da disponibilidade e interesse demonstrados pela Presidência da Mesa da Assembleia Municipal de Aveiro (AMA), os assuntos da Praça Melo Freitas e da Ponte Pedonal do Rossio vão ser apresentados na próxima quarta-feira, às 20:30, no auditório da AMA, por um conjunto de cidadãos (de acordo com as regras definidas pelo regimento - ver http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/383738.html).

Tendo em conta a abrangência de opiniões que os Amigosd'Avenida hoje acolhem, esta apresentação será feita a título meramente individual. Contudo, ela revê-se no processo que temos vindo a desenvolver e foi justificada do seguinte modo:

‘No seguimento do lançamento por parte da autarquia de um conjunto de projectos para áreas sensíveis da cidade, Praça Melo Freitas e Rossio, um grupo de cidadãos tem vindo a organizar um conjunto de iniciativas que visam alertar a comunidade e os responsáveis para a necessidade de se aprofundar a reflexão sobre os programas de intervenção para esses locais (isto é a estratégia de suporte e os programas funcionais), antes de se proceder ao lançamento de projectos ou obras.

Nesse sentido, propõem-se transmitir aos membros da Assembleia alguma da reflexão que têm vindo a produzir, para contribuir para lançar um debate plural e construtivo sobre as matérias, reforçando com isso o envolvimento e comprometimento da comunidade na construção do futuro da nossa cidade’.

Recordamos que a agenda desta assembleia é particularmente interessante, já que conta com uma intervenção da Presidência do município sobre algumas matérias atrás referidas, além da discussão do Plano Estratégico do concelho de Aveiro (PECA) e de uma proposta de Orçamento Participativo (ver informação no blogue http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/), pelo que deve justificar a nossa presença e atenção, respondendo também ao apelo recente do Dr. Capão Filipe, Presidente da Mesa da AM de Aveiro, para uma mais participada intervenção dos cidadãos na vida colectiva da sua cidade e concelho.

A apresentação que estamos a preparar irá seguir de perto o texto resumo da última tertúlia e que se anexa a este texto, ainda em versão provisória, já que aguarda comentários dos participantes.

JCM

 



publicado por amigosdavenida às 18:00 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010
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Hoje, dia 22 de Fevereiro de 2010, pelas 21h30, no Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro, a Orquestra Filarmonia das Beiras apresenta concerto integrado na Cerimónia de tomada de posse do Reitor da Universidade de Aveiro, Prof. Doutor Manuel Assunção.

As obras escolhidas para este concerto relacionam-se com a ópera, o grande espectáculo vocal, marcante na cultura europeia desde há quatrocentos anos.

Sob a direcção artística do Maestro António Vassalo Lourenço e apresentação do Professor Jorge Castro Ribeiro a orquestra sobe ao palco para interpretar o Intermezzo Il Maestro di Capella (versão portuguesa de O Mestre de Música), de Domenico Cimarosa, com interpretação do barítono Tiago Matos, e árias e duetos populares de óperas de Mozart, com a interpretação da soprano Carolina Raposo e do tenor João Cipriano Martins.

A entrada é livre.

www.orquestradasbeiras.com


publicado por amigosdavenida às 17:02 | link do post | comentar | favorito

Os cidadãos [abaixo indicados] solicitam o uso da palavra na sessão da Assembleia, nos termos do artigo 20.º do Regimento, a fim de expor o assunto seguinte:

 

No seguimento do lançamento por parte da autarquia de um conjunto de projectos para áreas sensíveis da cidade, Praça Melo Freitas e Rossio, um grupo de cidadãos tem vindo a organizar um conjunto de iniciativas que visam alertar a comunidade e os responsáveis para a necessidade de se aprofundar a reflexão sobre os programas de intervenção para esses locais (isto é a estratégia de suporte e os programas funcionais), antes de se proceder ao lançamento de projectos ou obras.

Nesse sentido, propõem-se transmitir aos membros da assembleia alguma da reflexão que têm vindo a produzir, para contribuir para lançar um debate plural e construtivo sobre as matérias, reforçando com isso o envolvimento e comprometimento da comunidade na construção do futuro da nossa cidade.

 

 

Com os melhores cumprimentos

Aveiro, 19 de Fevereiro de 2010




publicado por amigosdavenida às 14:05 | link do post | comentar | favorito

Sabia que os cidadãos têm direito a participar na Assembleia Municipal? 

 

De acordo com o Regimento da Assembleia, no 'período de intervenção do público' 'os cidadãos interessados em intervir para solicitar esclarecimentos terão de fazer, antecipadamente, a sua inscrição, referindo nome, morada e assunto a tratar'. Esse período 'tem a duração máxima de trinta minutos' e 'será distribuído pelos inscritos, não podendo, porém, exceder cinco minutos por cidadão e de uma só vez'.

Mais informações: Serviços da Assembleia Municipal de Aveiro (telefone 234377030 ou via e-mail -am.aveiro@cm-aveiro.pt)

 

 



publicado por amigosdavenida às 14:00 | link do post | comentar | favorito

http://parafazerhoje.blogspot.com/


publicado por amigosdavenida às 13:58 | link do post | comentar | favorito

A última proposta que irá ser discutida na Assembleia Municipal é apresentada pelo Bloco de Esquerda e refere-se à criação da figura do Orçamento Participativo. Pode consultar o documento aqui!


 



publicado por amigosdavenida às 13:51 | link do post | comentar | favorito

O Plano Estratégico do Concelho de Aveiro vai também ser analisado na reunião da Assembleia Municipal da próxima quarta-feira. O documento pode ser consultado Aqui!



publicado por amigosdavenida às 13:48 | link do post | comentar | favorito

[extracto da Comunicação Escrita do Presidente à Assembleia]

'Aveiro conheceu o primeiro projecto a concretizar no Parque da Sustentabilidade: a ponte pedonal que liga o Rossio ao Alboi. Este novo contínuo espacial nasce de uma antiga e sentida necessidade dos aveirenses, particularmente dos residentes nos lugares citados. A ponte vai unir duas freguesias urbanas, a Vera-Cruz e a Glória, num ponto fulcral, pois facilita a mobilidade e reforça a segurança dos peões, em especial porque surge como alternativa ao atravessamento da Praça Humberto Delgado. Lembre-se, também, que esta é uma ponte muito útil para unir o centro citadino e aproximar duas zonas de forte actividade económica, com expressão na hotelaria, restauração e comércio. Por isso, se considera que esta é também uma ponte de passagem para o futuro da economia local.

O concurso internacional para o desenho da ponte teve em atenção a sensibilidade do contexto paisagístico, para procurar assegurar que a arquitectura da obra seja uma mais valia visual e um factor de atracção turística.

Foi realizada uma Exposição na Casa Major Pessoa, entre os dias 22 e 31 de Janeiro, onde foram apresentadas as 18 propostas a concurso, bem como o estado actual de alguns projectos do Parque da Sustentabilidade, como sejam: Casa da Comunidade Sustentável; Requalificação da Fábrica de Moagens – 2ª fase; Requalificação do Bairro do Alboi e Largo José Rabumba e Edifício e Equipamento de Animação e Formação Artístico - Científica.

Saliente-se que todos estes projectos estão já em fase de conclusão prevendo-se que durante os meses de Fevereiro e Março sejam apresentadas as primeiras candidaturas relativas a este Programa de Acção'.



publicado por amigosdavenida às 13:30 | link do post | comentar | favorito

 

foto



publicado por amigosdavenida às 13:17 | link do post | comentar | favorito

[notícia Terranova]

'O futuro da Praça Melo Freitas e a ponte pedonal prevista para a zona do Rossio foram temas de debate organizado pelo movimento de cidadãos Amigos d'Avenida. Iniciativa vista como positiva pelos partidos com assento na Assembleia Municipal de Aveiro que realçam a importância destes movimentos na discussão sobre os projectos previstos para a cidade'.

ler notícia



publicado por amigosdavenida às 08:50 | link do post | comentar | favorito

[divulgação]

A Oficina de Música de Aveiro vai realizar dia 27 de Fevereiro (sábado) pelas 10.45, um workshop de Dança Criativa destinado a crianças dos 6 aos 10 anos de idade, orientado pela professora Juliana Brod.

Inscrições gratuitas e limitadas info 234 283 490
--

1/2 de MÚSICA de GUITARRA ELÉCTRICA

Dia 25 de Fevereiro pelas 18.30 haverá mais uma 1/2 de Música dedicada à guitarra electrica, com a orientação do Professor Reinaldo Costa.
Entrada livre


Zétó Rodrigues | Oficina de Música de Aveiro telemóvel 96 115 22 70



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Sexta-feira, 19 de Fevereiro de 2010
poster_IVSADH_2009.jpg


[divulgação]
IV Semana Aveirense dos Direitos Humanos (26/27 Fevereiro)
Dois dias de espectáculo, onde o dia principal (dia 27, sábado) constará de um espectáculo com variados artistas (todos locais), entre eles o nome "grande" do Manuel Freire.
Cumprimentos
P'lo grupo da AI
Alexandra Monteiro


publicado por amigosdavenida às 14:22 | link do post | comentar | favorito

'O projecto da nova ponte pedonal sobre o Canal Central da Ria de Aveiro, que ligará as zonas do Rossio e Alboi, não reúne consenso entre os munícipes. Levantam-se dúvidas quanto à necessidade da construção desta travessia e quanto ao desenho da infra-estrutura, assinado por um prestigiado gabinete de engenharia inglês. Essas mesmas questões ficaram patentes num debate público promovido, anteontem à noite, pelo movimento cívico Amigos da Avenida'.

ler notícia aqui



publicado por amigosdavenida às 08:57 | link do post | comentar | favorito

extracto da notícia do Diário de Aveiro

'No debate promovido pelos “Amigos d’Avenida” gerou-se um consenso na construção de um edifício na Praça Joaquim Melo Freitas e um desacordo na escolha da ponte no Canal Central
A opção pela localização da futura ponte pedonal, que irá atravessar o Canal Central, deveu-se a um abaixo-assinado promovido pelos comerciantes do lado do Alboi, interessados em captar clientes provenientes do lado do Rossio, uma zona de maior circulação de pessoas, explicou o presidente da Associação Comercial de Aveiro, Jorge Silva, num debate sobre aquela obra, promovido pelo movimento cívico “Amigos d’Avenida”. 
Mas a ponte está a dividir as opiniões em Aveiro, o que ficou bem expresso no debate realizado anteontem à noite, onde não faltaram muitas críticas à escolha da Câmara, principalmente devido ao local onde a ponte será construída, no Canal Central, que é o ponto mais relevante da imagem turística e da história da cidade. Responder positivamente ao abaixo-assinado para “satisfazer” um grupo de “invejosos é um crime”, disse o arquitecto Pompílio Souto. 
A Câmara não participou neste debate. Mesmo assim, o encontro terminou com um recado para a Câmara Municipal enviado por uma “assembleia de cidadãos”, como classificou José Carlos Mota, dos “Amigos d’Avenida”. Para a autarquia segue uma “mensagem para que a Câmara dê conhecimento e mais informação das tomadas de decisão”, pois “há a vontade dos aveirenses conhecerem melhor os processos”. 
(Ler artigo completo na edição em papel) 



publicado por amigosdavenida às 00:13 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

 



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link notícia



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link da notícia



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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

 Meus caros

O interesse que esta tertúlia está a despertar é um sinal claro que os cidadãos querem ser envolvidos nas decisões sobre o futuro da cidade, sobretudo quando estão em causa intervenções em áreas sensíveis - Praça Melo Freitas e Rossio/Alboi.

Esta tertúlia não pretende ser mais do que uma conversa informal entre ‘amigos da cidade’ que desejam reflectir sobre a forma como a cidade de Aveiro está e deveria ser planeada, manifestando, desta forma, vontade de participar nesse processo. Trata-se, no fundo, de uma oportunidade para qualificar o debate sobre o futuro de Aveiro, dinamizada por um grupo de cidadãos.

Para o fazermos, entendemos confrontar o conhecimento existente sobre a realidade, as perspectivas que temos ou desejamos para o futuro da cidade, os princípios e modelos que nos deverão orientar nesse exercício, e, só aí, à luz desse quadro geral discutir os projectos concretos.

Importa fazer uma ressalva. Esta sessão não pretende ser um exercício profissional. É uma reflexão de cidadãos, produzida com base na informação disponível, pretendendo ser, sobretudo, um apelo à 'inteligência colectiva' desta comunidade, aos seus múltiplos saberes técnicos, científicos e empíricos.

Finalmente, se o modelo se afirmar como adequado poderá vir a alargar-se à reflexão sobre outras realidades urbanas do concelho, em particular as freguesias vizinhas da cidade (que apresentam particularidades urbano/rurais que justificam uma especial atenção).

Até já!

Pl'A organização

Amigosd'Avenida



publicado por amigosdavenida às 17:07 | link do post | comentar | favorito

O movimento cívico Amigos d’Avenida promove, esta noite, uma tertúlia sobre a ponte pedonal que fará a ligação entre o Rossio e o Bairro do Alboi, em pleno centro da cidade.

link da notícia do Diário de Aveiro aqui



publicado por amigosdavenida às 12:50 | link do post | comentar | favorito

 

link



publicado por amigosdavenida às 09:37 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010
flyer1 copy_1.jpg


A Chiado Editora apresentou o segundo volume do livro fotográfico "Essência e Memória - antologia de fotografia contemporânea". O lançamento do livro passou por Lisboa, Porto e Algés. No próximo Sábado dia 20 de Fevereiro será em Aveiro. Às 16 horas, na Associação Cultural Mercado Negro, organizado pelos co-autores do livro, João Correia e Raquel Dora Pinho. Mais informações em http://essenciaememoria2.blogspot.com/


publicado por amigosdavenida às 23:41 | link do post | comentar | favorito

 Na sequência de alguns contributos entretanto recebidos, enviamos um conjunto de questões para orientar e organizar a discussão na tertúlia da próxima quarta-feira (17 Fev, 21:15, no Salão Nobre da Associação Comercial de Aveiro).

 

[sobre a Praça Melo Freitas]

  1. Qual o papel que a Praça Melo Freitas desempenha na cidade? Qual a relação entre a Praça Melo Freitas e a Beira-mar?
  2. Que actividades aí ocorrem e quem as frequenta? Que problemas ou limitações o espaço oferece? E que potenciais por explorar?
  3. Porque se justifica uma intervenção na Praça? Quais os princípios orientadores dessa intervenção? Qual o contributo do Manifesto do Espaço Público (Amigosd'Avenida)?
  4. Quais os contributos que Plano Estratégico de Aveiro dá para ajudar a equacionar o futuro da Praça Melo Freitas?
  5. Que dinâmicas económicas e sociais da cidade podem ser canalizadas para equacionar o futuro da Praça?
  6. Qual a natureza das propostas de intervenção a sugerir? Que programas funcionais?

[sobre o Rossio/Alboi e a Ponte Pedonal]

  1. Qual é o papel que o Rossio e o Alboi têm hoje na cidade de Aveiro?
  2. Quem são os utilizadores do Rossio e do Alboi e o que vão lá fazer?
  3. Quais as limitações que o Rossio e o AlboiI oferecem hoje para as actividades de lazer, cultura e recreio?
  4. O que gostaríamos que o Rossio e o Alboi oferecessem (que outras funções ou actividades)? E de que outros equipamentos deveriam dispor?
  5. E qual o papel da Ponte Pedonal neste contexto? Responde a que problemas e a que necessidades?
  6. Qual a localização mais adequada para a Ponte Pedonal? E que recomendações de natureza projectual deveriam ser consideradas? 
Relembramos que esta se trata da primeira tertúlia pública dos Amigosd'Avenida e que gostaríamos que ela se traduzisse numa conversa informal entre ‘amigos da cidade’, uma oportunidade para contribuir para qualificar o debate sobre o futuro de Aveiro, podendo, caso o modelo se afirme como adequado, alargar-se à reflexão sobre outras realidades urbanas do concelho, em particular as freguesias vizinhas da cidade (que apresentam particulariedades urbano/rurais que justificam uma especial atenção).
Finalmente, por razões de natureza logística, solicitamos a confirmação da presença para email amigosdavenida@gmail.com.
Cumprimentos
JCM


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