Terça-feira, 31.12.13

«Citando Aristóteles, Montgomery define felicidade [urbana] como o prazer de viver em cidades, mas também como o privilégio de ser um membro activo da comunidade». 

Sejam felizes. Votos de um óptimo 2014!

 

 



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Segunda-feira, 28.10.13

 

Confirmação de presença através de: aveirocidadeuniversidade@gmail.com


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Quarta-feira, 28.08.13

O projecto 'AVEIRO CIDADE & UNIVERSIDADE (1973-2013)' pretende ser um pequeno contributo para ajudar a perceber melhor a evolução da relação entre a cidade de Aveiro e a sua universidade nestes últimos quarenta anos.

Nesta primeira etapa do projecto estamos à procura de material (fotografias, vídeos, documentos ou testemunhos) que permita retratar a vida da cidade de Aveiro e da Universidade nos anos setenta (1973-1979). Tratando-se de um projecto de natureza colaborativa vimos por este meio solicitar a vossa ajuda. Assim se puderem procurar nos vossos ‘baús de memórias’ e partilhar alguns desses contributos agradecíamos imenso.

Se desejarem podem enviar os vossos contributos via FB (https://www.facebook.com/AveiroCidadeUniversidade) ou através do endereço aveirocidadeuniversidade@gmail.com. Será prestado o devido tributo a cada contribuição.

Se puderem divulgar este projecto junto de colegas e amigos agradecemos.

José Carlos Mota

 

https://www.facebook.com/AveiroCidadeUniversidade

http://aveirocidadeuniversidade.blogs.sapo.pt/

 



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Terça-feira, 06.08.13

Uma experiência inspiradora para a nossa rua direita

http://issuu.com/wiktoria.szawiel/docs/rua_direita_book_final?e=5278959%2F4233417



Uma bela ideia para dar vida aos edifícios devolutos da nossa cidade
http://rehabitarlisboa.cm-lisboa.pt/noticias/visualizacao.html?tx_ttnews%5Btt_news%5D=59&cHash=36c9e7129e10e5d0b4eb7eccfb8b1320


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Segunda-feira, 01.07.13


Cidade 'Europa 2020' é uma iniciativa colaborativa de apoio a pessoas desempregadas na dinamização de projectos alinhados com os princípios da Agenda Europa 2020 (crescimento sustentável, inteligente e inclusivo). 

https://www.facebook.com/CidadeEuropa2020
http://cidadeeuropa2020.blogs.sapo.pt/



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Terça-feira, 26.03.13

O encontro que a Associação Comercial de Aveiro promove amanhã à tarde pode ser uma excelente oportunidade para juntar proprietários, inquilinos e futuros empreendedores para conversar sobre as oportunidades e riscos que a nova lei das rendas pode trazer para a vida de cada um e para a regeneração urbana do centro da cidade. A não perder!

 

https://www.facebook.com/events/443820139035614/ 

Inscrições através do email: geral@acaveiro.pt

 

 



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Quarta-feira, 13.03.13

Ciclo A Cidade Resgatada | Conversa #1 | Arquitecto Nuno Portas e Engenheiro Luís Braga da Cruz, moderação de Ana Sousa Dias


 



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Quarta-feira, 20.02.13

 

Aveiro é teu é um site da CMA que pretende criar 'uma plataforma que possa ser usada para identificar os problemas e soluções', 'gerar consensos, organizar as prioridades' e 'fundamentar as próximas intervenções'.

O site é apelativo, tem conteúdos e preocupações muito importantes, revela trabalho e mostra uma postura de abertura e diálogo com os cidadãos que se saúda.  Agora é importante que esta postura se materialize, nomeadamente através da divulgação pública dos vários projectos e planos que a autarquia tem em elaboração e na criação de oportunidades para os cidadãos possam expressar, em tempo útil, a sua opinião.



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Quarta-feira, 06.02.13


A Associação Comercial de Aveiro está a dinamizar um conjunto de iniciativas que visam 'reflectir sobre o problema da actividade comercial no centro da cidade e encontrar algumas pistas de solução' enquadradas no mote 'O centro da cidade vende?'. Acho que é uma iniciativa muito meritória e que deve merecer a nossa atenção e apoio.

https://www.facebook.com/ocentrodacidadevende
http://ocentrodacidadevende.blogs.sapo.pt/



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Segunda-feira, 04.02.13

(2 Fevereiro 2012 - 2 Fevereiro 2013)

Fez sábado um ano que centenas de aveirenses se juntaram numa das mais concorridas reuniões públicas da nossa democracia local para discutir o futuro do Canal Central e a construção de uma ponte pedonal. Essa reunião pública fez história porque mostrou, de uma forma surpreendente, o valor que este lugar ‘central’ tem para muitos cidadãos de Aveiro. As três mil e quinhentas assinaturas recolhidas passadas algumas semanas mostraram que o referido evento não tinha sido um acto fortuito ou isolado. Num país de tão frágil cultura cívica, a mobilização colectiva pela cidade é um recurso que devemos saber valorizar e cuidar. Esta belíssima pintura da Sara Biaia é um magnífico tributo aos cidadãos e ao seu amor pela cidade. Na semana passada, celebrámos o percurso realizado e através da obra homenageámos a Doutora Fernanda Paula Oliveira, que muito contribuiu para o alcançar do tão desejado desiderato.



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Partilho esta belíssima ideia da Trienal de Arquitectura de Lisboa, que podia inspirar o nosso Roteiro Itinerante de Participação.

 

 

«As Bolsas ‘Crisis Buster’, atribuídas pela Trienal de Arquitectura de Lisboa, premeiam projectos cívicos e sociais, ideias “low cost”, inovadoras e úteis que possam ser implementadas em Lisboa. Esta iniciativa é aberta a todos, de designers a cientistas, sociólogos, autores e economistas, e aceita ideias centradas em questões cívicas na Grande Lisboa e que estejam directamente relacionadas com a crise»

http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/6507/ideias-anti-crise-valem-bolsas-entre-500-e-2500-euros 
http://www.close-closer.com/en/#/open_calls


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Terça-feira, 29.01.13

 (foto DA)

Segundo o levantamento feito pela autarquia noticiado hoje pelo Diário de Aveiro, perderam-se 174 árvores no vendaval. 30% 'pertenciam' ao Parque Infante D. Pedro. Celeste Maia, paisagista da autarquia, acrescenta que 'este número deverá aumentar substancialmente nos próximos dias, porque a avaliação que está a ser feita aponta para um conjunto alargado de árvores que ficaram bastante fragilizadas, algumas inclinadas, e que têm que ser retiradas por questões de segurança'.

Está aqui uma excelente oportunidade de sentar à mesa decisores, técnicos municipais e cidadãos para conversar sobre políticas de rearborização da cidade.



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Segunda-feira, 21.01.13

 

Mais informação: http://www.uc.pt/fduc/destaques/workshop



publicado por JCM às 13:52 | link do post | comentar | favorito

Improve your city.
Share your energy to reactivate abandoned buildings

 




Quantos edifícios em Aveiro precisam desta energia?

Precisamos de dar vida aos edifícios Devolutos em Aveiro.





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Quinta-feira, 17.01.13

The Worst Tours, ÓPorto!



 



publicado por JCM às 19:40 | link do post | comentar | favorito

Estão agora abertas as candidaturas ao Concurso de Ideias IEUA Start até ao próximo dia 4 de fevereiro (www.ua.pt/ieua).

Se tem uma ideia de negócio para a nossa cidade, concorra!

 

 



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Quarta-feira, 16.01.13

Richard Florida

Richard Florida está a trabalhar em Miami onde desenvolve o conceito da Start-up City e a aposta nas 'urban tech' (Miami will explore 'urban tech'). Segundo notícia do Miami Herald, o projecto pretende aprofundar 'Miami's ongoing urban transformation and learn what it takes to evolve from arts and culture based transformation to technology transformation'.

Quando li esta notícia recordei-me do post escrito há uns dias, sobre a aposta da cidade de Aveiro no domínio das TICE e do Design, e também da intervenção que Tom Fleming fez em Aveiro, em Julho, a convite da IEUA.

Na altura fiz uma síntese das principais ideias e do conjunto de questões apresentadas, à luz da problemática que nos tem preocupado ultimamente - a regeneração do centro e a sua perda de atractividade, pareceu-me que seria interessante retomar alguns dos argumentos.

A propósito da capacidade dos territórios atraírem ou fixarem empreendedores criativos, Fleming disse que isso acontecia sobretudo em ambientes abertos e colaborativos. Contudo, e de uma forma geral, não só em Aveiro, as estruturas institucionais tradicionais não estavam preparadas para responder aos novos desafios, sendo necessário criar novos espaços, plataformas e interfaces que acolhessem e articulassem os diferentes actores.

Segundo Fleming, a história recente da promoção do ‘empreendedorismo criativo’ teve alguns problemas ou equívocos, nomeadamente uma tendência para concentrar recursos na produção do ‘hardware criativo‘ (infra-estruturas/equipamentos), com repercussões na menor capacidade de apoio ao ‘software criativo’ (ideias , projectos e capacidades locais), uma menor preocupação com as competências ligadas à ‘criação de valor’ (negócios) dos profissionais criativos, uma menor atenção à valorização das ‘ecologias criativas’ específicas dos lugares (muitas vezes desconhecidas dos decisores e estrategas locais), uma cultura de funcionamento sectorial,  fragmentada e pouco ágil por parte das instituições e uma inércia institucional e significativa burocracia dos financiadores.

Por tudo isto, ele sugeria que antes de promover a economia criativa era fundamental cuidar primeiro da ‘ecologia criativa’ específica do território (conhecê-la, mapeá-la, e interagir com ela), uma maior abertura das instituições (universidades, autarquias e centros de cultura) e estímulos para novas relações entre diferentes actores, mais horizontais, colaborativas e co-responsabilizantes (novas formas de partenariado), novos instrumentos de interacção, junção e fusão disciplinar, diferentes dos tradicionais (incubação ou transferência de tecnologia), novos espaços físicos (de natureza informal; open-space; ‘cozy spaces’) onde a interacção se pudesse dar, novas competências de intermediação para promover o trabalho colaborativo entre actores ligados ao empreendedorismo criativo e, finalmente, maior engajamento cívico dos empreendedores criativos, sobretudo em zonas deprimidas ou problemáticas.

A partir das palavras de Tom Fleming recoloco as questões que deixei para reflexão, a propósito do futuro de Aveiro:

  • Como se pode criar um ambiente mais aberto e colaborativo em Aveiro? Que tipo de lideranças e intermediações precisamos? E que actores temos de envolver neste processo?
  • Que novos modelos institucionais (mais ágeis, flexíveis e inclusivos) devemos criar para responder aos desafios?
  • Que tipo de espaços físicos (plataformas ou aplicações digitais) precisamos de mobilizar (ou aproveitar) para promover o trabalho conjunto e colaborativo?
  • Como desenvolver tudo isto no contexto actual (pessimismo, desmobilização e de poucos recursos)?

JCM

 

 

PS. O Aveiro Empreendedor está a dar alguns passos no sentido do sugerido por Fleming. Estão agora abertas as candidaturas ao Concurso de Ideias IEUA Start até ao próximo dia 4 de fevereiro (www.ua.pt/ieua)



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A propósito dos sons na cidade

New Noise-Cancelling Technology for Restaurants Uses 123 Speakers to Serve Up Peaceful Meals

 


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Sexta-feira, 11.01.13

 

O que queremos para a nossa cidade? 

Vejam este exemplo magnífico vindo do Brasil.

Um grupo de cidadãos mobiliza-se para pensar o futuro do bairro da Pompéia em São Paulo. As conclusões serão entregues ao futuro Prefeito de SP.

 

Iniciativa de construção colaborativa do Plano de Bairro da Pompéia! Estamos na fase de captação de recursos (http://catarse.me/pt/apompeiaquesequer). Conheça, colabore e divulgue! 
Mapa colaborativo: http://bit.ly/MapaDaPompeia

 



publicado por JCM às 18:35 | link do post | comentar | favorito

É muito pertinente a sugestão do Presidente da JF da Glória, Fernando Marques, de repensar a localização dos serviços públicos e de os trazer de volta ao centro, questão que o Miguel Pedro Araújo também referiu recentemente. Essas funções geram uma actividade e um consumo que pode ajudar a dar vida às zonas mais antigas e mais fragilizadas da cidade. Contudo, a cidade precisa de repensar o papel que outras funções, económicas, mas também sociais e culturais, e, claro, residenciais, podem ter na revitalização urbana de Aveiro.

Centrando a discussão no caso das funções económicas, é estranho que a cidade não tire o devido partido de áreas de saber e actividade onde tem particulares recursos, sobretudo no domínio das TICE e do Design.

No que concerne às TICE, convém relembrar que Aveiro ajudou o SAPO a nascer e tem tido a capacidade de gerar outros projectos relevantes no domínio das ‘tecnologias’, quer de iniciativa pública (Aveiro Digital; formação superior e I&D), quer de iniciativa privada, estando aqui sedeadas algumas das maiores referências nacionais (o centro de I&D da PT é talvez o mais conhecido).

Quanto ao domínio do Design, Aveiro e a sua Universidade oferecem e produzem formação superior e investigação de qualidade reconhecida. A prová-lo, esta semana a conceituada revista Domus considerou o curso de Design da UA como um dos 100 melhores cursos para 2013. Para além disso, são inúmeros os projectos de investigação (teses de mestrado, em particular) que têm a cidade como objecto de estudo e cuja utilidade e interesse são significativos. 

Por tudo isto, seria de esperar que por aqui encontrássemos vários locais com internet gratuita, que o espaço público fosse um laboratório de utilização de novos produtos e serviços (testando o conceito de ‘living lab’), que existissem espaços de criatividade que promovessem a ligação entre as tecnologias, a arte e o design (na forma de ‘fab lab’), que os serviços à distância estivessem aqui particularmente desenvolvidos. No entanto, não é isso que acontece.

De uma forma algo paradoxal, não é visível para quem nos visita (por razões negócios, de lazer ou turismo) ou para quem aqui trabalha ou vive, que Aveiro tenha esse historial, potencial instalado ou que esteja particularmente mobilizado para se afirmar como uma referência nesse domínio.

Admito que no âmbito de algumas iniciativas públicas algumas destas questões estejam a ser discutidas e que existam projectos concretos em desenvolvimento, mas por razões várias não são essas as questões que têm estado no centro da agenda de debate local, bem pelo contrário, os últimos anos têm sido gastos com discussões sobre projectos de interesse e utilidade duvidosa.

Num momento em que o país e a cidade demonstram tantas carências e fragilidades, parece ser um pouco insensato não concentrarmos esforços (recursos, atenção, procura de consensos) na valorização das competências e saberes que podem ter verdadeiro impacto na melhoria da vida das comunidades e na revitalização da cidade.

JCM

 



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Segunda-feira, 07.01.13

A cidade verde

Público

http://noeconomicrecoverywithoutcities.blogs.sapo.pt/95547.html



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Terça-feira, 05.06.12

 

Escola da Participação, 

 

Proposta apresentada por um colectivo de cidadãos no âmbito do Orçamento Participativo de Aveiro

https://www.facebook.com/EscoladaParticipacao



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Quinta-feira, 10.05.12

Em resposta ao desafio do TEDx- Aveiro (https://www.facebook.com/events/145522548912359/) enviei duas propostas.

 

Proposta 1 - Edifício Manifesto 2.0

Resumo da ideia: A partir de um manifesto pela qualificação e animação da cidade (previamente concebido), produzir colectivamente o programa de um edifício a edificar ou reabilitar numa praça do centro da cidade e apoiar a sua construção.

Tarefas: Criar uma equipa multidisciplinar voluntária, envolvendo especialistas e cidadãos. Discutir o Manifesto com a comunidade local. Escolher a localização, desejavelmente um edifício/terreno público. Debater colectivamente o programa do edifício. Conceber o projecto. Mobilizar apoios e financiamentos para construção do edifício sem custos para o erário público (patrocínios e crowdfunding). Produzir um programa de gestão do edifício.

 

Proposta 2 - Parque 2.0

Resumo da ideia: Construir com competências locais (design e construção) um jardim e parque amovível que possa ser transportado e colocado em locais improváveis da cidade.

Tarefas: Criar uma equipa multidisciplinar em regime de voluntariado, juntando especialistas e cidadãos (futuros utentes). Identificar as peças que irão compor o Parque 2.0. Projectar o mobiliário necessário utilizando materiais resistentes, baratos e fáceis de transportar. Encontrar apoios para financiar a construção de três  parques.  Desenhar um programa itinerante para a colocação dos parques. Mobilizar os agentes culturais locais na animação do programa itinerante.

 

JCM



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Queria deixar uma preocupação e um desafio.

Estão neste momento a decorrer diversas iniciativas que pretendem mobilizar os cidadãos a dar sugestões para a sua cidade – iniciativas municipais (Orçamento Participativo de Aveiro, Cá fora 2012 - ideias para o espaço público), associativas (Aveiro, Cidade 2.0) e cívicas (Aveiro 2020 e outras ainda embrionárias).

Temo que o resultado final destas várias interessantes iniciativas se traduza num somatório de ideias individuais e de esforços fragmentados, que poderão não gerar o entusiasmo ou mobilização necessários e que dificilmente contribuirão para capacitar os cidadãos a intervir de forma qualificada no futuro das suas comunidades.

Julgo que é importante fazer um esforço para que os protagonistas (promotores e participantes) se conheçam, conversem pessoalmente, troquem opiniões sobre as suas ideias, de forma a criar alguns consensos e, eventualmente, uma mobilização para a sua adequada operacionalização e concretização. Deixo aqui o desafio para que oportunamente se possa organizar tal encontro.

JCM



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Sexta-feira, 23.12.11

http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Aveiro&Option=Interior&content_id=2203006.

'As piscinas do Beira-Mar, em Aveiro, estão ao abandono. Fechadas pelo clube no Verão de 2009, foram mais tarde vendidas a uma imobiliária num processo polémico. No Verão passado, as enormes vidraças foram retiradas e o edifício apresenta sinais de vandalismo. O presidente diz que o clube não autorizou a retirada de material'




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Quarta-feira, 23.11.11


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Quarta-feira, 25.05.11

O futuro não se prevê, constrói-se, recordava o Professor João Ferrão numa conferência realizada há dois anos no Porto sob o tema "Planning in times of uncertainty".

Dizia, na altura, que num momento de particular dificuldade a nível nacional e global urge, de facto, equacionar os meios adequados para construir colectivamente melhores respostas para os problemas das nossas cidades.

Decorrente da sua experiência governativa, o Professor João Ferrão recomendava também que se levasse mais ‘inteligência colectiva’ para os processos de decisão, apostando nos instrumentos que estão relacionadas com a democracia deliberativa de forma a combater duas culturas perniciosas: a 'ingenuidade tecnocrática' e o 'autoritarismo iluminista'.

Acrescentava ainda que a experiência de aprofundamento da democracia deliberativa nas nossas autarquias estava longe de ser devidamente estimulada e trabalhada.

A sugestão do Professor João Ferrão, as circunstâncias actuais (que o Carlos Jalali refere no artigo publicado no Plataforma Cidades) e a realidade em Aveiro permitem tirar algumas ilações.

Primeiro, que a construção do futuro da cidade é frequentemente entendida como um exercício de fé na razão técnica, que não oferece espaço para discutir ou reflectir sobre a racionalidade dos processos e das soluções que tem produzido (o caso do Alboi é um exemplo paradigmático).

Segundo, que existe uma diferença significativa entre o discurso (‘governação participada, em que todos os seus parceiros serão interlocutores indispensáveis’; ‘as sociedades mais prósperas colocam os cidadãos como o centro da sua atenção das suas políticas’) e a prática conhecida, existindo vários exemplos que mostram que existe uma concepção redutora, mitigada e mesmo conservadora do papel dos cidadãos na vida colectiva.

Por último, que num momento difícil como o que atravessamos, de grande contenção de recursos financeiros, o governo local não tem sabido utilizar o vasto capital cívico existente, que por diversas vezes tem demonstrado querer ser um parceiro útil para encontrar melhores soluções.

As difíceis circunstâncias em que nos encontramos exigem o aprofundamento da reflexão sobre os métodos, as práticas e a cultura de governo local e o estabelecimento de um novo quadro de relacionamento entre o poder e os actores locais.

JCM



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Quinta-feira, 21.04.11

Seminário ÁGUEDA: cultura, inovação e criatividade | Oportunidades de regeneração das cidades,

27 de Abril de 2011, Salão Nobre dos Paços do Concelho

http://gis.cm-agueda.pt/pru/noticia4.html

 

 

Inscreva-se enviando um e-mail para marlene.marques@cm-agueda.pt


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Quarta-feira, 29.09.10

‎Jaime Lerner, um conhecido arquitecto-urbanista brasileiro, antigo Prefeito de Curitiba no Brasil, dizia recentemente numa entrevista (Público, 26 Set. 2010) que ‘o planeamento urbano apesar de necessário é lento, pelo que às vezes as cidades precisam de uma acção cirúrgica pontual, que crie uma nova energia’, que ele designou como ‘acupunctura urbana’.

Segundo o especialista, estas acções têm de procurar contribuir para o ‘equilíbrio vital das cidades, dando prioridade à sua vivência social e animação económica’ e, ao mesmo tempo, ajudar a promover o conceito de ‘cidade compacta’.

O interesse desta abordagem está também relacionado com a sua geometria variável já que é possível concebê-la em projectos de micro-escala – recuperação de edifícios devolutos com programas funcionais inovadores – ou em iniciativas de grande escala – ‘projectos urbanos’.

Contudo, o autor refere que existem alguns atributos indispensáveis para que estas iniciativas resultem: ‘uma sólida base técnica, sensibilidade para os problemas urbanos, sentido colectivo para encontrar soluções, intuição para orientar as acções, capacidade de síntese para transmitir as propostas, habilidade mediática para comunicar as mensagens e, sobretudo, vontade e liderança política’ (Acupunctura Urbana, Lerner, J, 2005).

Curiosamente, na semana passada, Leonel Moura sugeriu uma ideia que se enquadra neste conceito de ‘acupunctura urbana’. Referia o artista plástico que 'as autarquias deveriam apostar na criação de centros de criatividade, através da disponibilização gratuita de espaços de encontro, cooperação e produção, algo semelhante a pequenas fábricas do fazer criativo, ou centros para instalação de pequenas empresas, ateliers e projectos dedicados à criatividade e inovação, como é o caso da Lx Factory em Lisboa' (Jornal de Negócios, 17 Set 2010).

As cidades portuguesas podiam estudar e reflectir sobre este conceito de ‘acupunctura urbana ligada à criatividade’ construindo uma rede de projectos públicos dedicados à ‘criatividade e inovação’, localizados em espaços nucleares das cidades e mobilizando as comunidades, os agentes culturais e criativos e os centros de saber e conhecimento para a sua concepção, implementação e gestão.

Num momento de grave crise económica e financeira como a que atravessamos este poderia ser um importante contributo das cidades para a retoma e um pequeno alívio para algumas das tormentas que nos assolam.

Contudo, é preciso ter algum cuidado para estes projectos não se traduzam em iniciativas tão mediáticas quanto inconsequentes. Como dizia Lerner ‘estas iniciativas têm de ser rápidas e bem pensadas senão a agulha começa a doer’.

JCM



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Domingo, 05.09.10

'Está a decorrer o período de participação pública para a apresentação de sugestões e informações sobre a revisão do Plano de Urbanização do Polis de Aveiro' (notícia DA)


De qualquer forma, convém referir que existem informações publicadas recentemente no DA que demonstram intenção do Executivo de proceder a um debate público sobre o PU Pólis antes do período de apresentação de sugestões terminar. Esta intenção foi demonstrada no seguimento de interpelação do PS na última reunião do executivo.

Julgo que é de saudar ambas as posições. A pertinência da observação e a disponibilidade demonstrada.

JCM


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Segunda-feira, 26.07.10

'É necessário que os comerciantes se associem mais, tenham regras mais claras, sectoriais e geográficas, designadamente nos horários e períodos de promoções'.

'Nem sempre nos preocupamos com as ruas. Se não forem agradáveis e atractivas não chamam clientes'

'Algumas das receitas (taxas pagas pelos comerciantes) deviam ser aplicadas no apoio ao comércio'

Jorge Silva, Presidente da Associação Comercial de Aveiro, DA, 26JUL10



publicado por amigosdavenida às 13:32 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 21.07.10

"O poder politico tem de se adaptar à pressão da sociedade civil", a ideia foi defendida por Ricardo Vieira de Melo, Presidente do Núcleo de Arquitectos de Aveiro em entrevista concedida à Terra Nova. "As Câmaras Municipais tem de passar a conviver com a pressão exercida por movimentos comunitários locais, quando em causa estiverem projectos urbanos comuns, relacionados directamente com o ordenamento do território local", disse Ricardo Vieira de Melo entrevistado no programa de grande informação “Conversas”, reforçando ainda a ideia de que "é necessário desenvolver uma estratégia concertada entre Municípios vizinhos".

Aveiro e Ílhavo “partilham” o futuro Parque da Ciência e Inovação e em termos de rede viária "a articulação entre os dois municípios é deficitária", disse.

Relativamente ao Plano Estratégico do Concelho de Aveiro, Vieira de Melo adiantou que "é preciso desenvolver estrategias consensuais e intercaladas com os municípios vizinhos". A entrevista pode ser ouvida hoje na RTN, depois das 19h00.

http://www.terranova.pt/

Emissão on-line



publicado por amigosdavenida às 17:30 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 16.07.10

'Londonderry celebrated on Thursday after it was named the first UK City of Culture, a role it will take on in 2013. The city in Northern Ireland beat off Sheffield, Birmingham and Norwich, the other three finalists shortlisted for the honour' (Reuters).

 

http://www.cityofculture2013.com/

 

Get Involved - As we eagerly wait to find out whether our bid has been successful everyone involved in the Derry-Londonderry team would like to thank everybody involved what has and continues to be a vibrant campaign. Your support has been fantastic. The many ideas & words of encouragement have inspired us! And if you wish to join the campaign there’s still time, so why not get involved today (http://www.cityofculture2013.com/Get-Involved/Get-Involved.aspx)

 

Documento de candidatura - The wave of euphoria across the city following this outstanding achievement is just the beginning in the telling of a new story for the region. This is a new chapter in our journey from plantation to peace, and its legacy will last for generations.

Download the Executive Summary of the Bid

 



publicado por amigosdavenida às 13:40 | link do post | comentar | favorito

A informação aqui recolhida integra o espólio de fotografias digitalizado e organizado pelo Prof. Henrique Oliveira.

 

Alboi, 1870

1912

 

Alboi, data?

 

Vista aérea do Alboi

>

Se tiver mais alguma informação sobre a história do Alboi (textos ou imagens) envie-nos para amigosdavenida@gmail.com. Obrigado!



publicado por amigosdavenida às 00:30 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Segunda-feira, 12.07.10

[messages from RTPI Conference - PLANNING: SHAPING THE FUTURE, UK]

'If you want people to feel connected to their communities, proud of their communities, then you give people a real say over what happens in their communities. And the power to make a difference'

'Lack of funds means we must work together better than ever'



publicado por amigosdavenida às 18:30 | link do post | comentar | favorito

http://www.guimaraes2012.pt/



publicado por amigosdavenida às 09:36 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 09.06.10

Londres, 2010

 



publicado por amigosdavenida às 00:09 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 08.06.10

Gostaria antes de mais, agradecer a entrevista do Sr. Jorge Greno. Numa altura em que se discute o rigor na escola pública, o papel do cidadão na construção da sua identidade, da identidade do espaço onde habita, a especialização profissionalizada da sociedade activa e desespera-se por novos modelos onde o capitalismo não fique refém de si próprio, eis que o Sr. Jorge Greno propõe uma “nova” abordagem que num primeiro olhar pessoal chamarei de Grenismo.

O Grenismo foi então buscar à escola sofistica as bases do sistema que propõe. Alterna o empirismo pré-socrático com a objectivação de Patton. Mas, vamos a factos. Estes nada empíricos, como velho do Restelo, antiquado ou mesmo "agente de agenda politica escondida" que sou.

O Grenismo não entende os chatos intelectuais. E a prova está à vista, aliás a olho nú. Duas horitas numa esplanada e “voilá”, estudo prévio realizado. Conclusão assinada e nem vale a pena perder tempo com os senhores, urbanistas, arquitectos, engenheiros e outros tantos “lobbies” locais que como espiões infiltrados, tentam planear um golpe politico ao perder tempo analisando dados, estudando soluções e concedendo alternativas no mínimo demasiados complexas porque o olho não mente. Qual Galileu, qual quê! Este assunto apenas é de opinião. Não necessita de mais! Aliás, fico desde já disponível para meia dúzia de “bejecas” e quatro horitas nos muros da ria para contar quantos transeuntes tentam passar a ria antes de chegar à rotunda.

O Grenismo não analisa o objecto. Isso mais uma vez está encarregue aos chatos dos intelectuais. Analisa o número. Ora se Aveiro já tem 14 ou 15 pontes, mais uma menos uma, que chatice poderá dar? Aliás eu até iria mais longe e construía pontes de 50 em 50 metros e acaba-se de uma vez com o ridículo do nome, Veneza de Portugal. Podíamo-nos tornar na Enguia da Ibéria.

Para o Grenismo o único “leitmotiv” destes chatos é apenas o gosto. Todos os artigos do Arquitecto Pompilio Souto, Professor Carlos Borrego, Professor Jorge Carvalho entre outros têm um denominador comum. O gosto. Como se sabe se há conclusão a tirar em todos os textos assinados que têm saído destes autores, será a fealdade e a pueril irritação, com alguma rabugice à mistura.

O Grenismo aceita movimentos cívicos. Acha importante os “sem poder” terem atitudes politicas. Um espécie de Carnaval fora do tempo onde o povo se mascara de gente importante. Só não acha piada é que surjam agora. Agora não, que a direita não precisa. Deviam ter surgido há uns anitos ou esperado por um poder local de esquerda para chatear. Para mais, os Amigos d’Avenida cheiram a plano terrorista para candidato aparecer. Cheiram, porque o povo não se manifesta assim. Aceita o que lhe dão e assim é que deve ser. E a conclusão é óbvia. Depois de umas horitas na esplanada, qualquer pessoa pode ficar a saber o facto histórico comprovadíssimo. Quando a direita tem poder, a esquerda organiza grupos para ataques à vítima. É claro que os últimos 1500 anos não contam. Aliás, nem se pode observa-los.

O Grenismo afirma que a discussão compromete acção. Mas se fecharmos os olhos e sairmos das esplanadas, talvez, tal como em Platão e a sua caverna, podemos aprender que em cada área existe uma especialização e esta deve ser ouvida e equacionada. Pior do que não respeitar o tempo legal de discussão é faltar ao respeito a quem dedica uma vida na causa de uma determinada área.

Muito mais se podia dizer sobre o Grenismo. O último relatório de contas que transparece a organização das contas públicas, ou Teatro Aveirense cujo propósito da sua continuação está directamente ligado com a capacidade de chupar uns dinheiros ao Ministério da Cultura.

No fundo em tempo de futebol, o discurso está articulado. O Grenismo é uma amálgama de pensamentos de “clube”, sem qualquer profundidade. O que preocupa, é que nós os chatos, trabalhamos fora de esplanadas, fora do que parece e tal como Galileu discutimos o facto. O facto compreende objectivo.

Depois de ler a entrevista fiquei com receio do voltar do “Se não estás comigo?”, de Estaline. Melhores referências precisam-se.

Tenho medo, tenho muito medo…

Joaquim Pavão



publicado por amigosdavenida às 21:46 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 02.06.10

A propósito da questão levantada pelo Arq.º José Quintão (ver comentário ao post anterior), relativamente ao facto do PdS alterar ou não o Plano de Urbanização do Pólis, como poderá constatar pela imagem a Ponte Pedonal do Canal Central e a nova via rodoviária pelo Alboi não estão previstas no PU do Pólis.

Se no segundo caso a avaliação é mais difícil de produzir, no primeiro, que prevê uma localização diferente para a Ponte Pedonal, o conhecimento técnico-científico (essencialmente jurídico) sobre a matéria confirma essa tese.

De qualquer forma, nada melhor que solicitar um parecer à CCDRC sobre esta matéria para se dissiparem todas as dúvidas.

José Carlos Mota

 



publicado por amigosdavenida às 13:14 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 21.05.10

Na sua reunião privada de hoje a autarquia aveirense aprovou o projecto para o vazio da Praça Melo Freitas, a Ponte Pedonal e outros projectos do Parque da Sustentabilidade (ver notícia OLN).

Hoje poderia ter sido um dia feliz para o futuro da nossa cidade. Podia ter sido o dia em que a autarquia dava por concluído um processo intenso de reflexão sobre os diversos projectos que vão estruturar e organizar o futuro da cidade. Podia ter sido o início de uma nova etapa de mobilização dos agentes e comunidade para a implementação e gestão das diferentes iniciativas. Mas não. Foi o dia da aprovação burocrática de um conjunto de projectos que mal conhecemos e que alguns de nós têm sérias dúvidas se serão os mais adequados para o futuro da nossa cidade.

Hoje não é um dia feliz para o futuro da nossa cidade!

JCM

http://amigosdavenida.blogs.sapo.pt/



publicado por JCM às 08:55 | link do post | comentar | favorito

Segunda-feira, 03.05.10

A Praça Melo Freitas em 1910. Mais uma interessante fotografia disponibilizada por Henrique Oliveira.

A qualidade do espólio fotográfico desta época poderia inspirar uma interessante iniciativa para integrar o programa de comemorações dos 100 anos da República.

Esta ideia leva-me a colocar outra questão. Como está o município de Aveiro a organizar-se para comemorar os 100 anos da República?

JCM

 

 



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Terça-feira, 27.04.10

O Presidente da República (PR) sugeriu no seu discurso do 25 de Abril a necessidade de 'fazer da cidade do Porto um pólo aglutinador de novas indústrias criativas’... 'sinónimo de talento, excelência e inovação em áreas como as artes plásticas, a moda, publicidade, design, cinema, teatro, música, dança, informática e digital' (Público, 26/4/10).

A proposta é pertinente. Um estudo recente do Ministério da Cultura,  elaborado pelo Prof. Augusto Mateus, referiu que o sector cultural e criativo 'vale tanto' quanto o sector dos têxteis (1).  Para além disso, num momento em que tanto se fala da necessidade de 'cortar na despesa pública' como medida única no combate à crise, é importante referir que existem outros caminhos, entre os quais este, que passa por apoiar e estimular a actividade de sectores emergentes (por ex: cultura, artes e criatividade), cujo potencial económico e geração de emprego é relevante e cuja expressão territorial pode ser indutora de outras dinâmicas. Indo ao encontro destas preocupações, a Comissão Europeia divulgou esta semana o Livro Verde das Indústrias Culturais e Criativas - ICC- (2) onde são apresentados um conjunto de recomendações para estimular o seu desenvolvimento.

A proposta sugerida deve, no entanto, ser ponderada em duas dimensões. A primeira tem a ver com a dimensão espacial sugerida. Apesar de se perceber que a ideia tem por base o trabalho que tem vindo a ser feito pela ADDICT - Agência para o Desenvolvimento das Indústrias Criativas da Região Norte (3), que tem sede no Porto, e em particular a candidatura apresentada ao QREN (4), talvez faça sentido reinterpretá-la tendo como elementos territoriais âncora as cidades do Porto, Braga, Guimarães e Aveiro, pelo potencial cultural, social e económico que congregam. A segunda dimensão tem a ver com a necessidade de reflectir sobre o conceito de 'indústria cultural e criativa' e a sua aplicação à realidade em causa, procurando analisar o seu real potencial, esclarecer os eventuais receios sobre alguns riscos de ‘mercantilização da cultura’ e atenuar algumas ‘resistência dos agentes económicos que olham para este tema com alguma estranheza’. Mas não deixa de ser um importante e interessante desafio aos poderes locais/regionais e aos agentes culturais, sociais e económicos desta região urbana.

O assunto não é novidade para nós. Os Amigosd'avenida têm vindo a alertar para a necessidade de se olhar para este tema com atenção. Nesse sentido, produziram, no ano passado, um primeiro mapeamento das ICC da cidade de Aveiro (5) e lançaram a ideia da criação uma plataforma de articulação e dinamização dos agentes culturais e criativos (6), ideia que o Plano Estratégico do Concelho de Aveiro (PECA) também veio recentemente reforçar.

Estamos perante um tema que nos pode unir e sobre o qual a cidade/região de Aveiro tem recursos e competências relevantes. Contudo, tendo em conta a natureza embrionária e emergente de algumas destas actividades, nuns casos, e os interesses diversos e concorrentes, noutros, é fundamental encontrar uma liderança capaz de mobilizar este potencial e de sentar à mesa os principais actores.

Não será tarefa fácil. Mas as condições actuais exigem que os poderes públicos (locais/sub-regionais) assumam esta tarefa e procurem trabalhar este tema estratégico para o futuro da cidade/região, encontrando a melhor metodologia para desenhar uma agenda comum e identificar projectos que ajudem a projectar a 'produção cultural e criativa' no contexto nacional e internacional. Só este esforço permitirá colocar-nos no desígnio sugerido pelo PR de transformar a região alargada do Porto ‘numa região europeia vocacionada para a economia criativa'.

 

José Carlos Mota

josecarlosmota@gmail.com



publicado por amigosdavenida às 13:14 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

Segunda-feira, 29.03.10

'A Universidade de Aveiro, através do seu Mestrado em Planeamento Regional e Urbano promove um curso intensivo que assume a forma de concurso de ideias para a regeneração do centro da cidade de Aveiro. Sob o título «Avenida Lourenço Peixinho, Beira-Mar e Rossio - Que Futuro?», este programa intensivo arranca dia 5 de Maio e dirige-se fundamentalmente a alunos finalistas do 1º ciclo do Ensino Superior. As inscrições estão abertas até 30 de Abril'.

Mais informações aqui



publicado por JCM às 13:17 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 16.03.10

 'O bairro da Beira-Mar vai ser aproveitado para uma experiência-piloto do denominado projecto "A cidade a pé" (Active Access) do programa europeu Intelligent Energy Europe, de que Aveiro é a única cidade portuguesa aderente'.

notícia JN



publicado por amigosdavenida às 09:14 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 12.03.10

 [enviado por Susana Loureiro]

http://www.larueestatous.com/
 

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Terça-feira, 09.03.10

‘Encontram-se abertas as inscrições de voluntários para adesão ao Projecto Limpar Portugal, que ocorrerá no dia 20 de Março.

O Projecto “Limpar Portugal” é um movimento cívico de pessoas em regime de voluntariado e que conta com a parceria oficial da Autarquia aveirense. Este movimento tem como objectivo limpar as lixeiras ilegais existentes no espaço florestal de Portugal no dia 20 de Março de 2010.

As inscrições podem ser efectuadas, até ao dia 19 de Março, através da rede do grupo de Aveiro, em http://limparportugal.ning.com/group/avr, mediante registo e selecção da Freguesia onde, cada aderente, pretende intervir. Sendo a idade mínima exigida de 16 anos, embora sejam aceites voluntários com idade inferior desde de que devidamente acompanhados por adultos.

No dia 20 de Março, a partir das 9.00 horas, com ponto de encontro em cada Junta de Freguesia, será o dia do “Limpar Portugal” que pretende juntar o maior número de voluntários e parceiros por Concelho, para que todos juntos seja possível contribuir para um Planeta e para um Portugal mais limpos e saudáveis. A coordenação do projecto espera proceder à limpeza do Concelho de Aveiro durante o período da manhã, aguardando, por isso, um elevado número de aderentes. Para já o grupo de Aveiro tem registado cerca de 350 voluntários’.

Informação aqui e aqui



publicado por amigosdavenida às 19:04 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 24.02.10

O blogue dos Amigosd'Avenida está disponível para publicar os artigos de opinião que queiram produzir sobre a Ponte do Rossio, a Praça Melo Freitas ou outro assunto de interesse para a cidade.

JCM


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Segunda-feira, 22.02.10

O Plano Estratégico do Concelho de Aveiro vai também ser analisado na reunião da Assembleia Municipal da próxima quarta-feira. O documento pode ser consultado Aqui!



publicado por amigosdavenida às 13:48 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 19.02.10

extracto da notícia do Diário de Aveiro

'No debate promovido pelos “Amigos d’Avenida” gerou-se um consenso na construção de um edifício na Praça Joaquim Melo Freitas e um desacordo na escolha da ponte no Canal Central
A opção pela localização da futura ponte pedonal, que irá atravessar o Canal Central, deveu-se a um abaixo-assinado promovido pelos comerciantes do lado do Alboi, interessados em captar clientes provenientes do lado do Rossio, uma zona de maior circulação de pessoas, explicou o presidente da Associação Comercial de Aveiro, Jorge Silva, num debate sobre aquela obra, promovido pelo movimento cívico “Amigos d’Avenida”. 
Mas a ponte está a dividir as opiniões em Aveiro, o que ficou bem expresso no debate realizado anteontem à noite, onde não faltaram muitas críticas à escolha da Câmara, principalmente devido ao local onde a ponte será construída, no Canal Central, que é o ponto mais relevante da imagem turística e da história da cidade. Responder positivamente ao abaixo-assinado para “satisfazer” um grupo de “invejosos é um crime”, disse o arquitecto Pompílio Souto. 
A Câmara não participou neste debate. Mesmo assim, o encontro terminou com um recado para a Câmara Municipal enviado por uma “assembleia de cidadãos”, como classificou José Carlos Mota, dos “Amigos d’Avenida”. Para a autarquia segue uma “mensagem para que a Câmara dê conhecimento e mais informação das tomadas de decisão”, pois “há a vontade dos aveirenses conhecerem melhor os processos”. 
(Ler artigo completo na edição em papel) 



publicado por amigosdavenida às 00:13 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 18.02.10

 



publicado por amigosdavenida às 12:56 | link do post | comentar | favorito


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