(publicado no Diário de Aveiro de 5MAI09)
Para o ano a República Portuguesa fará 100 anos, ou que não é novidade para a maioria das pessoas. O Programa das Comemorações para o Centenário da República integra um quadro de cerimónias comemorativas, um vastíssimo conjunto de realizações agrupáveis em programas temáticos, completados por uma presença significativa na internet, nomeadamente através de um portal, e um plano editorial diversificado.( http://www.centenariorepublica.pt/).
“O programa comemorativo procura mobilizar um vasto leque de instituições e de actores, instâncias centrais e locais da administração, centros de investigação e escolas, entidades empresariais, fundações, associações, etc. Com a realização das diversas iniciativas previstas, espera-se conseguir uma valorização da cultura histórica e da consciência patrimonial; conferir uma especial atenção ao papel da escola enquanto vector da igualdade de oportunidades e espaço formativo prioritário; dar um contributo para o revigoramento das práticas cívicas e da aproximação entre a política e os cidadãos; identificar materiais e questões que possam vir a constituir um Museu da República; e promover o reforço da identidade nacional. Às iniciativas assumidas directamente pela Comissão Nacional acrescentar-se-ão, para efeitos de programa geral, um elenco de realizações que a Comissão apoiará e ou aos quais se associará.”
Entretanto o programa das comemorações vai sendo apresentado publicamente. Na semana passada fui realizada no Pavilhão
“O eixo programático Jogos do Centenário compreende várias manifestações de natureza desportiva, lúdica e cultural. Pretende-se sublinhar o desenvolvimento que o desporto conheceu em Portugal com a emergência e evolução da República, celebrar os seus valores mais nobres e estimular a participação nas Comemorações da população em geral e dos jovens
2010 era a data sonhada para abertura do Museu da República Arlindo Vicente, que colocaria Aveiro num lugar de destaque no panorama nacional destas comemorações. A decisão de acabar com esta instituição deve ser explicada aos aveirenses e ao país, porque estar a ter claras consequências na diminuição clara da afirmação de Aveiro ao nível nacional. Resta-nos um empenhamento dos cidadãos na vivência do ideal e dos princípios republicanos, procurando encontrar formas de participação activa nesta grande festa do centenário da República.
Razão, irmã do Amor e da Justiça,
Mais uma vez escuta a minha prece.
É a voz dum coração que te apetece,
Duma alma livre, só a ti submissa.
Por ti é que a poeira movediça
De astros e sóis e mundos permanece;
E é por ti que a virtude prevalece,
E a flor do heroísmo medra e viça.
Por ti, na arena trágica, as nações
Buscam a liberdade, entre os clarões;
E os que olham o futuro e cismam, mudos,
Por ti, podem sofrer e não se abatem,
Mãe de filhos robustos, que combatem
Tendo o teu nome escrito em seus escudos
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