Sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

[Debates autárquicos] 

Julgo que o maior problema de Aveiro nos últimos anos tem sido o de estar a olhar demasiado para dentro de si, preocupada e angustiada com os seus problemas (que, diga-se, são bem reais e justificam o 'estado de alma'), gastando a sua (nossa) energia na procura da atribuição da culpa pela situação presente. 

Esperava que esta campanha pudesse trazer uma lufada de ar fresco, mostrando uma 'nova forma de olhar para o concelho e para o mundo', para perceber como aí nos devemos posicionar e assim organizar recursos e potencialidades (quem são muitos e relevantes, e que foram muito pouco referenciados na campanha). 

Esperava, ainda, que se debatessem as formas e os modelos alternativos para tirar partido desses recursos! Com partidos ideologicamente diferentes era de esperar que se clarificassem as diferentes formas de envolvimento dos poderes públicos (mais ou menos interventivos). Para que ficasse tudo mais claro, e para facilitar as escolhas! 

Infelizmente, não foi isto que aconteceu! Gastamos demasiadas energias a falar do passado e quando chega a altura de falar sobre o futuro, ou não temos tempo ou estamos esgotados (e, em alguns casos, também faltam ideias).

Enfim, temos as campanhas que merecemos ou que fazemos por merecer!

Resta-nos reflectir sobre o que ouvimos, o que lemos e o que acreditamos e ir todos votar.

Domingo à noite teremos um novo executivo que será de todos os Aveirenses e que terá de, então, olhar a cidade e o concelho com outros olhos!

José Carlos Mota

 

 


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publicado por JCM às 16:57 | link do post | comentar | favorito

O Joaquim Sousa dizia no Facebook o seguinte:

'O valor da comunicação: descubra as diferenças entre candidatos e programas para as eleições legislativas em Aveiro. PSD e CDS/PP http://www.votoaveiro.com PS http://adoroaveiro.com

É muito difícil avaliar o conteúdo, com uma discrepância tão grande em termos de forma”. Não é uma crítica à “forma”, muito pelo contrário. Há que profissionalizar a comunicação; todas as instituições de sucesso, o fazem ou já o fizeram'.

...

Deixo as seguintes questões:

Mas será que a comunicação pode mesmo esconder um mau conteúdo? E se for assim não é importante alertar/denunciar essas situações? Porque será que se discute tão pouco nas campanhas eleitorais locais? Sugeri em tempos que os partidos deveriam obrigatoriamente apresentar os programas um mês e meio antes das eleições. Para que pudessem ser esmiuçados até ao tutano... Como se pode discutir algo tão importante em 15 dias?

José Carlos Mota


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publicado por amigosdavenida às 12:34 | link do post | comentar | favorito

 Último dia de debate autárquico em Aveiro. Hoje debate entre candidatos na Rádio Terranova (15:30). Espero que se fale do futuro!

JCM



publicado por JCM às 09:33 | link do post | comentar | favorito

 À espera do autarca 2.0

(artigo de Opinião de Daniel Oliveira)

'Apesar da má fama, o poder local foi crucial para a consolidação da democracia e para o desenvolvimento do país nas duas primeiras décadas pós-25 de Abril. As autarquias ajudaram a criar, através da proximidade, hábitos democráticos mínimos. E, onde faltava quase tudo, fizeram grande parte do trabalho de sapa: saneamento básico, infra-estruturas, erradicação de barracas, reabilitação urbana e os primeiros passos de algum, mesmo que mau, ordenamento do território.

Mas, 33 anos depois, Portugal tinha obrigação de já ter ultrapassado a sua infância. Antes de mais, na relação do poder político local com as população, ainda muito baseado em redes de interesses e compadrios, nos favores e no caciquismo, em pequenas ditaduras e no horror à participação e à critica.

Falta dar um enorme salto para uma segunda geração de políticas. Em vez da “obra feita”, de que a obsessão pelas rotundas é o melhor retrato, seria normal que autarcas e eleitores já estivessem a discutir outros temas. Coisas aborrecidas como a sustentabilidade económica e ambiental; a coordenação entre autarquias; políticas de habitação e realojamento que percebam que o bairro social construído hoje será o inferno de amanhã; o combate sem tréguas à ditadura do carro (os risinhos lisboetas com as ciclovias, banais em imensas cidades europeias, mostram o ponto onde ainda estamos); ordenamento do território que não seja feito à medida de cada interesse particular; formas de gestão transparentes; ou políticas de emprego que não se limitem à construção de parques industriais que muitas vezes não são mais do que elefantes brancos sem futuro e à contratação desenfreada de funcionários. Do Estado Central, para começar, precisa-se de uma coisa: a alteração imediata de uma lei de financiamento que promove a construção e a corrupção.

Sem autarcas de segunda geração o país, todo ele, estará condenado. Infelizmente, chegam os dedos de uma mão para os contar. E não se vislumbra, em nenhum partido, a vontade de arriscar. Uns querem garantir a sua rede local de influências, outros estão preocupados com a sua própria bolsa de emprego, outros olham para estas eleições como mais um momento de afirmação nacional. Mesmo a abertura das eleições a listas independentes revelou-se, na esmagadora maioría dos casos, uma enorme decepção. Veremos se, daqui a quatro anos, quando, quando por força da lei, 188 autarcas não recandidatarem, alguma coisa muda. Por agora, nada de novo.

Assim, o apelo ao voto que faço é este mesmo: se têm um dinossauro na vossa câmara, votem contra ele. Se têm um populista, votem contra ele. Se têm um corrupto, votem contra ele. Se têm um cacique, votem contra ele. Se diz que quem o ataca está a atacar a terra, votem contra ele. Se ataca quem lá está mas não se deu ao trabalho de fazer um programa digno desse nome, votem contra ele. Se faz apenas declarações ideológicas mas nunca se interessou pelos assuntos locais, votem contra ele. Se não presta contas do que fez, votem contra ele. Se só promete mais obra, votem contra ele. Se guardou todas as inaugurações para os últimos três meses, votem contra ele. Se faz ou vai fazer dos serviços autárquicos um centro de emprego para companheiros ou camaradas de partido, votem contra ele. Se faz muito e não pensa no que faz, votem contra ele. Se diz que é um homem de acção e não gosta de planear, votem contra ele. Se planeia e não faz o que põe no papel, votem contra ele. Se aparece ao lado de empreiteiros, votem contra ele. Se enriqueceu à conta dos dinheiros públicos, votem contra ele.

Se conhece os problemas e, não tendo soluções milagrosas, apresenta caminhos em que acreditam, votem nele. Se não promete “uma capela maior do que uma catedral” mas tem umas ideias plausíveis de como melhorar a qualidade de vida no vosso concelho, votem nele. Se é honesto e inventivo, trabalhador e empenhado, votem nele. Se trata o vosso dinheiro com cuidado, votem nele. Se se preocupou em escolher uma boa equipa e se não traz atrás de si uma trupe de boys inqualificados, votem nele. Se em vez de comprar o vosso apoio ouve as populações, votem nele. Se vos mostra com toda a transparência o que se passa na câmara e não decide tudo nos corredores e nos gabinetes, votem nele. Se aceita que a oposição e a imprensa local livre fazem parte da vida democrática, votem nele. Se trata com o mesmo respeito os miseráveis e os notáveis, votem nele.

Se nenhum deles for assim, votem no menos mau. Mas votem. Sabendo, no entanto, que a política local também é política. Como no país, há formas diferentes de olhar para o mesmo problema e diferentes formas de o tentar resolver. Quando se tratava apenas de construir esgotos e alcatroar estradas, fará pouca diferença as convicções de cada um. Quando começamos a tratar do resto, é da mais pura das políticas que estamos a falar. Da que interessa.

Como não sou ninguém para dar conselhos aos outros, o que eu quero dizer afinal é que é assim mesmo que votarei'.



publicado por JCM às 09:19 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

comentário # 2

Pela leitura que efectuei aos programas eleitorais dos partidos que se apresentam às eleições por Aveiro, em especial os que mais directamente disputam a liderança dos órgãos autárquicos, penso que o que melhor assevera estrategicamente os desafios que se avizinham, ultrapassando estrangulamentos de uma certa regional/tacanhez,  abrindo a cidade para uma dimensão de futuro construtivo e globalizante é o programa delineado pelo Partido Socialista.
Concordando com a análise de JCM, esta deve, apenas e também, ser interpretada como opinião meramente pessoal, aqui expressada.
João Figueiredo



publicado por JCM às 18:20 | link do post | comentar | favorito

Respostas de Élio Maia (PSD/CDSPP)

Respostas de José Costa (PS)

Respostas de Catarina Gomes (BE)

Respostas de António Moreira (CDU)



publicado por amigosdavenida às 16:57 | link do post | comentar | favorito

 Envie o seu comentário para amigosdavenida@gmail.com!



publicado por JCM às 16:22 | link do post | comentar | favorito

comentário #1

 

A leitura dos diferentes programas autárquicos revela, na minha opinião, uma dose excessiva de voluntarismo (demasiadas propostas e algo fragmentadas), um reduzido esforço  de demonstração de como as propostas podem ser postas em prática e, sobretudo, uma grande dificuldade em definir prioridades.

De todos, o programa do PS (AdoroAveiro) é aquele que me parece mais sólido (identifica os desafios globais; discute qual o posicionamento de  Aveiro face aos desafios; propõe uma visão e identifica os projectos estruturantes para a concretizar), o que apresenta linhas estratégicas claras e assertivas (na qual saliento a aposta nas 'Artes, Design, Ciência e Tecnologia') e que o melhor demonstra a sua possível implementação. Como programa de governo autárquico é, na minha opinião, o que melhor responde aos desafios que se colocam hoje a Aveiro.

 

José Carlos Mota 

 

PS. Uma última nota para dizer que esta reflexão é a minha opinião pessoal e não reflecte necessariamente a opinião do colectivo Amigosd'Avenida

 

 



publicado por JCM às 13:50 |
editado por amigosdavenida às 19:09link do post | comentar | favorito

AMIGOSD'AVENIDA E DIÁRIO DE AVEIRO ESMIÚÇAM OS PROGRAMAS AUTÁRQUICOS

leia hoje no Diário de Aveiro e no blogue dos Amigosd'Avenida



publicado por amigosdavenida às 08:30 | link do post | comentar | favorito

Q1 - Amigosd’Avenida/Diário de Aveiro

É importante que os cidadãos conheçam as prioridades da autarquia para os próximos quatros anos. Nesse sentido, gostaríamos de saber: Qual é a área de actuação que elege como prioritária para o município de Aveiro? Porque razão foi escolhida? Os cidadãos e os agentes foram ouvidos na sua formulação? Se sim, como?

Élio Maia (Coligação 'Juntos Por Aveiro', PSD/CDSPP)

As prioridades definidas pela Coligação Juntos por Aveiro decorrem dos vários programas e obras lançados neste mandato e são cinco, a saber:

* Prioridade à concretização da Carta Educativa do Concelho de Aveiro;

* Prioridade às respostas sociais no Concelho de Aveiro;

 * Prioridade ao cumprimento do Plano de Saneamento Financeiro, acompanhado por um programa de Desenvolvimento Económico;

* Prioridade à concretização dos Projectos contratualizados com o QREN: Parque da Sustentabilidade, Corredores Ecológicos, Requalificação e Criação de Zonas Industriais, Requalificação da EN 230-1 e Requalificação e a Ampliação da Capela de São Tomás de Aquino.

* Prioridade aos Projectos, de abrangência municipal, integrantes do Polis Ria de Aveiro.

Estas áreas de actuação cumprem um quadro de inovação social, de modernização e de competitividade, decisivo para a caminhada futura do Concelho. Elegeram-se estas prioridades, também, porque se tratam de projectos socialmente válidos, que não esbanjam os escassos recursos financeiros do Município e que não serão concretizados com o aumento do IMI e das taxas municipais (que em ambos os casos baixámos).

Os cidadãos e agentes participaram na formulação deste programa através do sítio votoaveiro.com.

 

Q2

O Orçamento Municipal dedica, no presente ano, cerca de 1, 3 milhões euros do seu investimento para a Cultura, cerca de 1,6% do total. Qual é o compromisso que assume relativamente à parte do orçamento que pretende afectar à Cultura? Porque razão? Quais as principais áreas de actuação neste domínio?

Élio Maia

A Cultura é um factor estratégico de competitividade, de afirmação de identidades e de representações sociais e um campo de partilha de mundividências, por isso é uma área que se deve estimar.

O orçamento ficará a jusante dos princípios e dos objectivos gerais e específicos da política cultural.

No entender da Coligação PSD-CDS/PP, Juntos por Aveiro, a actuação no domínio cultural contempla um leque alargado de propostas, conforme está registado no Programa Eleitoral. Enunciam-se, entre outras, o incentivo à criação artística, a preservação e a promoção do património cultural, o apoio ao associativismo e aos movimentos cívicos culturais, o estímulo ao recurso às novas tecnologias de informação e comunicação no processo criativo e, ainda, a promoção da multiculturalidade.

 

Q3

A Avenida Lourenço Peixinho foi identificada como uma das unidades territoriais mais problemáticas da cidade, em particular no que concerne ao problema dos edifícios devolutos. Como avalia o problema? Que ideias tem para o resolver? Que meios pretende mobilizar?

Élio Maia

O problema foi avaliado por este Executivo Municipal e por um conjunto de cidadãos e agentes que participaram no Seminário sobre a Avenida Dr. Lourenço Peixinho e na Sessão temática realizada na Assembleia Municipal. Dessa interpretação comum resultou um documento com os 30 Princípios de Intervenção para Avenida, os que constituem as ideias indutoras para a Requalificação Urbana desta avenida emblemática. Os meios a mobilizar serão os que respondam aos princípios definidos, lembrando que a qualificação deste espaço público e a sua vocação social muito vão beneficiar com a divulgação do acervo de arte moderna, no âmbito da Avenida de Arte Contemporânea de Aveiro.

 

Q4

Os Amigosd’Avenida identificaram a qualificação e animação do espaço público como uma das dimensões de política pública local mais importante, tendo promovido, nesse âmbito, um Manifesto. Conhece o manifesto? Concorda com os seus princípios? Já o assinou? Pretende implementá-lo? Como?

Élio Maia

Sim, li-o com muito interesse e felicito o empenho cívico dos seus autores. Concordo, claramente. Desejo assiná-lo e implementá-lo com uma política transversal que, envolvendo os diferentes serviços do Município e a participação da comunidade, cumpra os princípios enunciados.

 

Q5

A necessidade de encontrar uma 'plataforma de articulação dos agentes culturais e criativos da cidade' foi uma das conclusões das actividade que ajudámos a organizar nesta ano em que a cidade comemorou 250 anos. Concorda com esta ideia? Qual o papel que a autarquia deve ter neste sentido? Que meios está disposto a mobilizar para o efeito?

Élio Maia

A ideia de promover proximidades e afinidades entre os agentes culturais e criativos da cidade é excelente, pois gera sinergias e cria potencialidades importantes no âmbito da produção e da oferta culturais. A autarquia tem de ser um parceiro empenhado dessa estrutura e deve atribuir os meios disponíveis para contribuir para se estabelecerem e cumprirem os objectivos que a plataforma estipule.

 

Q6

A Ria de Aveiro é um espaço de eleição, de elevada qualidade ambiental, elemento de ligação entre os vários municípios ribeirinhos, mas, infelizmente, um espaço desaproveitado do ponto de vista funcional, cultural e turístico. Como avalia a situação? E o que pretende fazer para inverter o problema?

Élio Maia

Avaliamo-la com optimismo, já que, actualmente, se verifica a sua inversão, por duas razões em especial. A primeira decorre da entrega da gestão dos canais urbanos da Ria à Câmara Municipal, o que permite actuar localmente na valorização da imagem da Ria no território urbano.

A segunda razão deve-se às intervenções do Polis Litoral Ria de Aveiro com incidência no nosso Concelho. Sublinhamos o reordenamento e a qualificação da frente lagunar de Aveiro, os Núcleos Piscatórios Lagunares – Cais da Ribeira de Esgueira, o reforço de Margens pela recuperação de diques e motas, a requalificação dos espaços de usufruto público da Reserva Natural de S. Jacinto, a criação da Via ciclável como forma de vivência da Ria, a criação e beneficiação de estruturas de apoio às actividades de recreio náutico e a requalificação e valorização da Pateira de Requeixo.

 

 

 

 

 

 

 



publicado por amigosdavenida às 02:20 |
editado por JCM às 15:45link do post | comentar | favorito

Q1 Amigosd'Avenida/Diário de Aveiro

É importante que os cidadãos conheçam as prioridades da autarquia para os próximos quatros anos. Nesse sentido, gostaríamos de saber: Qual é a área de actuação que elege como prioritária para o município de Aveiro? Porque razão foi escolhida? Os cidadãos e os agentes foram ouvidos na sua formulação? Se sim, como?

José Costa (Movimento AdoroAveiro, Partido Socialista)

O nosso programa tem 4 prioridades que representam projectos estruturantes que segundo a nossa lista deverão orientar o caminho para o futuro:

a.      Aveiro, Cidade das Artes, do Design, da Ciência e da Tecnologia, sectores que deverão constituir a base da competitividade da Cidade;

b.     Aveiro, Cidade que dá valor à Educação, elemento estruturante da sociedade do Conhecimento;

c.      Aveiro, Cidade da Mobilidade Sustentável, que privilegia o transporte público e os modos suaves de transporte;

d.     Aveiro, Cidade da Participação e da Cidadania.

O programa e as suas ideias-chave são o resultado de inúmeras acções de discussão e debate que decorrem nos últimos 6 meses.

 

Q2

O Orçamento Municipal dedica, no presente ano, cerca de 1, 3 milhões euros do seu investimento para a Cultura, cerca de 1,6% do total. Qual é o compromisso que assume relativamente à parte do orçamento que pretende afectar à Cultura? Porque razão? Quais as principais áreas de actuação neste domínio?

José Costa

Em geral, os orçamentos camarários portugueses são exercícios com fraca correlação com a realidade. O orçamento de Aveiro não foge à regra. Como queremos terminar com esta prática,  apenas podemos dizer que iremos valorizar fortemente a área da Cultura. Tal significa que para além do reforço das rubricas que directamente a afectam, a Cultura cruzará horizontalmente um grande número de actividades (desenvolvimento económico, educação, urbanismo) Em particular, a Cultura é um elemento do projecto estruturante Aveiro, Cidade das Artes, Design, Ciência e Tecnologia.

 

Q3

A Avenida Lourenço Peixinho foi identificada como uma das unidades territoriais mais problemáticas da cidade, em particular no que concerne ao problema dos edifícios devolutos. Como avalia o problema? Que ideias tem para o resolver? Que meios pretende mobilizar?

José Costa

O problema dos edifícios devolutos é o reflexo do declínio do papel da Avenida Dr. Lourenço Peixinho na estrutura urbana de Aveiro. Estamos preocupados com isso e propomos intervenções de reabilitação urbana directamente relacionadas com a Avenida. Contudo, importa referir que não se podem tratar os sintomas deixando a doença incólume. É necessário redefinir as funções que reponham a Avenida como eixo estruturante da Cidade:

§         Actividades culturais e comércio especializado;

§         Habitação para estratos da população que melhor podem usufruir o centro da Cidade: jovens, idosos, criativos.

§         Transportes públicos.

Este programa só poderá ser levado a cabo em parceria com as empresas e proprietários da Avenida mobilizarem meios e vontades. 

 

Q4

Os Amigosd’Avenida identificaram a qualificação e animação do espaço público como uma das dimensões de política pública local mais importante, tendo promovido, nesse âmbito, um Manifesto. Conhece o manifesto? Concorda com os seus princípios? Já o assinou? Pretende implementá-lo? Como?

José Costa

O Movimento Adoro Aveiro é um compromisso colectivo pelo que não pode responder por opções individuais. Esclarecemos contudo que muitos apoiantes do Movimento assinaram o manifesto. A animação cultural é um elemento chave do programa estruturante e do programa sectorial para a cultura.

 

Q5

A necessidade de encontrar uma 'plataforma de articulação dos agentes culturais e criativos da cidade' foi uma das conclusões das actividade que ajudámos a organizar nesta ano em que a cidade comemorou 250 anos. Concorda com esta ideia? Qual o papel que a autarquia deve ter neste sentido? Que meios está disposto a mobilizar para o efeito?

José Costa

O programa Adoro Aveiro tem proposto várias plataformas de debate e articulação de agentes associados a várias áreas de interesse para o município. Por esta razão, concordamos completamente com a vossa proposta.

 

Q6

A Ria de Aveiro é um espaço de eleição, de elevada qualidade ambiental, elemento de ligação entre os vários municípios ribeirinhos, mas, infelizmente, um espaço desaproveitado do ponto de vista funcional, cultural e turístico. Como avalia a situação? E o que pretende fazer para inverter o problema?

José Costa

Fazer de Aveiro a Cidade da RIA é um dos nossos compromissos, para tal iremos apoiar vários projectos constantes no Polis Ria e UnirRia, bem como iremos promover a associação entre a Ria de Aveiro e o desenvolvimento e oferta turística.

 

 

 

 

 



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Q1. Amigosd’Avenida e Diário de Aveiro

É importante que os cidadãos conheçam as prioridades da autarquia para os próximos quatros anos. Nesse sentido, gostaríamos de saber: Qual é a área de actuação que elege como prioritária para o município de Aveiro? Porque razão foi escolhida? Os cidadãos e os agentes foram ouvidos na sua formulação? Se sim, como?

Catarina Gomes (Bloco de Esquerda)

Para o Bloco de Esquerda, a prioridade é a defesa dos serviços públicos. A posse e a gestão pública de serviços que respondam às necessidades básicas da população (como saúde, educação, transportes públicos, abastecimento de água e saneamento), são condição essencial de equidade e inclusão social. O que a experiência tem demostrado é que a submissão do bem comum à lógica do lucro tem prejudicado não só a equidade no acesso aos serviços essenciais, como também tem afectado negativamente a qualidade de vida das populações. Demonstra também como tem sido cada vez mais difícil ao cidadão exercer o seu direito de controlo e participação na definição de políticas públicas. As respostas do BE são claras: a defesa de serviços públicos universais e gratuitos; a extinção de todas as empresas municipais, com a municipalização dos seus serviços de interesse colectivo; a avaliação constante, rigorosa e caso a caso, dos modelos de contratualização de serviços externos e das parcerias público-privadas, agindo-se sempre em conformidade com os critérios de pertinência para o bem público e de racionalidade económica e social e a responsabilização efectiva dos detentores de cargos públicos;

 

2) O Orçamento Municipal dedica, no presente ano, cerca de 1, 3 milhões euros do seu investimento para a Cultura, cerca de 1,6% do total. Qual é o compromisso que assume relativamente à parte do orçamento que pretende afectar à Cultura? Porque razão? Quais as principais áreas de actuação neste domínio?

Catarina Gomes

É assumido o compromisso do Bloco de Esquerda para com a cultura – sector este que encaramos de um modo transversal a várias esferas da vida da comunidade (como as escolas, o espaço público e o ambiente por exemplo). Consideramos ainda que, ao invés de uma visão conservadora sobre a cultura, temos que investir na troca cultural e em valores de diálogo e multiculturalismo para que Aveiro se afirme como cidade inclusiva, onde todos têm participação na vida social do concelho, criativa e cosmopolita. A questão da quantificação, sendo uma questão técnica e tendo que ter uma resposta responsável, será definida a partir do momento em que a representação do Bloco nos órgãos da CMA seja assumida.

 

3) A Avenida Lourenço Peixinho foi identificada como uma das unidades territoriais mais problemáticas da cidade, em particular no que concerne ao problema dos edifícios devolutos. Como avalia o problema? Que ideias tem para o resolver? Que meios pretende mobilizar?

Catarina Gomes

O problema é bastante sério e tem várias consequências. Elas vão desde o agravar a desertificação habitacional do centro da cidade até ao o tornar mais susceptível à apropriação por parte de agentes privados numa lógica especulativa que impede que a avenida seja concebida como o espaço público por excelência de Aveiro. O Bloco de Esquerda propõe, no âmbito da sua política social de habitação, apoiar a reabilitação do património edificado de Aveiro, tornando-o acessível aos seus munícipes. Nesta dimensão, o desafio consiste em assegurar o direito de cada cidadão à habitação, através de uma política social de habitação, combatendo a especulação imobiliária e promovendo a função social da habitação. Isto significa dar prioridade à reabilitação do património edificado e limitar novas construções em função das reabilitadas, através de um fundo para reabilitação urbana e respectivo arrendamento a custos controlados, dando a oportunidade aos proprietários de recuperar os seus imóveis e de os devolver à sua função social; criar um fundo de arrendamento a custo controlado com as casas desabitadas do concelho, excluíndo casas de imigrantes e segundas casas de férias. Outras problemáticas que não devem ser negligenciadas prendem-se com as dificuldades que os cidadãos com mobilidade reduzida enfrentam no usufruto deste espaço, assim como a falta de uma vivência do espaço público, que induza o desenvolvimento social e económico – sobretudo ao nível do comércio tradicional -, e que poderia ser colmatada com uma política de dinamização cultural.

 

4) Os Amigosd’Avenida identificaram a qualificação e animação do espaço público como uma das dimensões de política pública local mais importante, tendo promovido, nesse âmbito, um Manifesto. Conhece o manifesto? Concorda com os seus princípios? Já o assinou? Pretende implementá-lo? Como?

Catarina Gomes

Conheço e concordo em pleno com o manifesto. Aliás, parte importante das propostas do Bloco no âmbito da cultura, da criação de espaços públicos vivos que sirvam a apropriação da cidade pelos cidadãos, que sirvam a mobilização colectiva e o potenciar a vivência criativa e inclusiva do espaço urbano, coincidem com as propostas dos Amigos d’Avenida. O Bloco de Esquerda defende que qualquer política pública deve assentar no envolvimento dos cidadãos e na defesa do interesse colectivo. No que se refere à dinamização cultural e à valorização do espaço público, tais objectivos não podem ser prosseguidos sem o contributo das forças sociais. Nesse sentido, uma das prioridades do Bloco é promover e facilitar o real acompanhamento, divulgação e participação pública na elaboração e implementação dos instrumentos legais de ordenamento do território. Pessoalmente não assinei o manifesto, considerando que se trata de um movimento da sociedade civil que não deve ser partidarizado, mas diversos elementos do nosso projecto já assinaram

 

5) A necessidade de encontrar uma 'plataforma de articulação dos agentes culturais e criativos da cidade' foi uma das conclusões das actividade que ajudámos a organizar nesta ano em que a cidade comemorou 250 anos. Concorda com esta ideia? Qual o papel que a autarquia deve ter neste sentido? Que meios está disposto a mobilizar para o efeito?

Catarina Gomes

A cooperação entre os diversos agentes culturais, com os seus diferentes contributos, só pode beneficiar e valorizar Aveiro. A autarquia não se deve isentar desta tarefa; deve aqui assumir um papel de pivôt e facilitador. E isto por vários motivos: para a optimização dos recursos disponíveis, para a dinamização de projectos passíveis de financiamento pelo QREN, assim como para potenciar uma lógica de internacionalização. Este tipo de abordagem implica na nossa óptica: uma acção concertada de diversos pelouros, a comunicação horizontal e vertical entre departamentos culturais e turísticos das autarquias; a justa avaliação e ajustamento sistemático dos projectos; a formação de equipas de gestão com obrigatoriedade da presença de artistas e/ou personalidades com competência técnica, etc. O Bloco considera ainda que alguns projectos (como, por exemplo, a Bienal Internacional de Cerâmica, a Bienal de Arte, o Sons em Trânsito, o Vozes Femininas) perderam qualidade ou foram descontinuados. É necessário recuperar projectos de elevado potencial artístico - que enriqueçam a «marca» cidade. Para além disso, o Bloco pretende alargar a experiência cultural, afirmando Aveiro como um espaço de multicultaridade contemporâneo e cosmopolita que potencia a integração social e a troca cultural. A cultura deve ser entendida como motor essencial do desenvolvimento global das comunidades. Uma politica para a cultura tem que investir na educação, no associativismo de indole recreativo e cultural, no património, mas também na criação artística profissional. É precisamente a promoção da criação artística e re-criação cultural que posicionara a cidade ao nivel das chamadas políticas culturais de «3ª geração».

 

6) A Ria de Aveiro é um espaço de eleição, de elevada qualidade ambiental, elemento de ligação entre os vários municípios ribeirinhos, mas, infelizmente, um espaço desaproveitado do ponto de vista funcional, cultural e turístico. Como avalia a situação? E o que pretende fazer para inverter o problema?

Catarina Gomes

Esta é uma problemática multidimensional e que exige duas abordagens: uma que seja interdisciplinar, isto é, que conjuga o planeamento do território com as preocupações ambientais, com o desenvolvimento social e cultural, e outra abordagem inter-municipal, em que a colaboração entre os municípios não esteja aprisionada em políticas de capela framentadas, atomizadas e descoincidentes. Vejamos. A costa aveirense tem recuado significativamente desde 1958. Entre1958 até 2002, na zona entre o Furadouro e a Praia de Mira, registou-se nalguns pontos recuos de 230 metros, o que corresponde a um recuo médio da linha de costa de seis metros por ano. A isto adiciona-se uma série de graves problemas ambientais que não conhecem fronteiras muncipais: o aumento da amplitude das marés devido à extracção de grandes massas de areias e lodo, permitindo a entrada na laguna de um maior volume de água do mar; a poluição química derivada da indústria pesada na periferia da Ria, a disseminação de óleos de drenagem e os impactos das infraestruturas portuárias e as óbvias pressões turísticas na Barra, Costa Nova, S. Jacinto e Vagueira que se fazem sentir no cordão dunar e agrícola.

Este cenário é agravado por um enquadramento legal extraordinariamente complexo que se torna inoperante. De facto, a simples definição de áreas ecologicamente sensíveis não garante a sustentabilidade ambiental. Esta complexidade é observada a dois níveis: por um lado, a quantidade quase inumerável de actores com tutela, jurisdição, responsabilidades e interesses no espaço na ria – cuja coordenação é fraca ou inexistente dado antagonismo de interesses. Para além disso, acresce a multiplicidade de figuras de ordenamento que nem sempre são coerentes entre si e que raramente são aplicadas no terreno (Planos de Ordenamento das Orlas Costeiras (POOCS); Planos Regionais de Ordenamento do Território (PROT); Plano Intermunicipal de Ordenamento (PIOR))

Grande parte desta situação é derivada e consequência de dois factores: a fragilidade da coordenação e dos critérios ambientais torna o território mais susceptível a pressões urbanísticas e à especulação imobiliária, tornando o ecossistema da ria num objecto de exploração rentista. Por outro lado, há a destacar a fraca intermunicipalidade e a política de capela: Outra dimensão que está ausente é a participação cidadã. O planeamento engloba não apenas uma dimensão técnica, mas também uma dimensão social e política, já que interfere com espaços humanos e com as aspirações das comunidades locais. Tal passa pela promoção de debates alargados sobre desenvolvimento sustentável, pela criação de consensos e pela integração da ideia de desenvolvimento sustentável na tomada de decisão de rotina dos processos de planeamento. As propostas do Bloco de Esquerda incluem: a dinamização da navegabilidade na Ria de Aveiro, baseada numa avaliação das ofertas turísticas actuais e a valorização das tradições locais e dos seus processos de reinvenção cultural, na medida em que estas detêm uma importante dimensão identitária, festiva e socializadora, constituindo uma espécie de denominador comum sobre a qual a generalidade das políticas locais se alicerça.

 



publicado por amigosdavenida às 01:35 |
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Q1 Amigosd'Avenida/Diário de Aveiro

É importante que os cidadãos conheçam as prioridades da autarquia para os próximos quatros anos. Nesse sentido, gostaríamos de saber: Qual é a área de actuação que elege como prioritária para o município de Aveiro? Porque razão foi escolhida? Os cidadãos e os agentes foram ouvidos na sua formulação? Se sim, como?

António Moreira

A CDU não elege apenas uma área de actuação para os próximos 4 anos;  elege uma gestão integrada e inter sectorial dos vários serviços camarários, no sentido de optimizar a respostas aos diversos problemas deste concelho.

Teremos de responder eficazmente ao problema financeiro, renegociando o empréstimo com a CGD, transformando-o em empréstimo de médio/longo prazo  com taxa de juro minorada. Ao  mesmo tempo enfrentaremos a reestruturação dos Serviços camarários, na sua componente interna e externa: reorganização dos serviços, sem redução de pessoal, utilizando-o na perspectiva de redução de despesas que existiriam com a utilização de serviços externos.

A vertente estratégica aos vários níveis de actuação da autarquia, não pode ficar condicionada à questão financeira. Compete à autarquia dinamizar e fomentar a interacção  dos diversos actores do concelho para uma melhoria significativa da oferta, da sua qualidade e diversificação.

 

Q2

O Orçamento Municipal dedica, no presente ano, cerca de 1, 3 milhões euros do seu investimento para a Cultura, cerca de 1,6% do total. Qual é o compromisso que assume relativamente à parte do orçamento que pretende afectar à Cultura? Porque razão? Quais as principais áreas de actuação neste domínio?

António Moreira

A CDU entende que a autarquia, deve ir muito mais além que um agente divulgador de cultura.

Deve ser uma agente dinamizador na exposição e produção de cultura e educação cultural, nas suas diversas áreas de expressão.

Devemos trabalhar em conjunto com as mais diversas instituições e associações culturais do concelho e dos concelhos próximos, no sentido de  articular programas contínuos de oferta cultural,coordenação de ocupação de espaço para a produção artística e divulgação eficaz da oferta cultural mobilizando os públicos mais diversificados.

Temos que saber preservar as nossas raízes culturais e fazer chegar às pessoas essa mesma identidade.

A perspectiva acima enunciada tem que se fundamentar numa análise e levantamento do trabalho a fazer, para se justificar a verba a disponibilizar. No entanto1,6% do total do orçamento é demasiado escasso para esta área. Mesmo tendo em conta a necessidade de interacção com outros sectores de acção autárquica, como por exemplo a disponibilidade de transportes coordenados com as acções culturais.

 

Q3

A Avenida Lourenço Peixinho foi identificada como uma das unidades territoriais mais problemáticas da cidade, em particular no que concerne ao problema dos edifícios devolutos. Como avalia o problema? Que ideias tem para o resolver? Que meios pretende mobilizar?

António Moreira

A Avenida Lourenço Peixinho tem que merecer uma atenção e um estudo muito cuidado. Trata-se – ou dever-se-ia tratar - do nosso principal eixo de desenvolvimento da cidade de Aveiro. Foi ao longo dos anos desvirtuado na sua função:  de  artéria de interacção social, passou para local de serviços, sendo  agora espaço/canal de circulação viária.

Na resolução das  questões da reabilitação urbana, importantíssimas nesta unidade territorial, temos que resolver os problemas de falta de identidade, o problema do comércio e a desertificação do parque habitacional.

Trata-se de um conjunto de problemas complexos que requerem uma análise cuidada por parte  dos diversos agentes, sem esquecer a audição e participação da população.

Temos que ter uma acção concertada na reabilitação urbana, na criação de novas sinergias de inter-acção social dos espaços públicos existentes, na definição de regras para o problema do trânsito.

A Avenida com os seus diversos elementos que a compõem, é um factor de diferenciação e de vantagens múltiplas que carece de medidas concretas, não casuístas, e integradas numa vertente estratégica.

 

Q4

Os Amigosd’Avenida identificaram a qualificação e animação do espaço público como uma das dimensões de política pública local mais importante, tendo promovido, nesse âmbito, um Manifesto. Conhece o manifesto? Concorda com os seus princípios? Já o assinou? Pretende implementá-lo? Como?

António Moreira

Sim conheço o manifesto dos Amigos d'Avenida e a CDU identifica-se com os pressupostos do mesmo, no sentido em que defendemos o espaço público  como o principal meio de interacção social, potenciador de sinergias e ambiência urbana. Devemos valorizar e fomentar na nossa sociedade actual, novamente, o usufruto de parques urbanos, jardins, praças, ruas, canais da ria e, para tal, temos que voltar a trazer vida para os mesmos, com um conjunto de iniciativas culturais, desportivas e de lazer. Queremos uma autarquia criadora de processos de inovação nesta área. Entende-se inovação a utilização de meios que coloquem agentes culturais, desportivos, empresas e autarquia a interagir.

 

Q5

A necessidade de encontrar uma 'plataforma de articulação dos agentes culturais e criativos da cidade' foi uma das conclusões das actividade que ajudámos a organizar nesta ano em que a cidade comemorou 250 anos. Concorda com esta ideia? Qual o papel que a autarquia deve ter neste sentido? Que meios está disposto a mobilizar para o efeito?

António Moreira

A criação de uma Net work  entre a autarquia, agentes culturais, desportivos e empresas que pretendam colaborar na dinamização desta ideia: Aveiro cidade Viva, Aveiro cidade para ser Vivida. Esta rede servirá para troca de ideias, experiências e coordenará acções a serem levadas a cabo por forma a que tenhamos uma oferta cultural continua e sistémica, disponibilizando cultura ou promovendo a criação da mesma em work shops ao ar livre, em parceiras com escolas, centro de dia, IPSS, etc. 

 

Q6

A Ria de Aveiro é um espaço de eleição, de elevada qualidade ambiental, elemento de ligação entre os vários municípios ribeirinhos, mas, infelizmente, um espaço desaproveitado do ponto de vista funcional, cultural e turístico. Como avalia a situação? E o que pretende fazer para inverter o problema?

António Moreira

A Ria de Aveiro e todas as suas potencialidades tem sido mal exploradas. Embora sejamos um concelho com uma grande área constituída pela laguna de Aveiro e no entanto fomos incapazes de virar a cidade para a Ria. Não conseguimos coordenar esforços inter municipais para a gestão deste ecossistema, nem conseguimos em termos locais tirar as mais valias que podemos tirar.

É preciso reabilitar as actividades tradicionais, de grande utilidade na preservação do equilíbrio da laguna, bem como recorrer à investigação cientifica apurando quais as actividades que constituem alternativa real ao sal, atendendo ao binómio desenvolvimento-ambiente.

Outro aspecto é a reabilitação da frente ribeirinha na sua vertente urbana, cultural e desportiva  fundamental para que se ganhe novamente vida na Ria de Aveiro.

 



publicado por amigosdavenida às 01:00 | link do post | comentar | favorito

Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
CitySourced is a real time mobile civic engagement tool. CitySourced provides a free, simple, and intuitive tool empowering citizens to identify civil issues (potholes, graffiti, trash, snow removal, etc.) and report them to city hall for quick resolution; an opportunity for government to use technology to save money and improve accountability to those they govern; and a positive, collaborative platform for real action. Our platform is called CitySourced, as it empowers everyday citizens to use their smart phones to make their cities a better place. CitySourced is powered by FreedomSpeaks, the leader in interactive civic engagement.

http://www.citysourced.com/Home.aspx
(enviado por Juan Freire)


publicado por amigosdavenida às 22:54 | link do post | comentar | favorito

Apresenta%E7%E3o F.jpg

IX Festival de Teatro - Veneza de Portugal que se irá realizar de 10 Outubro até ao dia 07 de Dezembro 2009 (de 15 em 15 dias), organizado pelo Grupo Semente (Eixo)


publicado por amigosdavenida às 16:32 | link do post | comentar | favorito

Rádio Terranova

debate entre candidatos à Assembleia Municipal de Aveiro, hoje (7Out.) às 19h00

debate entre candidatos à Câmara Municipal de Aveiro, sexta (9Out.) pelas 15h30


Rádio AveiroFM

debate entre candidatos à Câmara Municipal de Aveiro, quinta (8Out.) pelas 18 horas



publicado por amigosdavenida às 09:19 | link do post | comentar | favorito

Terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Meus caros
No seguimento do envio dos links dos diferentes programas autárquicos (ver nota de rodapé) convido-vos a enviar pequenos textos de opinião sobre os programas, salientando os principais aspectos positivos e negativos e identificando as propostas que, na vossa opinião, melhor respondem aos desafios que se colocam a Aveiro.
Os diversos contributos serão publicados no blogue dos Amigosd'Avenida.
Um abraço
José Carlos Mota
 
Links dos programas das diferentes candidaturas à Câmara Municipal de Aveiro:
Juntos por Aveiro (PSD e CSD/PP) - Programa 
Adoro Aveiro (PS) - Programa
CDU - Programa
Bloco de Esquerda - Programa
 


publicado por amigosdavenida às 22:48 |
editado por JCM às 22:53link do post | comentar | favorito

Embora o MEP Aveiro tenha apenas candidatura à Assembleia Municipal, e não ao órgão executivo, julgo dever dar um contributo:

1. Mais do que para os fins para os quais foi criado, deveria servir outros fins, por forma a tornar-se rentável. O mal foi pensá-lo apenas para o futebol profissional. Devia ser possível encontrar múltiplas valências para aquele espaço, que o tornasse atractivo e também ponto de passagem para além da prática desportiva e assistência a jogos de futebol. Esta estratégia teria de ser concertada com várias instituições, desportivas e outras, procurando dinamizá-lo. Só o "campo de futebol" não gerará interesse suficiente. Mas acoplando outras valências e iniciativas, nomeadamente culturais, já poderá eventualmente tornar-se rentável, e servir também melhor o futebol, desde que o Beira-Mar também faça alguma coisa para atrair pessoas.
2. A primeira coisa a fazer é identificar, com rigor, as valências existentes, as vontades em participar numa gestão colaborativa global das disponibilidades, assim como identificar as necessidades de requalificação e as zonas de carência, quer em termos das diversas modalidades, quer em termos geográficos. Procurar igualmente uma gestão multi e inter municipal, partilhando, na medida do possível, recursos de proximidade. Depois é fazer disso uma promoção nacional e internacional. As instituições aderentes poderiam ter apoios feitos através de créditos pelas horas de utilização, nº de praticantes, etc. o modelo deveria ser desenvolvido por todos os parceiros desta estratégia e desenvolvimento do desporto em Aveiro.
Os munícipes que não estejam integrados em clubes ou associações poderiam ter um cartão de munícipe que lhes desse acesso às infraestruturas, responsabilizando-os pelo uso. E devia ter um custo, ainda que controlado. Isto deveria ser bem publicitado. As escolas deviam posicionar-se, como algumas já fazem, para ganhar dinheiro com esta medida.
3. Sim, a Câmara deve apoiar os clubes na sua importante função social, pelo que devem ser definidos critérios de equidade no tratamento das instituições, que tenham em conta sobretudo o n.º de participantes. O desporto de competição, para menos pessoas, deve ter outro tratamento, mais tendente a apoiar objectivos específicos, contratualizados (por exemplo: conquistar tantas medalhas no remo, tantos recordes regionais, tantos nacionais, etc.). Se os objectivos falharem, deve repensar-se o apoio. Em todos os casos, mesmo no "desporto para todos" deve ser feita uma avaliação periódica e ajustados os apoios e corrigidas as falhas.
4. Respondido nas anteriores.
5. Sim, claramente. O desporto é fonte de riqueza, além de bem-estar. provas que tragam muitos visitantes devem ser enquadradas numa estratégia de promoção de Aveiro no país e no mundo. deve fazer-se um levantamento de provas a organizar ou co-organizar, ou simplesmente apoiar, fazendo uma selecção, em vez de ir a todas. Deve apostar-se naquelas em que temos condições para nos especializarmos e termos uma marca distintiva, como sejam os desportos náuticos, o atletismo (pista na UA), mas também a promoção das caminhadas com guia para observação do magnífico ecossistema da ria, o cicloturismo, o desporto dito de aventura. A definição de percursos, como por exemplo, a rota dos azulejos, a rota dos museus ou património edificado, a rota das aves, a rota do salgado, a rota dos sapais, ou outros, mesmo mistos, sem esquecer o gastronómico, ajudaria a promover a região para turistas mais activos.

 

Ângelo Ferreira

http://mepaveiro.blogspot.com/



publicado por JCM às 18:34 |
editado por amigosdavenida em 07/10/2009 às 16:21link do post | comentar | favorito

(ainda a propósito do debate sobre Políticas Culturais da semana passada)

Um debate sobre políticas culturais não deve ser uma 'competição' entre quem promete mais cultura, mas entre quem valoriza a cultura como uma dimensão estratégica da cidade, quem está disposto a envolver mais meios humanos e financeiros (mais Estado) e a mobilizar os agentes e a comunidade para a sua implementação.

A proposta da 'cidade das artes e do design' do movimento AdoroAveiro é a aquela que, na minha opinião, melhor responde a esse desígnio.

Jose Carlos Mota
 

 
 



publicado por JCM às 17:09 | link do post | comentar | favorito

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Ainda a propósito da "Festa dos Amigos", a notícia a que "O Ilhavense", dedicou uma página inteira do jornal. Realçe para a forte critica feita por Senos da Fonseca na sessão de apresentação do livro, a propósito das políticas culturais, que prezam pelo esquecimento de grandes vultos da nossa cultura.
A evocação aos 200 Anos da Costa-Nova-do-Prado terminou! Foi composta pela realização de um documentário em vídeo, uma exposição de fotografia e um livro. Tudo feito por apenas 2 pessoas com a indiferença de quem deveria ter de facto feito da data um acontecimento marcante na vida cultural de uma região!
Até daqui a 100 anos para as comemorações dos 300!...
Um abraço
Rui Bela


publicado por amigosdavenida às 11:06 | link do post | comentar | favorito

No seguimento do desafio lançado pelo Joaquim Pavão (a propósito das temáticas que os Amigosd'Avenida lançaram às candidaturas), deixo algumas (outras) perguntas que, na minha opinião, devem ser colocadas aos partidos que concorrem à CM.

1. Aveiro dispõe de um estádio municipal para a prática de futebol. Aveiro tem uma equipa de futebol profissional, o Beira-Mar.
De que forma deve ser gerido este património municipal, de modo a que sirva os fins para que foi construído? 
2. Em Aveiro, a maioria das instalações desportivas são pertença dos clubes. Outras estão integradas em escolas. Muito poucas pertencem à CM ou a JF.
De que forma deverá a CM intervir de modo a:
• rentabilizar a ocupação desses espaços, proporcionando a prática desportiva aos munícipes, quer estejam ou não integrados em clubes ou associações;
• que Aveiro seja reconhecida como um exemplo na qualidade e diversidade das suas instalações desportivas;
• completar ou ajudar a completar o parque desportivo instalado no concelho para que seja possível a prática do maior número possível de modalidades desportivas e que os clubes não sejam obrigado a sair do concelho para poder manter a sua actividade.
Apoio a clubes (desporto não profissional)
3. Sabendo-se que grande parte das despesas que os clubes têm de fazer para proporcionar à comunidade a possibilidade de praticar desporto são relacionadas com a utilização e manutenção de instalações e despesas de deslocação dos seus atletas, deve a CM apoiá-los neste aspecto? De que forma?
4. Os contratos-programa com os clubes devem levar em linha de conta apenas a quantidade de praticantes ou também o mérito traduzido através de resultados?
Eventos realizados no concelho
5. Aveiro tem sido palco, nos últimos anos, de alguns eventos desportivos de âmbito nacional e internacional (Euro e Euro Sub21 de futebol, Campeonatos Nacionais de andebol, basquetebol , triatlo e natação, Volta a Portugal em Bicicleta).
Tendo em conta os milhares de pessoas que visitam Aveiro por ocasião destas provas, deve o desporto e nomeadamente o desporto praticado em espaço público, ser considerado como prioritário na promoção turística do concelho?
Jorge Greno

....

O que as candidaturas têm a dizer sobre isto?

JP/JCM

 



publicado por amigosdavenida às 09:34 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 4 de Outubro de 2009
Há soluções para o comércio tradicional de Aveiro, que se bate com a forte concorrência dos hipermercados e do centro comercial Forum Aveiro

http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=7095
A Câmara de Aveiro decidiu suspender a construção de um parque subterrâneo
de estacionamento automóvel sob a Avenida Lourenço Peixinho, disse Élio Maia, actual presidente da Câmara, candidato ao segundo mandato pela coligação PSD/CDS-PP, durante um debate realizado anteontem à noite, promovido pela Associação Comercial de Aveiro (ACA) e Diário de Aveiro. Segundo o autarca, o plano de requalificação da Avenida será retomado dependendo dos "30 princípios" orientadores da intervenção e do projecto final de requalificação. A Câmara teve em conta o facto do plano ter "suscitado reservas" entre os comerciantes, pelo tempo de construção, a possibilidade de haver paragens e o receio que aconteça o que se verificou aquando da requalificação da Praça Marques de Pombal, que provocou " prejuízos fortíssimos".
Este foi um dos temas do debate, aberto ao público, que contou com a participação dos candidatos do PS, José Costa, do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Gomes, e da CDU, António Moreira.
(Ler notícia completa na edição em papel)

João Peixinho


publicado por amigosdavenida às 13:09 | link do post | comentar | favorito

Sábado, 3 de Outubro de 2009
Festival dá uma rua aos portuenses
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1021454.html


publicado por amigosdavenida às 21:50 | link do post | comentar | favorito

notJN3102009_desertas.jpg

Para efeitos de arquivo e de divulgação, deixo-vos em anexo, mais uma notícia saída hoje 3 de Outubro no JN, ainda a propósito do 19 de Setembro e as Festas dos Amigos...
A propósito do canal do «Desertas»...
Abraço
Rui Bela rbela@ondavideo.com

...
A notícia não refere os responsáveis pelo evento da Costa Nova e a quem devem ser dados os créditos e os méritos pela notável iniciativa - Rui Bela e Senos da Fonseca!
Um abraço aos dois.
JCM


publicado por amigosdavenida às 20:11 | link do post | comentar | favorito

Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Aqui vão os links dos programas das candidaturas autárquicas à Câmara Municipal de Aveiro:


Juntos por Aveiro (PSD e CSD/PP) - Programa 

Adoro Aveiro (PS) - Programa

PCP - Programa

Bloco de Esquerda - Programa



publicado por amigosdavenida às 17:54 |
editado por JCM às 17:55link do post | comentar | favorito

A Associação Comercial de Aveiro vai promover, hoje às 21h, no Auditório da ACA, um debate com os candidatos à Presidência da CM Aveiro.
Não faltem!


publicado por amigosdavenida às 15:00 | link do post | comentar | favorito

image001.jpg

Casa Municipal da Juventude de Aveiro

Site: www.cm-aveiro.pt (Área de Actuação Juventude)

Weblog: http://cmjuvaveiro.blogspot.com


publicado por amigosdavenida às 10:29 | link do post | comentar | favorito

Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Imagem da Escu.jpg

Imagem da Escu-1.jpg

A VerArte contemporânea e a Câmara Municipal de Aveiro têm o prazer de convidar V.Exas para a inauguração da Exposição de Escultura Urbana INVITRO da autoria de Luís Queimadela, a ter lugar no próximo dia 02 de Outubro, sexta-feira, pelas 18.00horas, na Praça da República.
De seguida com a presença do Escultor, será feito um périplo por vários espaços públicos da cidade de Aveiro, onde outras obras de arte se encontram expostas.


publicado por amigosdavenida às 17:37 | link do post | comentar | favorito

Divulgação
'Este trabalho surge no âmbito do Mestrado em Comunicação Multimédia da Universidade de Aveiro e parte do interesse em compreender o potencial e o contributo de uma plataforma participativa online, para a salvaguarda do património cultural imaterial dos locais, das memórias e histórias a ele associadas.
O presente trabalho dedica-se especificamente à "apanha do moliço", uma actividade característica da Ria de Aveiro que já não se pratica, mas cujos métodos, os meios, e tudo o que lhe está associado, podem ainda ser recriados e se encontram ainda na memória de alguns antigos Moliceiros.
Paralelamente à "adopção" desta plataforma, foi desenvolvido algum trabalho de campo, nomeadamente: captura audiovisual, captura fotográfica e análise de bibliografia dedicada à apanha do moliço e ao barco moliceiro.
A recolha dos conteúdos audiovisuais e fotográficos não ultrapassa os limites geográficos de Pardilhó (a Norte) e da Murtosa (a Sul).
As imagens mais antigas, presentes nos vídeos, foram gentilmente cedidas pela Imagoteca do Museu da cidade de Aveiro.
O "arranque" da presente plataforma foi feito com a disponibilização dos conteúdos atrás referidos, sendo que, devido aos recursos temporais e logísticos disponíveis, não foi possível conseguir a abrangência inicialmente desejada na recolha dos conteúdos.
Pretende-se que esta rede social, dedicada à faina da apanha do moliço, se desenvolva e evolua com o apoio de todos os que têm algo a partilhar relativo a esta realidade e que por ela se interessam ou sentem algum grau de envolvimento.
Aceda e Participe !
CONTRIBUA, SUGIRA, CRITIQUE !
O seu contributo é essencial!
Lina Letra'.
http://apanhadomolico.ning.com


publicado por amigosdavenida às 00:20 | link do post | comentar | favorito

http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=7080 

O debate público sobre a política cultural da Câmara de Aveiro apontou para várias falhas. Os candidatos apresentaram propostas e o público quer mais oferta e apoios

O debate sobre “As políticas culturais: que futuro para Aveiro?”, que se realizou anteontem à noite, no PerFormas, promovido pelo Diário de Aveiro e por aquele Estúdio de Artes Performativas Contemporâneas, com os candidatos do PS, PSD/CDS-PP, Bloco de Esquerda (BE) e CDU à Câmara de Aveiro, detectou falhas no apoio a agentes culturais, projectos artísticos em risco, falta de segurança na exposição de obras, atractividade, relação com instituições e fuga de artistas. 
O acesso à cultura pode depender dos transportes. António Moreira, da CDU, disse que quem se deslocasse de autocarro para o debate, já não poderia estar a assistir àquela hora. Maria da Luz Nolasco, número dois da lista do PSD/CDS-PP, disse que não é possível o acesso do público escolar a espectáculos dado o “problema das escolas não terem viaturas”. 
O público pediu medidas concretas, mais oferta, alertou para alternativas fora de Aveiro, apoios e espaços para as associações. Jackas, que viu o Arlequim ficar sem instalações, sugeriu aos candidatos que “calcem os sapatos da cultura e vejam onde dói”. 
(Ler notícia completa na edição em papel) 

João Peixinho



publicado por amigosdavenida às 00:13 | link do post | comentar | favorito

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