Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

 

in Público

07.12.2008, Inês Boaventura

"Estamos no mapa e não vamos sair", diz o presidente da associação empresarial, que garante que esta zona de Lisboa se tornou apetecível para as empresas de design e arquitectura

"Criar um laboratório dedicado à produção e mostra de design, promover a recuperação do Jardim Nuno Álvares e disponibilizar Internet sem fios nas ruas e esplanadas são alguns dos projectos da Associação Empresarial do Bairro de Santos. Após três anos de actividade, a associação orgulha-se de ter colocado a zona no mapa como "cluster do design", mas lamenta a falta de apoios públicos.
"Estamos cá, estamos vivos e tem valido a pena", afirmou o presidente da associação responsável pela criação do Santos Design District, acrescentando logo depois ter perdido "completamente a esperança" em entidades como o Turismo de Lisboa e a câmara municipal. "Somos muito bem recebidos, acham o projecto maravilhoso, mas o resultado é zero", constata com tristeza Gustavo Brito.
Como exemplo, o proprietário da loja Paris:Sete conta que a associação apresentou à Câmara de Lisboa um projecto, desenvolvido por um arquitecto paisagista, para a requalificação do jardim do Largo de Santos, tendo ainda arranjado um patrocinador disposto a suportar a obra e a manutenção do espaço. A proposta, lamenta Gustavo Brito, ficou sem resposta, tal como uma outra que implicava a instalação de uma antena num edifício camarário para disponibilizar Internet sem fios na zona. 
"É ingrato, mas este projecto é de tal maneira a longo prazo que se não for com esta vereação há-de vir outra", diz, sublinhando que a associação a que preside não pede "nem um tostão" à autarquia, mas apenas autorização e condições para avançar com estas e outras propostas. 
Apesar da falta de apoios públicos, Gustavo Brito não hesita em afirmar que a iniciativa que arrancou há três anos já produziu resultados concretos, nomeadamente atraindo novos clientes e empresários a Santos. "Estamos no mapa e não vamos sair", diz o dirigente associativo, acrescentando que "hoje em dia quem pensa instalar uma empresa ligada ao design ou à arquitectura equaciona sempre esta zona". 
Prova disso é a abertura no Largo de Vitorino Damásio, há cerca de um ano, da marca de mobiliário de exterior Gandia Blasco. Madalena Leite Castro, uma das responsáveis da loja, explica que a escolha desta localização foi motivada pela concentração em Santos de negócios da mesma área, possibilitando a realização de "acções conjuntas" e a criação de "sinergias"". 



publicado por JCM às 18:53 | link do post | comentar | favorito

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