A propósito da discussão pública sobre as proposta do Plano Estratégico do Concelho de Aveiro, que hoje se inicia, e da recente apresentação do documento produzido pelo Ministério da Cultura sobre potencial do ‘sector cultural e criativo’ em Portugal, vale a pena aprofundar o debate sobre o papel que o sector cultural e criativo pode ter na cidade e no concelho de Aveiro. Da leitura que foi possível produzir sobre as propostas do PECA, percebe-se a aposta que o documento faz em medidas que visem tirar partido destes sectores e do seu potencial de estruturação e qualificação do tecido urbano: P2. PROGRAMA DE REVITALIZAÇÃO DO CENTRO DA CIDADE DE AVEIRO; P8. AVEIRO INNOVATION HUB: PROGRAMA INTEGRADO DE DINAMIZAÇÃO ECONÓMICA DA CIDADE; P.10 PLATAFORMA DE INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E CONHECIMENTO DE AVEIRO; P.7 PROGRAMA DE GESTÃO CULTURAL Importa, assim, aprofundar o debate sobre os seguintes aspectos: i) Como organizar uma adequada e cuidada 'territorialização' das propostas? ii) Quais os modelos organizativos adequados para dar suporte à implementação destas ideias? iii) Como envolver os agentes e a comunidade no processo de 'amadurecimento' das propostas e na sua implementação? iv) Que experiências de referência existem sobre esta matéria (que meios para aprofundar a investigação já produzida)? v) Que meios financeiros deverão ser disponibilizados pelo Orçamento Municipal e QREN (aprofundando as pistas que o PECA deixa)? vi) Que parcerias deve criar com outras organizações e instituições que estão a trabalhar sobre este tema (por ex: a ADDICT)? Saúda-se a oportunidade criada pela autarquia, saibamos todos aproveitá-la! JCM
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