
Seminários
Auditório do Museu da Cidade | 2 e 4 de Agosto 2011
02 de Agosto 2011 | Comercialização, Qualificação, Inovação e Criatividade
Local: Auditório do Museu da Cidade de Aveiro
Hora: 14h | Entrada Livre
Temas e Oradores:
Moderadora: Dr.ª Maria da Luz Nolasco, Vereadora do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Aveiro;
Qualificação - Dr. Luís Rocha, Presidente do CEARTE - Centro de Formação Profissional do Artesanato;
Inovação e Criatividade - Alberto Azevedo, Artesão - Associação de Artesãos da Região Norte;
Comercialização do Artesanato - Dr. Gabriel Cunha
04 de Agosto 2011 | Feiras de Artesanato e Fiscalidade
Local: Auditório do Museu da Cidade de Aveiro
Hora: 14h | Entrada Livre
Temas e Oradores:
Moderadora: Dr.ª Maria da Luz Nolasco, Vereadora do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Aveiro
Feiras e Artesanato - Sr. Leandro Coutinho, Presidente da Federação Portuguesa de Artes e Ofícios;
Fiscalidade e Segurança Social e Segurança - Dr. Fernando Tomás, PPART - Programa para a Formação dos Ofícios e das Microempresas Artesanais.
Organização:
De Ótavio Jardim a 5 de Agosto de 2011 às 14:41
Jardim de plantas mortas?!
"Aveiro: Jardim aromático já teve dias melhores
O novo jardim aromático, junto ao Museu de Aveiro, ainda não comemorou um ano e já dá sinais de falta de manutenção e algum abandono
Depois de vários anos vedado e a aguardar pelo término das obras de reabilitação e ampliação do Museu de Aveiro, a intervenção do jardim aromático tardou a chegar e já eram muitas as queixas e abaixo-assinados dos moradores e lojistas da zona envolvente a lamentarem o “mau aspecto” do espaço, argumentando que sendo uma das zonas nobres da cidade, ao lado do Museu, a poucos metros da Sé de Aveiro, de galerias de arte e até de um hotel, faria todo o sentido o seu arranjo.
As obras chegaram finalmente no segundo semestre do ano passado, fazendo parte do projecto, além de zonas relvadas, jardins de ervas aromáticas, um pomar, bancos, passadiços de madeira, um bebedouro, sistemas de iluminação e de rega energeticamente eficientes e uma exposição ao ar livre de peças pesadas do Museu.
Uma intervenção orçada em mais de 110 mil euros (acrescidos de IVA), que prometia revolucionar esta zona da cidade, até porque esteve na sua génese um estudo interdisciplinar que reuniu arquitectos, paisagistas, engenheiros e até biólogos da Universidade de Aveiro que se dedicaram em seleccionar as ervas e plantas aromáticas que as freiras do convento de Jesus teriam usado com mais frequência para o fabrico de remédios, mezinhas, licores e doces.
(http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=10423)
Sandra Simões
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