A propósito da indicação de uma jurista com experiência na área dos recursos humanos para a direcção do Museu de Aveiro, a DRCC referiu na passada semana que 'está mais interessa na poupança e aumento das receitas do que em ter um especialista da área ligada directamente aos museus' (OLN)
Não querendo discutir o carácter redutor do objectivo definido, não seria mais provável atingi-lo tendo na direcção alguém com experiência e conhecimento na matéria? Isto é, tratando-se de um museu a especificidade do 'negócio' (*) não exigiria outro cuidado? E se a 'estratégia empresarial' não der frutos a quem se vai pedir responsabilidades? À administração, à gerência ou aos funcionários?
JCM
(*)
O anterior director foi escolhido exactamente com o argumento de ser um bom conhecedor da especificidade do 'negócio' - ‘um bom conhecedor do museu e região’, alguém com ‘experiência, disponibilidade e conhecimento profundo’ e com ‘particular sensibilidade para as estratégias do território’ e tendo sido mandatado para ‘aprofundar a relação com a região e criar sinergias com outras estruturas - galerias de arte, bibliotecas, arquivos, sector empresarial e escolas’ (Director do Instituto Conservação e Museus, 3 JAN 2012)
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