"O pessimismo da tese da luta das civilizações, que tenta ser inspiradora de uma defesa da frágil organização mundial em vigor, não encontra resposta satisfatória neste utopismo que espera uma iluminação criativa de uma nova democracia, nascida das carências absolutas, e desesperos. O que a experiência documenta é que se o reformismo, com autenticidade e poder legitimamente conferido, não assume a mudança, a violência escreve a narrativa da passagem para uma nova ordem. Pelas cidades europeias vão explodindo anúncios de que o tempo avisa no sentido de os poderes vigentes assumirem a urgência de reformularem procedimentos, objectivos, e éticas de comportamentos".
Adriano Moreira, Diário de Notícias 24FEV09
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