https://www.facebook.com/barreirofabricaJeronimoPereiraCampos.
O Prof. Galopim de Carvalho diz hoje no DA que o 'arranjo museográfico do barreiro é o mais barato de todos os que já se fizeram em Portugal... basta rapar 20 a 30 cm à superfície hoje coberta por materiais escorridos ao longo dos anos, para mostrar a beleza dessa que foi a frente de exploração do barro... depois é só ajardinar o local do fosso...todo este trabalho pode, perfeitamente, ser feito pelo pessoal da Câmara'
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Câmara sem dinheiro para preservar fósseis com 70 milhões de anos
foto do Barreiro em 1960 (fonte)
foto actual
Galopim de Carvalho propõe plano mais ambicioso para o barreiro
Ler artigo de opinião do Professor Galopim de Carvalho aqui
respigos:
'O barreiro em causa é o único e último testemunho, na região, desse tempo antigo, imediatamente anterior à grande extinção que marcou o fim da Era Mesozóica e o começo dos tempos modernos, com grandes mudanças no clima, na flora e na fauna'.
'O meu colega, Britaldo Rodrigues, na altura, professor na Universidade local e deputado municipal, promoveu uma sessão de esclarecimento,“Património Geológico de Aveiro – O barreiro da Fábrica Jerónimo Pereira Campos e a Extinção dos Dinossáurios”, que teve lugar na Biblioteca Municipal, a 22 de Abril de1999. Nesta sessão ... 'o meu colega Miguel Telles Antunes, da Universidade Nova de Lisboa, chamou a atenção para o conteúdo paleontológico arquivado nas camadas de argila e seu significado na reconstituição do ambiente que ali se viveu nesse longínquo passado'.
'Num exemplo raro de ligação íntima entre um património construído, histórico, e um outro natural, pré-histórico, que lhe deu origem, este conjunto no centro da cidade, como então e ali defendi, tem todas as condições para ser conservado e valorizado'.
'Contactos recentes com a nova Vereação (2009) fizeram renascer a esperança neste velho projecto. O barreiro em causa bem como o “lago” (enchimento por águas pluviais, do covão que ficou da lavra) ainda ali estão, intactos e, portanto, a tempo de serem recuperados, complementando, assim, a valorização cultural e estética deste nobre espaço'.
'Na parede do barreiro, existem fósseis de animais e vegetais que revelam um ambiente tropical que existiu nesta zona há cerca de 65 a 70 milhões de anos. Tratam-se de “dinossauros, crocodilos, tartarugas e peixes de grandes dimensões”, o “único e último testemunho” daquela época existente na região, explica o paleontólogo Galopim de Carvalho, divulgador de conhecimento científico e muito popular pelas suas intervenções sobre dinossauros'.
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